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Esporte

PA: Ceará bate o Paysandu pelo Brasileiro Série B

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Em jogo marcado por três gols anulados e pouca inspiração em campo, o Ceará bateu o Paysandu por 1 a 0, na noite desta terça-feira, no Estádio Presidente Vargas, pela segunda rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Com gol de Mota na etapa complementar, o Vovô chegou à primeira vitória na Segundona e soma quatro pontos. O Papão, que saiu de campo reclamando muito da arbitragem, tem apenas um ponto marcado, já que empatou no jogo de estreia.

Não foram só os gols anulados que marcaram a partida no PV. Os dois goleiros do jogo tiveram que ser substituídos ao longo da partida. Zé Carlos se machucou após uma defesa e foi substituído por Paulo Rafael, no Papão. E Fernando Henrique teve que deixar a meta do Ceará, pois estava se recuperando de uma virose, dando vaga a Dionantan.

Na terceira rodada, o Ceará enfrenta o ABC, na sexta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Frasqueirão. O Vovô terá o importante retorno do meia Lulinha, que cumpriu suspensão automática contra o Papão no PV.  Já o Paysandu joga contra América-RN, no mesmo dia, às 19h30m, na Arena Verde, pela terceira rodada da competicão.

Pressão do Vovô

Em busca da primeira vitória na Série B, o Ceará pressionou o Paysandu desde o começo. No primeira jogada de perigo do Vovô, aos três minutos, Mota aproveitou o vacilo de Diego Bispo, que cortou mal a bola, e tentou tocar rasteiro na área, mas Raul afastou, mandando para escanteio. Aos sete, em jogada iniciada também com o Mota, Macena mandou uma bomba por cima do travessão do Papão. O árbitro, no entanto, já marcava impedimento.

Enquanto o Ceará ia para cima do adversário, o time paraense não conseguia criar jogadas de perigo. A primeira tentativa do Papão só veio aos 20 minutos, quando Alex Gaibú cruzou para Eduardo Ramos. O meia do Paysandu, porém, não conseguiu alcançar a bola.

O Vovô pressionou mais depois dos 30 minutos. Primeiro com o lateral-esquerdo Renan Luís, que, dentro da área, chutou forte no gol de Zé Carlos, que fez uma ótima defesa. Depois com Ricardinho, que tentou “gol olímpico”, mas o goleiro do Papão salvou novamente.  A resposta dos bicolores veio com Janilson, que recebeu na linha de fundo e cruzou de perna direita. Atento, Fernando Henrique fez a defesa.

Nos minutos finais do primeiro tempo, o Ceará desperdiçou mais uma chance de largar na frente. Aos 44, Macena aproveitou cruzamento e chutou, mas a zaga do Paysandu tirou em cima da linha. Nos acréscimos, o Papão também assustou a torcida alvinegra no PV. Em  chute de Alex Gaibú, Fernando Henrique fechou o gol e, com uma defesa milagrosa, evitou que a equipe de Leandro Campos fosse para o intervalo em desvantagem.

– A equipe está bem postada, focada no jogo. O Ceará aqui dentro é muito forte. Tem o segundo tempo e é muito difícil – declarou Janilson, do Paysandu, no intervalo.

Mota brilha

A etapa complementar começou com o Papão no ataque. Ainda no primeiro minuto, a equipe comandada por Lecheva cobrou falta, e Careca colocou no fundo das redes, mas a arbitragem assinalou uma falta de ataque. Seis minutos depois, foi a vez de o Ceará também ter um gol anulado. Rafael Cruz cruzou, o atacante Macena colocou para dentro de cabeça. O árbitro, no entanto, marcou um empurrão do atacante em Ricardo Capanema e não validou o gol.

Apesar de se movimentarem bastante, as duas equipes não retornaram com postura diferente da adotada na etapa inicial. Rafael Vaz chegou pela esquerda e viu Macena na área, que chutou e obrigou Zé Carlos a fazer defesa. No lance, o goleiro do Paysandu sentiu e precisou ser substituído por Paulo Rafael, aos 15 minutos.

Não demorou para que a equipe visitante tivesse mais um gol anulado. Após cobrança de escanteio, Raul fez de cabeça o que seria o primeiro da equipe. Segundo o árbitro, houve falta de ataque do zagueiro no PV.

Diante de tantos gols anulados, Mota foi quem teve o privilégio, de fato, de abrir o placar no estádio Presidente Vargas. Aos 23, Ricardinho bateu forte de fora da área, Paulo Rafael defendeu e, no rebote, o ídolo alvinegro não desperdiçou, deixando a marca dele. Na comemoração, acabou recebendo cartão amarelo ao subir no alambrado do PV.

O empate do Paysandu poderia ter vindo aos 29 com o lateral Janilson, mas Diónantan, que entrou no lugar de Fernando Henrique no segundo tempo, fez a defesa e livrou a equipe da reação adversária. Até o fim da etapa complementar, as duas equipes seguiram com futebol equilibrado. Aos 45, o Paysandu teve a sua melhor chance. Após cruzamento rasteiro de Heliton, Careca se jogou, mas não chegou na bola, que foi pela linha de fundo. Após o apito final, os jogadores da equipe paraense cercaram o árbitro, revoltados com os gols anulados.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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