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Esporte

PA: Brasiliense vence Águia de Marabá e se firma na zona de classificação

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O Brasiliense não teve dificuldade para vencer o Águia de Marabá no estádio Serejão, em Taguatinga, na manhã deste domingo. Apesar do horário atípico – a partida começou às 10h – o jogo foi bastante movimentado, principalmente no primeiro tempo. Com um futebol mais objetivo e eficiente, os donos da casa venceram por 2 a 0 e agora chegam aos 29 pontos, se firmando no G-4 da Série C do Brasileiro.

Do outro lado, a equipe paraense fica em situação delicada, tendo a classificação ameaçada. Permanecendo com 25 pontos, mas pode ser ultrapassado por Sampaio Corrêa e Santa Cruz, que jogam nesta tarde, e também pelo CRB, que atua apenas na quarta-feira. Dependendo dos resultados desses três jogos, o Azulão pode até se aproximar da zona de rebaixamento.

O Jacaré do Distrito Federaral volta a campo no próximo domingo, também às 10h, para enfrentar o Treze, no Serejão. Já o Águia tem pela frente o Baraúnas, também no domingo, no Zinho Oliveira, em Marabá, às 16h.

Jacaré abre o placar logo no início

Jogando em casa, o Brasiliense não precisou de muito tempo para abrir o placar. Logo na primeira jogada de perigo a equipe mandante conseguiu marcar. Aos 4 minutos, Válber foi até a linha de fundo pela esquerda e cruzou rasteiro, Jefferson Maranhão se antecipou da marcação de Anderson Luiz e desviou para o fundo do gol: 1 a 0.

Depois de inaugurar o placar, o Jacaré diminuiu o ritmo, se fechou e explorou os contra-ataques. A postura fez o Águia crescer na partida, porém o Azulão teve pouca eficiência ofensiva. As subidas de Bocão pela direita, tabelando com Válber e Jefferson Maranhão, levaram perigo à defesa aguiana, que mostrou muita dificuldade em cortar os cruzamentos, tanto rasteiros quanto aéreos.

Tanto é que o segundo gol do jogo saiu novamente de uma bola alçada na área. Aos 24, Jefferson Maranhão cruzou da direita, Válber subiu e não alcançou a bola, mas Washington, no segundo pau, cabeceou no contrapé de Jair e deixou o Brasiliense em situação confortável: 2 a 0. Novamente de cabeça, Washington ainda marcou o terceiro do Brasiliense no primeiro tempo, mas o árbitro viu falta do atacante do Brasiliense em cima de Keno e o gol foi anulado.

A equipe paraense teve mais posse de bola, mas mostrou dificuldade de entrar na área do Brasiliense. A alternativa então era arriscar chutes de longe, que poucas vezes levaram real perigo ao goleiro Welder. A melhor chance do time visitante foi com Diego Palhinha, aos 28 minutos. O meia do Azulão chutou forte, rasteiro, da entrada da área. Welder se esticou e conseguiu espalmar.

Águia pressiona, mas não consegue marcar

Após o intervalo, as duas equipes voltaram a campo sem alterações. No entanto, o calor e a pouca humidade típicas desse horário em Taguatinga fizeram com que as duas equipes sentissem o desgaste físico na etapa complementar. Até por isso, o segundo tempo começou com o Brasiliense tendo uma postura mais cautelosa, ao contrário de etapa inicial, quando começou de forma arrasadora. Assim, o Jacaré administrou a partida tocando a bola com tranquilidade e deixando o Águia “na roda”.

A atitude do técnico aguiano, João Galvão, então, foi fazer duas substituições para deixar a equipe mais ofensiva. Aos 13 minutos, saíram o lateral-direito Neno e o meia Diego Palhinha para as entradas do meia Flamel e do atacante Luís Fernando.

As trocas funcionaram. O Azulão começou a pressionar os donos da casa. Aos 18, Flamel entrou na área e rolou para Keno, que furou a bola de frente para o gol. Do outro lado, o auxiliar Eduardo Souza, que substitui o suspenso técnico Roberto Fonseca a beira do gramado, também mexeu na equipe. Ele teve que sacar Jefferson Maranhão, que voltou a sentir lesão na coxa, e colocou Luquinhas. Válber, cansado, também saiu para Peninha entrar em campo.

Aos 25, pouco depois de entrar em campo, Luquinhas perdeu chance incrível. Em um contra-ataque fulminante pelo meio, ele saiu cara a cara com o goleiro Jair e chutou para fora.
Passada a metade do segundo tempo, o Brasiliense voltou a equilibrar a partida. Nem a parada técnica ajudou o Águia a descansar um pouco e aguentar o calor. O jogo ficou “lá e cá”, mas faltou pontaria para mexer no placar, que permaneceu o mesmo do primeiro tempo.

Pouco antes do fim do jogo, o atacante Luquinhas ainda acabou sendo expulso aos 43 minutos. O jogador do time brasiliense fez falta dura em Flamel e recebeu o seu segundo cartão amarelo na partida.

Mesmo com um jogador a mais, o Águia não teve tempo de diminuir a vantagem do Jacaré e tentar o empate. Final de jogo: 2 a 0 Brasiliense, que deu a liderança momentânea do Grupo A ao time candango.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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