Connect with us

Bastidores

OPINIÃO: O que significa o silêncio no caso do Moisés da Sercon?

Publicado

em

“Que país é esse?” Já escreveu Renato Russo há mais de 30 anos. E as injustiças continuam…

No último dia 30 de junho de 2019 completou-se exatamente 10 meses do assassinato cruel e covarde do meu irmão Moisés Costa da Silva, o “Moisés da Sercon”, então prefeito de Miracema do Tocantins. Um crime planejado e executado friamente por alguém cujo o ódio e a ganância são maiores do que o temor a Deus.

Miracema vive um pesadelo em sua história política, muitas especulações e nenhuma resposta concreta do caso até agora. Por um lado a família sofrendo a dor da perda de um ente querido e por outro a população triste tentando entender o que aconteceu naquele 30 de agosto de 2018, o qual jamais será esquecido. População esta, que o elegeu democraticamente, dando-lhe uma vitória esmagadora com 84,62% dos votos válidos, o mais bem votado do Brasil proporcionalnente, avaliado pela comunidade como bom gestor.

Uma tragédia que mudou os rumos da cidade e em especial da família. Precisamos de respostas concretas e cobramos das instituições responsáveis pela elucidação e o desenrolar do caso, como a Secretaria de Segurança Pública e o Ministério Público. Mandante (s) e assassino (s) devem ser presos e punidos com o rigor da lei. Um crime bárbaro como este não pode ficar impune, pois situação igual ou semelhante pode ocorrer a qualquer família.

Não mataram um animal doente que precisava ser sacrificado para não adoecer os demais, mataram um Prefeito no exercício do mandato. Não importa a motivação do crime, queremos esclarecimentos concretos do que realmente aconteceu. Nenhum esclarecimento verdadeiro do caso vai doer mais do que ter recebido ele num caixão vítima de um assassinato frio e cercado de mistérios.

Cobramos soluções das autoridades e do Estado Democrático de Direito, da Secretaria da Segurança Pública e apoio da ATM – Associação Tocantinense dos Municípios, além de outras instituições e políticos, pois o Moisés morreu no exercício do mandato e o estado tem sim que dar uma satisfação não só para a família, mas para os Tocantinenses que clamam por justiça.

O que significa todo esse silêncio? O silêncio das autoridades é de fazer vergonha diante de um caso tão sério como este que pode acontecer com qualquer pessoa, a nossa luta continua com Deus e o povo ao nosso lado. Pois o tempo é o senhor da razão.

Viemos do mais distante sertão tocantinense fazendo história sem passar por cima de ninguém e nunca escondemos nossas origens. Uma família numerosa e honrada que ajudou a construir este estado. Repudiamos veementemente àqueles que por motivos politiqueiros tentam criar e espalhar fofocas em torno desse crime para destruir e manchar a história de um cidadão de bem e que não está mais aqui para se defender da maldade humana, tendo sua vida ceifada e sonhos interrompidos. Quem faz isso também ajuda a matar de uma certa forma, pois além de fazer a família sofrer, atrapalha as investigações.

Vivemos a esperança de que este crime seja desvendado e continuamos firmes graças a Deus.

Destruíram uma vida, jamais a história.

Fidel Costa é publicitário, servidor público e irmão mais velho do Moisés da Sercon

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Bastidores

Em Palmas, Luana Ribeiro declara apoio à candidatura de Vanda Monteiro

Publicado

em

Durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira, 26, na sede do Partido Social Liberal (PSL), em Palmas, a deputada estadual Luana Ribeiro (PSDB) declarou o seu apoio à candidatura de Vanda Monteiro (PSL) e Gerson Alves, na disputa pela prefeitura de Palmas. 

Na ocasião, Luana Ribeiro argumentou que foi uma decisão difícil, mas bem avaliada, e destacou o potencial e a disposição de Vanda Monteiro para trabalhar. “Temos vários candidatos à prefeitura de Palmas, mas eu entendi que o nome da Vanda e do Gerson têm despontado na cidade. A Vanda é minha colega na Assembleia Legislativa, além de ser uma mulher muito batalhadora, com potencial e disposição para trabalhar. Eu acredito muito na sua eleição”, disse. 

Para Vanda Monteiro, o apoio de Luana Ribeiro soma forças à sua candidatura. “Para mim é uma enorme satisfação receber o apoio dessa grande deputada que já tem quatro mandatos e faz um trabalho brilhante no Tocantins. Fico muito feliz em contar com seu apoio aqui na capital, pois soma conosco uma deputada muito atuante, além de determinada”, destacou. 

Durante a coletiva, a deputada estadual Luana Ribeiro também destacou a necessidade de unir pessoas, candidaturas e a oposição em prol de uma Palmas melhor. “Eu vim somar na candidatura da Vanda com o que eu sei fazer de melhor: o meu  trabalho”, acrescentou. 

Continue lendo

Bastidores

Barbiero lamenta suposto “rolo” no PSB e diz que denúncia de candidata contra Amastha deve ser investigada

Publicado

em

Candidato a prefeito pelo Podemos, Alan Barbiero lamentou, nesta segunda-feira, 26 de outubro, as graves denúncias feitas pela candidata a vereadora Giovanna Nazareno, do PSB, sobre a má condução e possível desvio de finalidade do dinheiro do fundo partidário destinado às candidaturas femininas da sigla socialista. “Eu que já presidi o partido em Palmas e ajudei a construir uma base para o PSB aqui na Capital, vejo com tristeza esses relatos tão graves. Os órgãos competentes precisam investigar a situação e punir caso encontrem mesmo essas irregularidades”, ressaltou.

Para Alan Barbiero, o candidato a prefeito Tiago Andrino (PSB) deve explicações públicas urgentes à sociedade. “Como que ele faz todo um discurso de nova política, de defesa da moral, de fim de privilégios e o partido dele tem uma situação constrangedora dessas vindo a público? Caso isso tenha mesmo ocorrido, é uma prática da política mais arcaica e antiga, aquela do cabresto, com partidos que não têm dirigentes, mas sim donos”, frisou Alan Barbiero.

Segundo Giovanna, por ordem do ex-prefeito Carlos Amastha (PSB), o dinheiro igualitário de 30% da chapa proporcional do PSB que deveria ser distribuído para as candidatas a vereadora, não foi distribuído assim e os repasses ficaram menores e desiguais. Além disso, ela acusa a atual direção do PSB da Capital de ter informado às candidatas valores muito acima do que realmente estariam sendo pagos pelos serviços jurídicos e de contabilidade na campanha.

Continue lendo

Bastidores

Candidata a vereadora denuncia suposto desvio de finalidade de recurso eleitoral por Amastha

Publicado

em

Continue lendo
publicidade Bronze