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Pará

Municípios de Carajás tentam destravar recursos de compensação da Vale

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Os prefeitos atenderam ao chamado do governo para discutir sobre a liberação dos recursos

Prefeitos e representantes dos 14 municípios da área de atuação da empresa Vale, no sudeste do Pará, acompanharam, na manhã desta quarta-feira (4), na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), em Belém, o processo de liberação dos investimentos referentes ao Fundo para o Desenvolvimento Regional com Recursos da Desestatização (FRD).

O Fundo, correspondente a 8% do lucro líquido da empresa, é destinado às cidades como efeito corretivo e compensatório, a fim de minimizar os impactos decorrentes dos projetos da Vale no Pará. Atualmente, é gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que, a partir de contrato firmado com o governo do Estado, via Sedop, libera o recurso para ser aplicado em obras de saúde, educação, assistência social, saneamento básico, abastecimento de água e esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.

Durante a reunião, foram pontuadas as pendências identificadas pela Secretaria nos projetos de obras enviados pelos municípios para avaliação e submissão ao banco. Os municípios contemplados pelo Fundo são: Abel Figueiredo, Água Azul do Norte, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Parauapebas, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia e São João do Araguaia.  

“Queremos sanar estas pendências para encaminhar os projetos finalizados e, dentro da legalidade, ao BNDES. Porque, somente após a aprovação do banco, é que o recurso poderá ser liberado para que os municípios deem andamento às obras”, informou o titular da Sedop, Ruy Cabral.

O titular da Sedop, Ruy Cabral (d), ressaltou que é preciso sanar as pendências dos municípios

Segundo contrato 

Após a prestação de contas do valor liberado pelo FRD.I, o Estado celebrou com o banco, em 2017, o segundo Contrato de Concessão de Colaboração Financeira Não Reembolsável (FRD.II), para a liberação de pouco mais de R$ 35 milhões aos municípios. “Naquela época, o BNDES sinalizou que não houve um acompanhamento adequado sobre as aplicações do FRD.I nos municípios e, por isso, incluiu novas exigências para que os investimentos indicados no segundo contrato fossem liberados. Desde então, o recurso está bloqueado, aguardando o atendimento de todas as pendências”, complementou o secretário adjunto da Sedop, Valdir Acatauassu.

“Nosso objetivo, com esta reunião, é falar diretamente com cada um dos prefeitos envolvidos, para que eles possam nos dar retorno, de forma mais célere, sobre os itens que faltam. Assim, poderemos ir, pessoalmente, ao banco, após os projetos finalizados, para garantir que o recurso seja finalmente liberado”, reforçou o secretário adjunto da Casa Civil da Governadoria, Josenir Nascimento. Hoje, o valor bloqueado disponível para o Fundo ultrapassa R$ 39 milhões.

Na reunião foi definida a criação de uma Comissão de Acompanhamento, formada por técnicos da Sedop, representante da Casa Civil e os prefeitos dos municípios de Curionópolis, Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins e Nova Ipixuna. O objetivo é concluir os projetos pendentes e buscar o desbloqueio do recurso. (Barbara Brilhante)

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Pará

Absurdo no interior do Pará. Criança de 9 ano é agredida e sofre violência sexual de próprios parentes

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Uma criança de apenas nove anos foi resgatada por moradores de Maracanã, no interior do estado do Pará, após sofrer torturas, cárcere e violência sexual, segundo o boletim de ocorrência realizado pelas pessoas que a encontraram na noite de sábado, 17.

A garotinha foi resgatada em situação deplorável, aparentando desnutrição, com  feridas por todo o corpo, cabeça raspada e muito magra. Na delegacia, a ocorrência foi registrada como estupro de vulnerável, maus-tratos e abandono material de incapaz.

A menina foi resgatada por pessoas da comunidade do bairro onde ela estava morando, de acordo com o boletim de ocorrência e de vídeos que circulam nas redes sociais. Dois homens, resgataram a menina e brigaram com outro homem, que também estaria tentando violentar a criança.

