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Pará

MP reúne em Marabá representantes da Vale e vereadores para discutirem projetos sociais

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Sem títuloEm Marabá, sudeste do Estado, os promotores de Justiça, Mayanna Silva de Sousa Queiroz, Josélia Leontina de Barros Lopes e Júlio Cesar Sousa Costa, reuniram semana passada representantes da Vale e vereadores para discutirem acerca dos projetos sociais em decorrência da duplicação da ferrovia da empresa Vale no núcleo São Félix. Durante a reunião, a representante da Vale, Selbe Porto Meireles Filho, explicou que a obra de duplicação que está autorizada desde novembro de 2012, não favorece a estrada de ferro localizada no Núcleo São Félix, mas que somente acontecerá após a duplicação da ponte sobre o rio Tocantins.

“Naquele local, haverá apenas uma extensão para o início das obras da ponte, que deverá acontecer a partir de 2020, na qual iniciarão dentro de cinco anos”, disse. Meireles explicou ainda que a ferrovia pode ser comparada a um tubo de água, existindo uma série de características técnicas que determinam o tempo que o trem permanece em linha singela, levando em consideração rampas e distância entre pátios de cruzamentos.

Audiência

De acordo com o promotor de Justiça Júlio Cesar Costa ocorreu uma audiência pública em julho de 2012, no Casarão Eventos em Marabá, presidida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para discutir o assunto. No núcleo de São Félix do Xingu, o Governo Federal aplicou verba para habitação, mas que não há projetos para escolas e postos de saúde. A promotora de Justiça Mayanna Queiroz solicita a Vale que dê prioridade na construção de duas escolas, duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), bem como, a construção do Centro de Referência de Assistência Social (CREAS), feiras livres e cemitério. O representante da Vale Luis Carlos Rodrigues informou que a empresa irá procurar a comunidade para estabelecer um diálogo.

Capacitação

Após várias discussões e esclarecimentos, a empresa Vale se comprometeu em promover capacitação para equipe responsável pelos projetos. Assim como, irá informar a data que a equipe de engenheiros deverá auxiliar na elaboração dos projetos. A Vale convocará a Secretaria de Obras para reunião para tratar sobre os projetos e requisitar à Prefeitura para fazer levantamento das áreas destinadas aos projetos e regularização da documentação pertinente, ficando estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias para confecção dos projetos pela Prefeitura Municipal e apresentação à Diretoria da empresa Vale. Foi decidido também que será requisitada à Secretaria de Obras a conclusão da obra da ponte do Geladinho. A diretoria da Vale agendará uma data para a próxima reunião, na qual estarão abordando o andamento dos trabalhos discutidos nessa assembléia. (Eliana Souza)

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Pará

BREU BRANCO: Chamonzinho leva ações do Mais Saúde

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Neste sábado, 15, o deputado Chamonzinho (MDB), levou até Breu Branco, na região de carajás, Pará, ações do Mais Saúde, promovidas pelo Instituto Miguel Chamon, com atendimentos de saúde para fortalecer o combate à pandemia.

Chamonzinho esteve acompanhado de vereadores, vice-prefeito e prefeito da cidade, onde também visitaram a Praça São Cristóvão, que será reformada e revitalizada, através de uma emenda destinada pelo parlamentar.

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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Pará

Pará recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19

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O Pará recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), mais uma remessa das vacinas contra a Covid-19. Essa é a 22ª enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro. São 34.200 doses da CoronaVac/Sinovac, vacina que é desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, localizado em São Paulo. No total, o Pará já recebeu 2.687.220 doses, sendo 1.239.440 da CoronaVac, 1.396.300 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

A expectativa é que a distribuição das doses que chegaram hoje, seja realizada já a partir deste sábado (15), para os Centros Regionais de Saúde. O envio será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

“A equipe de logística da Sespa vai se reunir, ainda na tarde de hoje, para organizar o envio das doses para os municípios da Região Metropolitana e interior do Estado. A prioridade é enviar doses aos locais que precisam acelerar a vacinação nos grupos da terceira etapa do plano estadual de vacinação”, explica Marcus Coura, coordenador de Logística da Sespa. 

A aplicação da vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde. “A Sespa está viabilizando a campanha junto aos municípios, mas nós reforçamos que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como distanciamento social, uso de álcool em gel e máscara”, afirma o Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, reforça o secretário.

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