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Pará

Operação da PF prende fraudadores de licitações em Marabá, Parauapebas e Xinguara

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Helicóptero foi apreendido em poder da quadrilha, além de outros bens adquiridos a partir de recursos desviados do SUS, de acordo com as investigações da Polícia Federal.

Helicóptero foi apreendido em poder da quadrilha, além de outros bens adquiridos a partir de recursos desviados do SUS, de acordo com as investigações da Polícia Federal.

Oito pessoas foram presas e 35 mandados de busca e apreensões foram cumpridos na manhã desta terça-feira (14) em empresas, cartórios, órgãos públicos e secretarias municipais de quatro cidades do Pará, durante uma operação da Polícia Federal que combate um esquema de fraudes em licitações na saúde.

Ao todo, 51 medidas judiciais foram cumpridas na capital Belém e no sudeste do Pará, nas cidades de Marabá, Parauapebas e Xinguara. Agentes da Polícia Federal cumpriram cinco prisões preventivas, três prisões temporários, e nove conduções coercitivas nos municípios.

Aviões, helicópteros e carros de luxo estão entre os bens apreendidos com os suspeitos de integrar o esquema, além de uma lancha avaliada em mais de R$ 700 mil e uma fazenda com uma pista de pouso para jatos executivos. Segundo a PF, o patrimônio foi adquirido a partir do desvio de recursos públicos do Sistema Único de Saúde.

Esquema fraudulento

As investigações apontam a existência de um consórcio criminoso formado por empresários e servidores públicos, montado para a prática de fraudes em licitações públicas de gases nas cidades de Marabá e Parauapebas. Em três anos, o esquema rendeu mais de R$ 30 milhões aos investigados, segundo a PF.

Os editais das licitações tinham as exigências direcionadas para favorecer empresas participantes do esquema, mas após o resultado, as empresas perdedoras eram subcontratadas pela empresa vencedora para que todas recebessem uma parte dos lucros do esquema. Segundo a PF, a prática deixava os contratos 30% mais caros.

Cinco procedimentos licitatórios foram analisados nas cidades de Marabá e Parauapebas. Segundo a PF, um parecer do Conselho Municipal de Saúde de Parauapebas chegou a afirmar que a quantidade de gases contratada para seis meses seria o suficiente para abastecer, por um ano, a cidade de Goiânia.

Ainda de acordo com as investigações da PF, diversos crimes foram praticados em prol do funcionamento do esquema fraudulento, como ameaças de morte, corrupção de servidores públicos, falsificação de documentos e até fraude na vazão dos gases medicinais destinados aos pacientes dos hospitais investigados, o que pode ter colocado em risco de morte usuários do Sistema Único de Saúde.

A PF investiga os crimes de estelionato, associação criminosa, corrupção ativa e passiva,
funcionamento irregular de instituição financeira, falsificação de documentos públicos, falsidade ideológica, fraudes em procedimentos licitatórios, dentre outros. Os suspeitos podem ser condenados a penas que ultrapassam os 30 anos de prisão.

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Pará

Detran do Pará retoma serviços presenciais apenas para usuários com agendamento prévio

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Belém,Pará, Brasil. Atendimento Depártamento de transito do Estado do Pará

O atendimento gradual ao público no Departamento de Trânsito do Estado (Detran) foi retomado nesta segunda-feira (12). Para ser atendido, o usuário precisa de agendamento prévio pelos canais de comunicação do órgão, para evitar aglomerações nas unidades de Belém e do interior. O Detran estava com atividades suspensas desde o dia 8 de março.

O agendamento prévio é uma medida de proteção para a população e também para os servidores do Detran, para evitar a infecção pelo novo coronavírus. “Estamos reabrindo com o máximo de cautela, e o agendamento prévio é obrigatório. Quem chegar sem agendamento não será atendido. Estamos prezando pela saúde e segurança do usuário e do servidor”, informou Marcelo Guedes, diretor-geral do Detran.

São dois os canais de agendamento: o call center, pelo número 154, e o webchat disponível no site do Detran. No primeiro dia da retomada presencial dos serviços foram realizados 170 atendimentos agendados na sede do órgão, na capital. Nos próximos dias, de acordo com o cenário epidemiológico do Estado, este número diário poderá ser reavaliado.

Uma das novidades nesta retomada é a possibilidade de o usuário que estiver agendado para serviços de habilitação ou sobre veículos se dirigir ao balcão de atendimento ou optar pelo drive-thru montado na parte externa da sede. “É uma forma de dar vazão à demanda dos serviços com ainda mais segurança, já que o usuário não precisará descer do seu carro para receber o atendimento”, acrescentou o diretor-geral.

Prazos suspensos – Como há um grande fluxo nos canais de agendamento do órgão, vários serviços continuam com os prazos suspensos, para que não haja qualquer tipo de prejuízo ou penalidade ao usuário que não conseguir o seu agendamento de forma imediata para regularizar a situação. “Entendemos a dificuldade dos usuários e, por isso, para que ninguém fique prejudicado, essa prorrogação de prazos é fundamental”, afirmou Marcelo Guedes.

