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Maranhão

Obra de creche em Gov Edison Lobão está abandonada há mais de um ano

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Sem títuloEstá abandonada, em governador Edison Lobão, a 30 km de Imperatriz, a obra de construção de uma creche municipal que deveria ter sido entregue há nove meses. A obra iniciada em 2011 teve orçamento de R$1,3 milhão.

Leusa Dias é mãe de nove filhos, e pelo menos três deles têm idade para estar na creche. Mas apenas os mais velhos frequentam a escola. Ela diz que precisa sair para procurar trabalho, mas não tem com quem deixá-los. A creche mais próxima fica a 3 km de casa.

“Que façam logo isso para a gente ter mais segurança. Aqui à noite é escuro, não podemos deixar os filhos da gente sós”, pede Leusa.

Da casa dela é possível ver o local onde começou a ser construída a creche. A obra, oprçada com recursos do fundo nacional de desenvolvimento da educação, do governo federal, está completamente abandonada há mais de um ano. A área é grande e teve paredes erguidas, colunas, estrutura de ferro armada, mas parou por aí.

Pelo número de cômodos e pelas paredes levantadas, dá para ver que o projeto tem mais de 15 salas, que atenderiam centenas de crianças do município de Governador Edson Lobão, em dois turnos.

Segundo os moradores do bairro Vila Isabel, materiais de construção que ficaram espalhados foram roubados. A placa diz que a construtora responsável pela obra é de Imperatriz.

Por telefone, a assessoria de comunicação da prefeitura de Governador Edison Lobão informou que a obra teve início na gestão anterior. Na época, a construtora responsável desistiu da obra porque os recursos não foram repassados.

A assessoria disse, ainda, que tem interesse em dar continuidade à construção, mas que não há verba em caixa.

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Maranhão

PORTO FRANCO: “Chefe” é preso acusado de importunação sexual

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Em Porto Franco, município do sul do Maranhão, distante certa de 100 km de Imperatriz, um homem foi preso pela Polícia Civil, acusado de importunação sexual e estupro.

O homem não teve a identidade divulgada, se utilizava da sua posição hierárquica dentro de órgão público, pra assediar, importunar e estuprar suas subordinadas.
Ele foi preso em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 1° Vara da Comarca de Porto Franco e está à disposição da Justiça.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Valores incorretos do IPTU de apartamentos estão sendo corrigidos

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Os valores para imóveis com apartamentos do IPTU 2021 saíram com alíquotas incorretas, o que gerou um valor mais alto que o normal do imposto desse ano, na cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão.

O contribuinte que perceber o erro no sistema, ao tentar gerar o boleto, deve aguardar a correção que já está em andamento pela Secretaria Municipal de Planejamento, Fazenda e Gestão Orçamentária, Sefazgo, ou falar com a Secretaria.

A empresa responsável pelo sistema que realiza o cálculo foi acionada e a Secretaria está empenhada em resolver o problema o mais rápido possível.

Contatos da Sefazgo:

E-mails: [email protected]/[email protected]
WhatsApp: (99) 99185-7126

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Maranhão

No Maranhão, deputado e ex-prefeito são suspeitos de pagarem dívidas junto ao TCU usando dinheiro público

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Uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão em parceria com a Polícia Civil do Maranhão cumpriu na manhã desta quinta-feira (15) mandados de busca e apreensão em cinco municípios do estado por crimes de desvios de recursos públicos.

Batizada de ‘Laços de Família’, a operação está sendo realizada nas cidades de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Miranda do Norte e Bom Jardim.

Segundo a polícia, as investigações começaram após uma denúncia do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre desvios de recursos realizados no período de 2017 a 2020, durante a gestão do ex-prefeito de Miranda do Norte, Carlos Eduardo Fonseca Belfort.

Ainda de acordo com a polícia, o ex-prefeito faria uso de recursos públicos para quitar dívidas pessoais junto ao TCU. O mesmo esquema também seria feito pelo ex-prefeito e atual deputado federal, José Lourenço Bonfim Júnior, que esteve à frente da administração municipal de Miranda do Norte no período de 2009 a 2016.

A polícia diz que o esquema era operacionalizado por meio de empresas de fachada que participavam de licitações fraudulentas. O esquema causou um prejuízo aos cofres públicos no valor de R$ 22.061.477,53.

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