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Pará

MP discute as indenizações do desastre ambiental em Barcarena-PA

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O Ministério Público Estadual (MPPA) e Federal (MPF) realizam nesta terça-feira (26) uma audiência pública com as famílias afetadas pelo naufrágio do navio Haidar em Barcarena, no nordeste do Pará. O objetivo é tentar um acordo entre a comunidade e as empresas envolvidas no desastre ambiental, que ocorreu em outubro de 2015 quando a embarcação carregada com bois vivos naufragou no porto da Companhia Docas do Pará (CDP).

O navio, que estava a caminho da Venezuela, naufragou no dia 6 de outubro de 2015, com quase 700 toneladas de óleo e cerca de cinco mil bois vivos. Após o incidente, três praias de Vila do Conde, o píer onde ocorreu o naufrágio e a praia de Beja, em Abaetetuba, foram interditados e proibidos para qualquer tipo de atividade. Lideranças comunitárias contabilizam cerca de 10 mil foram atingidas pelo crime ambiental.

Segundo a CDP, até o momento foram entregues R$ 100 mil em cestas básicas, além de R$ 1 milhão para as famílias atingidas. Os valores dos danos às famílias afetadas e os prejuízos ambientais ainda estão sendo calculados pelos órgãos competentes.

“Como é uma questão bastante complexa e vamos ouvir uma quantidade muito grande de pessoas, é bastante improvável que já consigamos chegar a uma deliberação ou a uma conclusão. A tendência é que a gente haja em reunião para dar o encaminhamento para a população”, afirmou o procurador da República, Bruno Valente.

O instituto Evandro Chagas, responsável pela análise da qualidade da água na região do naufrágio, informou que desde dezembro do ano passado as condições das águas dos rios voltaram ao normal. Mas, o Instituto reforça que é muito importante que o navio seja retirado do fundo do rio. A previsão é que a retirada da embarcação seja feita dentro de um ano e meio.

“Não há um acordo entre o armador, o proprietário do navio, e a seguradora com ele fez a apólice. Não havendo esse acordo, isso será decidido em uma câmera de arbitragem que fica em Londres, que concentra todas essas questão a nível mundial. Então demora devido a isso.” explicou o presidente da CDP, Parsifal Pontes.

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Pará

PARAUAPEBAS: Mesmo com 28 novos leitos para casos da Covid-19, UTI’s continuam lotadas

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Mesmo com o novo espaço da Ala Covid do Hospital Geral de Parauapebas (HGP), inaugurado na quarta, dia 7, os leitos UTI’s e Enfermaria Clínicos na rede publica de Parauapebas, na região de Carajás, Pará, seguem totalmente lotados.

O município passou a contar com 68 leitos exclusivos para casos de Covid-19, dos quais 28 são de UTI e 40 Enfermaria Clínica.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico deste sábado, 10, a taxa geral de ocupação dos leitos é de 92%, sendo:

• Leitos de enfermaria SUS: 100%;
• Ocupação de UTI SUS: 100%;
• Taxa de ocupação de enfermarias particulares: 79%;
• Ocupação de UTI particular: 100%.

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Pará

Assista o Conexão Rural deste final de semana

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Pará

MARABÁ: Após pressão do MP, Prefeitura reforça conscientização sobre protocolos de prevenção a Covid-19 no transporte público

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Com a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), locais onde podem ocorrer aglomeração causam preocupação nas autoridades de saúde. Pensando nisso, nesta semana, o Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU) realizou ações para mobilizar a população que utiliza o transporte público de Marabá sobre a importância da adoção de medidas preventivas contra a Covid-19 e o cumprimento de distanciamento social.

A ação de conscientização foi realizada em paradas de ônibus nos Núcleos Cidade Nova, Nova Marabá, Marabá Pioneira, Morada Nova e no Distrito São Félix.

Uma equipe do DMTU em parceria com agentes do Departamento Municipal de Segurança Patrimonial (DMSP), Guarda Municipal de Marabá (GMM) e Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) atuaram abordando condutores de transporte coletivo e passageiros.

Os usuários do transporte coletivo foram orientados a saírem de suas casas somente quando necessário e sobre os cuidados que precisam tomar ao utilizar o transporte público para evitar o contágio como usar máscara e higienizar as mãos com álcool em gel. Já os motoristas receberam orientação para evitar exceder a lotação máxima de vagas no interior do ônibus.

Paralelo a essa mobilização nos pontos de ônibus, os agentes fiscalizaram a saída e chegada dos veículos na garagem da empresa e monitorando o cumprimento dos protocolos sanitários entre os funcionários.

De acordo com o DMTU, as iniciativas têm gerado resultados, reduzindo o fluxo de aglomeração nos pontos de parada de ônibus.

“A nossa presença nas ruas é para garantir a segurança de todos e inibir comportamentos inadequados que possam comprometer vidas”, destaca o diretor do DMTU, Jocenilson Souza.

“O momento é desafiador e exige, sobretudo, muito cuidado e prevenção. Dias melhores virão”, finaliza o diretor. (Ronaldo Palheta)

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