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Pará

MARABÁ: Segunda dose da vacina garante a eficácia do imunizante

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No Brasil, 14% dos vacinados com a primeira dose da coronavac não voltaram para receber a segunda dose, como aponta levantamento do jornal Folha de São Paulo junto ao DataSUS, que reúne a base de dados do Sistema Único de Saúde. Esse dado corresponde a mais de meio milhão de pessoas. De acordo com especialistas, a imunização só é completa após a segunda dose da vacina.

Mônica Borchart, coordenadora da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde de Marabá (SMS) ressalta que as pessoas precisam se conscientizar que só a primeira dose não garante a imunização, sendo necessária maior atenção com os prazos de vacinação.

“É preciso que a carteira de vacinação do idoso seja monitorada pois o prazo para a segunda dose da Coronavac é de 21 a 28 dias, enquanto a Astrazeneca é de 12 semanas. E nós da Secretaria de Saúde trabalhamos com esses prazos, já que as datas são marcadas na carteira de vacinação”, afirma a coordenadora, ressaltando que apesar disso, mesmo que a pessoa ultrapasse esse prazo ainda é possível ser vacinada.

Ainda não há estudos que apontem o nível de imunização após a primeira dose, por isso a garantia de eficácia só acontece após a aplicação da segunda dose. “O risco é não se imunizar”, complementa a diretora.

Entre as principais dúvidas que podem levar uma pessoa a não querer tomar a segunda dose da vacina estão a sensação de já estar imunizado, os efeitos colaterais e a eficácia dos imunizantes. “Muitas pessoas podem se acomodar e achar que a primeira dose da vacina já imuniza contra o coronavírus. Isso é um engano”, reitera.

Em relação à eficácia das vacinas, segundo estudo publicado recentemente pelo Instituto Butantan, novos testes apontaram eficácia mínima em casos sintomáticos da Covid-19 é de 50,7% podendo atingir entre 83% e 100% entre os casos que requerem assistência médica. Já a vacina Oxford/Astrazeneca tem eficácia de 79%. A vacina da Influenza (gripe), por exemplo, que compõe o Plano Nacional de Imunização, tem eficácia entre 60% e 70%.

“Nenhuma vacina é 100% eficaz.  Mas a eficácia das vacinas atuais desenvolvidas para combater a Covid-19 garante uma boa cobertura de imunização e influencia diretamente na diminuição do número de casos e internações”, afirma a médica intensivista Tatiana Carvalho do Hospital Municipal de Marabá.

Sobre os efeitos adversos após a primeira dose, a médica destaca que não é possível reduzir os imunizantes a casos isolados. “Graças a Deus temos a Coronavac que tem nos ajudado a iniciar esse processo de imunização e já tem dado resultados significativos. Em um plano geral, as reações acontecem em um nível muitíssimo baixo comparado com as pessoas que não apresentam sintomas e com os benefícios que a vacina pode trazer”, comenta a médica.

As equipes da Atenção Básica que aplicam as vacinas orientam o vacinado sobre os possíveis efeitos colaterais e, caso sejam persistentes, a procurar o serviço de saúde. É o que informa Fernando Gomes da Silva, coordenador de Imunização da SMS. Segundo ele, tomar a segunda dose é importante para completar o quadro vacinal, principalmente porque, em média, dez dias após a aplicação o sistema imunológico já está com o escudo ativado contra o vírus.

“Quando a pessoa não retorna para tomar a segunda dose, nós fazemos uma busca ativa por esse indivíduo para que ele venha completar sua imunização. Cada frasco da vacina corresponde a dez doses, então sempre fazemos a busca garantindo que esse número de pessoas receba o imunizante”, pontua Fernando.

Quando as doses não são administradas, a SMS informa a Secretaria de Saúde Pública do Pará (SESPA) para que as mesmas sejam realocadas para a próxima fase do cronograma de vacinação.

“Toda a população deve se proteger para proteger sua família e as pessoas que amam para assim termos um bom resultado e sairmos da melhor forma possível dessa pandemia”, finaliza o coordenador.

Serviço: É necessário que o idoso que já recebeu a primeira dose fique atento ao calendário de vacinação, ao dia marcado para a segunda dose na carteira de vacinação e ao site da Prefeitura de Marabá para qualquer alteração. No dia marcado, estar acompanhado com familiar ou amigo, evitar aglomeração, usar máscara e estar com os documentos em mão.

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Pará

PARAUAPEBAS: Mesmo com 28 novos leitos para casos da Covid-19, UTI’s continuam lotadas

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Mesmo com o novo espaço da Ala Covid do Hospital Geral de Parauapebas (HGP), inaugurado na quarta, dia 7, os leitos UTI’s e Enfermaria Clínicos na rede publica de Parauapebas, na região de Carajás, Pará, seguem totalmente lotados.

O município passou a contar com 68 leitos exclusivos para casos de Covid-19, dos quais 28 são de UTI e 40 Enfermaria Clínica.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico deste sábado, 10, a taxa geral de ocupação dos leitos é de 92%, sendo:

• Leitos de enfermaria SUS: 100%;
• Ocupação de UTI SUS: 100%;
• Taxa de ocupação de enfermarias particulares: 79%;
• Ocupação de UTI particular: 100%.

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