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quarta-feira, 25 / maio / 2022
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No Dia do Trabalho, sobram vagas no Tocantins

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Domingo, 1º, foi comemorado, mundialmente, o Dia do Trabalho. No Brasil, a data foi decretada feriado pelo presidente Eurico Gaspar Dutra pela lei nº 662, de 6 de abril de 1949. No entanto, alguns pesquisadores acreditam que o 1º de Maio começou a ser considerado feriado nacional depois da aprovação, pelo Congresso, de um Projeto de Lei (PL) do deputado Sampaio Ferraz, em 1902.

Neste 1º de Maio de 2011, no Tocantins estão sobrando vagas, tanto no mercado de trabalho, a julgar pela oferta estancada no Sistema Nacional do Emprego (Sine), quanto nos cursos de qualificação oferecidos pelo próprio Sine e por outras instituições, a exemplo do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

As oportunidades de emprego no Tocantins estão concentradas nas áreas de comércio, serviços, agropecuária, construção civil, extrativa mineral, indústria de transformação, serviços industriais de utilidade pública e administração pública. Segundo dados obtidos junto ao Sine-TO, no primeiro trimestre de 2011 foram captadas 5.230 vagas no mercado formal, mas somente 2.294 trabalhadores foram contratados no período, ficando, portanto 2.936 postos de trabalho em aberto.

Dentre as vagas que sobram no mercado, principalmente por falta de mão de obra qualificada, estão as relacionadas as áreas de serviços e comércio. Por sinal justamente as que mais contrataram no Estado neste primeiro trimestre: 36% conseguiram emprego em serviços; 27% no comércio e 19% nos serviços industriais de utilidade pública.

Contradição

No entanto, mesmo neste cenário onde sobram vagas há contradições flagrantes. Em busca do primeiro emprego desde o final do ano passado, quando concluiu o ensino superior, a jornalista Flávia Mendes sente dificuldades em se encaixar no mercado. “Vejo o trabalho como oportunidade de ser útil à sociedade, além de um mecanismo para atingir a estabilidade financeira. Acredito que, na minha área, o que atrapalha é o grande número de novos profissionais que são colocados no mercado a cada ano e, também, a exigência de experiência pelos contratantes.”

Se Flávia está começando pode-se dizer que o advogado Dianari Sebastião de Queiroz, 58, vive o momento oposto. Ele está aposentado há 11 anos, mas continua na ativa e ainda trabalha como assessor jurídico no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), em Palmas. “O trabalho é dignidade e vida. Optei por continuar tanto por amor à profissão, como pela necessidade de auferir rendimentos para manter a mim e a minha família, pois o valor da aposentadoria não me permitia parar para o descanso merecido.” Queiroz começou a trabalhar aos 16 anos com Carteira de Trabalho assinada, na condição de menor aprendiz.

Número

5.230- vagas foram captadas pelo Serviço Nacional do Emprego (Sine) no Tocantins no primeiro semestre deste ano, mas somente 2.294 pessoas foram contratadas no período. (Jornal do Tocantins)

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