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Pará

No Mangueirão, Remo vence Paysandu por 3 a 1

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Os autores dos gols que deram a vitória no clássico e a liderança do Grupo D da fase decisiva do Brasileiro

Nem mesmo a chuva, na tarde deste domingo (20), tirou o brilho do maior clássico da Amazônia, o Re-Pa, realizado no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. A partida, válida pela segunda rodada do quadrangular final do Campeonato Brasileiro de Futebol Série C 2020, teve como grande vitorioso o Clube do Remo, que marcou três gols e levou apenas um.

Nicolas abriu o placar aos 5 minutos do primeiro tempo para o Paysandu. Já aos 14 minutos, Salatiel deixou tudo igual no Mangueirão: 1 a 1. Ainda no primeiro tempo, a partida teve a expulsão de Serginho, jogador do time bicolor.

Mas, aos 19 minutos do segundo tempo, Augusto virou o placar para os azulinos. E com gol de Rafael Jansen, aos 27 minutos, o Remo fez 3 a 1 em cima do maior rival. 

“Mais uma vez as equipes fizeram um belo trabalho em campo. Durante a semana, conseguimos realizar as manutenções necessárias no estádio para dar o melhor conforto e segurança, seja em campo, como em outras áreas do Mangueirão”, afirmou Arlindo Silva, titular da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), que administra a praça esportiva. 

As partidas de futebol seguem sem a presença dos torcedores, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Para Walmir Rodrigues, que há mais de 20 anos narra partidas do futebol paraense, o público faz falta, mas o Re-Pa continua sendo emocionante. “Lamentamos a ausência do público neste momento difícil e, coincidentemente, em um ano que tivemos um grande número de clássicos. Mas hoje, fomos premiados com um jogo diferente do anterior, tivemos até expulsão. Agora é sempre uma emoção narrar um clássico. Esse é o de número 758 e para mim, que narro desde 1999, é mais um na história do futebol”, disse o profissional da Rádio Clube, a mais antiga do Estado.

A equipe de arbitragem foi composta por Felipe Fernandes de Lima (MG), Felipe Alan Costa de Oliveira (MG), Celso Luiz da Silva (MG) e Djonaltan Costa de Araújo (PA).  (Paula Portilho / Foto: Samara Miranda)

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Pará

BREU BRANCO: Chamonzinho leva ações do Mais Saúde

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Neste sábado, 15, o deputado Chamonzinho (MDB), levou até Breu Branco, na região de carajás, Pará, ações do Mais Saúde, promovidas pelo Instituto Miguel Chamon, com atendimentos de saúde para fortalecer o combate à pandemia.

Chamonzinho esteve acompanhado de vereadores, vice-prefeito e prefeito da cidade, onde também visitaram a Praça São Cristóvão, que será reformada e revitalizada, através de uma emenda destinada pelo parlamentar.

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Pará

Assista o Conexão Rural deste fim de semana – 15 e 16 de maio

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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