Muito assustada, chorando, ela conta que era agredida com chicote pelo casal onde ela morava e mostra as marcas das feridas nos braços,pernas, cabeça, rosto e até no olho. A situação absurda causou espanto nas pessoas que a socorreram, dado o nível de maus-tratos da garotinha.  

Eles acionaram a polícia e contaram que por volta das 4 h da madrugada encontrada a criança sem roupa, apenas de calcinha, deitada no chão, com vários hematomas. A criança contou que seu tio a teria colocado para fora da casa. Além do tio, um homem aparentando mais de 30 anos, suposto irmão da vítima a violentava sexualmente.

A Polícia Civil e Militar prenderam o casal de supostos tios da vítima em flagrante. J. A. S. da C. e sua mulher I. do E. S., estariam com a responsabilidade de cuidar da menina, após a mãe apresentar problemas de saúde e não poder criar a garotinha. 

Em vez de cuidar, eles praticavam todo tipo de maus tratos à criança, chegando ao absurdo de expulsar a criança de casa e obrigá-la a dormir na rua. Os dois estão presos na delegacia local.

O Conselho Tutelar foi acionado e em seguida a Promotoria de Justiça, que levaram a criança ao hospital municipal, onde ela se encontra em tratamento de saúde e para providências do exame de corpo de delito. (Com informações de RomaNews)

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Pará

Paysandu e Vila Nova empatam sem gols no Mangueirão

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Vila Nova e Paysandu ficaram no empate sem gols na noite deste domingo, em duelo da 11ª rodada da Série C. Mérito dos goleiros Fabrício e Paulo Ricardo, que se destacaram e mantiveram o placar de 0 a 0 no Mangueirão.

O Paysandu foi levemente superior ao Vila Nova. O time paraense finalizou mais e melhor que o adversário na etapa inicial. O goleiro Fabrício teve que fazer pelo menos duas intervenções importantes, aos cinco e aos 31 minutos. Do outro lado, Paulo Ricardo praticamente só assistiu ao jogo. Mesmo quando chegou ao ataque, o Tigre foi pouco incisivo. Rondou a área, trocou passes, alçou bolas, mas finalizou só duas vezes, ambas sem perigo.

No segundo tempo, porém, o panorama mudou. O Vila cresceu e passou a ser mais perigoso, sobretudo em jogadas de contra-ataque. O artilheiro Henan foi quem teve as melhores chances, mas parou na trave, aos 26 minutos, e em grande defesa de Paulo Ricardo, aos 27. O Paysandu respondeu aos 33, em cabeceio de Nicolas; Fabrício defendeu. Na reta final, as duas equipes caíram de rendimento e não conseguiram tirar o 0 a 0 do placar.

Além do goleiro Fabrício, a zaga do Vila, formada por Rafael Donato e Adalberto, confirmou o bom momento e fez jus ao fato de ser a defesa menos vazada da Série C. São apenas seis gols sofridos em 11 rodadas.

O Vila Nova segue na vice-liderança do Grupo A, agora com 20 pontos. Com 12, o Paysandu é sétimo colocado, mas ainda pode perder posições dependendo do resultado do jogo entre Manaus e Botafogo-PB, que acontece nesta segunda-feira. O Tigre volta a jogar só na outra segunda-feira (26), quando recebe o Ferroviário-CE no OBA. Antes, no sábado (24), o Papão visita o Treze no Amigão. (GE / Foto: Jorge Luiz)

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Pará

Pará registra 241.262 casos de Covid-19 e 6.682 mortes

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A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou neste domingo (18) mais 20 casos de Covid-19 e cinco mortes. Agora são 241.262 casos de Covid-19 e 6.682 óbitos no estado.

Segundo a Sespa, foram três novos casos e dois óbitos nos últimos sete dias, além de 17 casos e três óbitos de dias anteriores.

O Pará possui, até então, 225.770 recuperados, 27.748 casos descartados e 458 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 31.66% dos leitos clínicos e 55.6% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

De acordo com a Sespa, já foram realizados 384.620 testes rápidos e 53.648 testes de PCR para Covid-19, até então.

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