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Musa fitness ensina como desfrutar da ceia de natal sem culpa

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A tradicional ceia de Natal que para muitos significa um momento para reunir a família e saborear pratos tradicionais, pode ser um verdadeiro dilema para quem decidiu aderir um estilo de vida mais saudável ao longo do ano. Mas, ao contrário do que se pensa, é possível desfrutar do jantar natalino sem culpa ou grande prejuízos.

Além de substituições inteligentes, reprogramar a mente para esse momento é uma das estratégias fundamentais para espantar o fantasma do ganho de peso, pois segundo a musa fitness Sue Lasmar, a culpa não deve ser associada ao ato de comer. “O ser humano sente prazer ao se alimentar, isso é inclusive científico. No Natal o que deve ocorrer não é uma privação de certos pratos, mas sim uma mudança de comportamento quanto ao consumo deles. É possível comer de tudo, desde que de forma moderada e consciente”, explica.

Comece por alimentos mais leves

A musa recomenda começar a desfrutar da ceia pelas saladas, pois diversos molhos e ingredientes natalinos estão presentes no prato, que pode inclusive ser uma substituição mais saudável à entradas como o salpicão, por exemplo. “Além disso, começar a comer por alimentos mais leves ajuda a manter a saciedade e depois disso, caso ainda sinta vontade de repetir, avalie se está realmente com fome ou está apenas com vontade de comer mais”, recomenda Sue.

Não “guarde barriga” para a ceia

A velha tática de passar o dia sem comer para poder abusar na ceia não é uma das melhores estratégias, pois provoca o efeito contrário ao organismo. “Ações como essas estimulam o comer por impulso, ou seja, as refeições devem ser regulares durante o dia para que no momento do jantar o consumo de alimentos não seja exagerado”, alerta.

Ceia sem vilões

Dietas restritivas são verdadeiras vilãs quando o assunto é manter o corpo sarado, já que estimulam o corpo a reservar calorias. “Coma porções pequenas, mas sem abrir mão de saborear os pratos que mais gosta, pois em uma alimentação saudável cabe sim uma grande variedade de alimentos desde que eles estejam na medida certa”, explica.

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Pará e Tocantins são alvos de fraudes em certificados digitais de fiscais e gestores do IBAMA

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A Polícia Federal deflagrou, desde as primeiras horas desta terça-feira, 15, a operação TOKENS, que apura ações de estelionatários com o uso de dados de servidores do IBAMA, com o fim de realizar alterações indevidas nos sistemas do Órgão Ambiental Federal, utilizando certificados digitais (tokens) fraudulentamente obtidos.

As fraudes tiveram como beneficiários proprietários rurais e empresários do ramo de exploração florestal e agropecuária com áreas embargadas nos estados do Pará e Mato Grosso. Foram constatados 122 desembargos irregulares em nome 54 pessoas físicas ou jurídicas, com potencial prejuízo para a União da ordem de R$150 milhões, em multas não recolhidas e descumprimento de embargos em áreas ambientais sensíveis da Amazônia legal.

Foram cumpridos 48 mandados de busca e apreensão, em empresas e residências de pessoas que foram beneficiadas com as fraudes, além de 5 prisões de falsificadores e estelionatários membros da associação criminosa. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal do Distrito Federal e cumpridas em 29 cidades de 9 estados da Federação (Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal).

O Inquérito Policial foi instaurado a partir da identificação, pelo IBAMA, de fraudes ocorridas contra diversos de seus Superintendentes, Agentes e fiscais, com o uso de Tokens expedidos indevidamente por terceiros falsificadores. Houve colaboração de informações de inteligência entre o IBAMA e PF para levantamento dos fraudadores, beneficiários e suposto envolvimento de outros intermediários e servidores públicos.

De início, os policiais federais identificaram uma quadrilha já investigada pela PF no estado de Goiás, com conexão com diversas fraudes ocorridas em todo o Brasil. Os principais beneficiados são propriedades rurais localizadas nos estados do Pará e do Mato Grosso. Essas fazendas têm como sócios pessoas físicas e jurídicas de diversos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A Operação tem por objetivo a coleta de mais provas e dados acerca das fraudes, inclusive identificação de intermediários entre os falsários e beneficiários, inclusive com auxílio de servidores públicos.

Os fatos investigados podem configurar diversos crimes contra o meio ambiente (Arts. 38, 48, 60 e 68 da Lei 9605/98), bem como os crimes de estelionato e uso de documento falso (Art 171, §1º, 307, 399 e 330 do Código Penal), além da alteração de sistemas de dados (art. 313-A do Código Penal), descumprimento de ordens de embargos (330) e de possível prevaricação e corrupção (arts. 319 e 319 do CPB), que cominam aos infratores penas que variam de reclusão de dois a doze anos e multa.

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DEM ARAGUATINS – CONVENÇÃO MUNICIPAL 2020

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO MDB ARAGUATINS – CONVENÇÃO MUNICIPAL 2020

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