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Esporte

PA: Cametá vence o Remo e fica a um empate do título

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Um time que fica sem jogar por 36 dias, tem um técnico que só o treinou por duas vezes e é obrigado a jogar a mais de 100 quilômetros de distância da sua cidade, em um estádio tomado pela torcida adversária pode vencer em uma decisão de campeonato? Pode! Assim, fez o Cametá na noite desta segunda-feira (7), sobre o gramado do Mangueirão, em Belém, ao derrubar o Remo na primeira batalha da final do Parazão 2012 pelo placar de 2 a 1.

O resultado, além de conseguir deixar o estádio em ‘silêncio’, deixou o Mapará elétrico com a vantagem de poder até empatar para conquistar o seu primeiro título estadual e entrar para a história do futebol paraense como o segundo time interiorano a levantar a Taça Açaí. O primeiro foi o Independente, há apenas um ano, diante do Paysandu.

1º tempo

Apesar de ter o desfalque certo do capitão Diego Barros, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o técnico foi para a partida com o time totalmente definido, até que o volante Jhonnatan – considerado uma das grandes revelações azulinas – pediu para não jogar por conta de dores no tornozelo. O Remo subiu a campo com Alan Petterson e a obrigação de vencer diante da torcida, mas com o nervosismo em alta.

Aliás, o nervosismo se mostrou presente no Leão, principalmente, nos lances de ataque, quando Edinho e Magnum perderam duas grandes chances de gol. Na primeira, aos 6 minutos, o camisa 3 azulino aproveitou a bobeira da zaga cametaense, após a cobrança de escanteio, para soltar um torpedo de dentro da área e mandar a redonda muito próximo ao travessão.

Já o lance de Magnum, que chegou a dominar a bola dentro da área mas teve o chute travado por Américo, foi ainda mais cobrado pela torcida, já que aconteceu aos 16 minutos, quando o placar da partida já estava 1 a 0 para o Mapará, com o gol de cabeça feito pelo zagueiro Gil Cametá – o substituto de Tonhão, que segue se recuperando de uma fratura na perna sofrida em uma partida contra o Remo, no Baenão.

O Remo voltou ao ataque e, desta vez, lamentou por conta da boa atuação do ex-remista Evandro. O goleiro cametaense foi no canto esquerdo para espalmar para escanteio o cabeceio do zagueiro Edinho, aos 25. Então aconteceu o que a torcida remista mais temia! Na segunda chance de gol na partida, o Cametá mexeu no placar novamente após Américo ganhar da marcação de Juan Sosa dentro da área e mandar para o arremate, de primeira, do artilheiro Rafael Paty. Com o gol, o camisa 9 cametaense empatou com Branco na ponta da lista de goleadores do campeonato paraense, com 11 gols.

2º tempo

Enquanto a torcida esperava pr um Remo mais ofensivo com a entrada do atacante Marciano no lugar do volante Alan Petterson, o Cametá tratou de dar o primeiro grande ataque da segunda etapa. Este, aliás, começou com um passe errado no meio de campo remista, que terminou com Soares. O camisa 8 do Mapará lançou Jaílson na ponta, que tocou rapidamente para Rafael Paty. O artilheiro dominou na frente da área, mas teve Adriano a sua frente e recuou a jogada, que terminou com o chute de Marcelo Maciel na zaga azulina. Tudo isto ainda no primeiro minuto.

Aos 9, uma triangulação entre Cassiano, Magnum e Aldivan chegou próximo aos pés de Fábio Oliveira dentro da área, se o cametaense Halyson não tivesse aparecido no meio da área para cortar para escanteio. Mas, dois minutos depois, veio o gol da noite. Reis recebeu a redonda na ponta da área cametaense, puxou a bola para o pé direito e a mandou no ângulo de Evandro, que se esticou todo, mas nem conseguiu tocar na redonda.

Já aos 39, após Evandro ter aparecido em grande estilo para cortar os lançamentos em profundidade dentro da área para Cassiano e Reis, a torcida remista voltou a vibrar quando o árbitro Dewson de Freitas marcou um pênalti de Gil Cametá em Cassiano. Marciano foi para a cobrança pela primeira vez após seu retorno ao Clube do Remo e, assim como em sua última cobrança – contra o Santos pela Copa do Brasil de 2011 -, bateu a bola no travessão.

Ficha do jogo (Cametá 2 x 1 Remo)

Cametá – Evandro; Américo, Gil, Halysson e Souza; Júlio César, Ricardo Capanema, Soares (Moisés) e Ratinho; Jaílson (Marcelo Maciel) e Rafael Paty. Técnico: Sinomar Naves            Remo – Adriano; Thiago Cametá (Cássio), Edinho, Juan Sosa e Aldivan; André, Alan Petterson (Marciano), Reis e Magnum; Cassiano e Fábio Oliveira (Betinho). Técnico: Flávio Lopes

Local: Mangueirão (Belém) Hora: 20:30 Árbitro: Dewson Freitas Assistentes: Luis Diego Nascimento Lopes e Diogenes Serrão Regra-Três: Edeval Figueiredo
Público: 15.286 (11.836 pag. e 3.450 cred.) Renda: R$ 180.245,00

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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