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Esporte

PA: Ameaçados pela degola, Paysandu e Atlético-GO ficam no 0 a 0 em Belém

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Os torcedores de Paysandu e Atlético-GO já viveram dias melhores. Fora da elite do futebol nacional desde 2005, o Papão, que disputou a Libertadores há dez anos, não consegue se encontrar na temporada e luta para não voltar à Série C. Já o Dragão, apesar de não ter a mesma história no Campeonato Brasileiro, vinha de três anos seguidos na primeira divisão até a queda, que parece não ter fim. O encontro das duas equipes, que se enfrentaram neste sábado, em Belém, não poderia ter destino diferente a não ser o único 0 a 0 da 24ª rodada da Série B.

O Paysandu até foi perigoso após alterações do técnico estreante Vágner Benazzi no intervalo, mas leva a pior com o empate e segue na zona de rebaixamento, com 24 pontos. Menos mal para a torcida paraense que o time ganha duas posições com o ponto conquistado e sobe para o 17º lugar. Acima do Papão está justamente o Atlético-GO, com 25 pontos, sendo a primeira equipe fora do Z-4. O Dragão terá mais um jogo fora de casa pela frente. No próximo sábado, visitará o Icasa, às 16h20m (de Brasília), em Juazeiro do Norte. Antes, na próxima terça, o Paysandu receberá a Chapecoense, às 19h30m (de Brasília), em Belém.

Primeiro tempo ruim na Curuzu

A falta de emoção no primeiro tempo ficou evidente após o apito final do árbitro Rodrigo Batista Raposo. Assim que a primeira etapa foi concluída, a torcida do Papão vaiou bastante o time. Também não era para menos. Em situação delicada na Série B, a equipe paraense não conseguiu se impor diante de um concorrente direto, que embora não fosse brilhante, pelo menos obrigava o goleiro Paulo Rafael a praticar algumas defesas. A primeira delas foi aos sete minutos, em cobrança de falta de João Paulo após boa jogada de Lennon. O meia rubro-negro bateu rasteiro, no canto do goleiro, que mandou para escanteio.

Guilherme Santos, aos 22, e Dodó, este com mais perigo, também mostravam que o Dragão era mais organizado em campo. Estreante, o técnico do Paysandu, Vágner Benazzi, até contava com a ajuda do auxiliar Rogerinho, porém, o estilo explosivo do treinador logo apareceu e ele tomou conta da área técnica. Em campo, o Papão não conseguiu traduzir as orientações em lances de perigo. Gilton, aos 38 minutos, chutou bem de fora da área, só que a bola foi para fora.

Benazzi muda o Papão, e Márcio salva o Atlético-GO

Vágner Benazzi não demorou muito a perceber que seria preciso fazer alterações para mudar o panorama da partida. O Papão voltou para o segundo tempo com Iarley e Heliton nas vagas de Gilton e Jaílton. Com mais gente no ataque e com o experiente Iarley contribuindo na armação das jogadas, os donos da casa foram para cima e fizeram muito mais do que no primeiro tempo. O lance de perigo do Atlético-GO foi aos dez minutos, quando Ernandes lançou Anselmo. O atacante serviu João Paulo, que deu carrinho dentro da área e quase abriu o placar.

Entretanto, o lance de João Paulo já era uma jogada de contra-ataque. Quatro minutos antes, Vanderson havia arriscado ótimo chute de fora da área, tirando tinta da trave de Márcio. O goleiro rubro-negro não precisaria mais contar com a sorte e sim com a competência para segurar o empate. Aos 19, Aleilson tabelou com Marcelo Nicácio, chutou de esquerda, e viu o goleiro rival espalmar para escanteio. Em seguida, Márcio ainda evitou gols Nicácio e Heliton em lances dentro da área. O Papão seguiu no ataque, mas não conseguiu furar o bloqueio do Atlético-GO.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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