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Esporte

PA: Com briga, socos e golaço, Paysandu perde para o Palmeiras

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O alerta foi dado por Gilson Kleina na véspera da partida. Mesmo com a ótima campanha, era necessário esquecer a estreia na Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, pensar somente no Paysandu e, acima de tudo, respeitar o adversário paraense. Em jogo nervoso e na base da raça, o Palmeiras conseguiu superar a vantagem dos visitantes no Pacaembu e, nos acréscimos, virou para 3 a 2 e garantiu importante vitória no Campeonato Brasileiro da Série B.

Bem posicionado na defesa, o Papão montou retranca e apostou nos contra-ataques. A tática deu certo, tanto que conseguiu abrir 2 a 0, com gols de Pablo e Pikachu. Quando tudo parecia perdido para os palmeirenses, porém, o time foi buscar a reação. Mas, antes da virada, uma grande confusão na segunda etapa mexeu com as duas equipes. Após disputa de bola entre Vanderson e Wesley, jogadores de Palmeiras e Paysandu trocaram socos e empurrões na lateral do gramado. Pior para Fábio Sanches e Wesley, que acabaram expulsos pelo árbitro Gilberto Rodrigues Castro Júnior. Pouco depois, com gols de Mendieta e Leandro, o Verdão garantiu seu 12º triunfo no torneio.

O resultado levou o Alviverde aos 40 pontos, na liderança isolada da Série B, e ao 11º jogo de invencibilidade. Já o Paysandu, que segue sem pontuar como visitante, continua na zona de perigo, com 15 pontos. As duas equipes voltam a campo pelo torneio no próximo fim de semana. No sábado, o Verdão vai a Varginha para enfrentar o Boa Esporte. Já o Papão, em casa, recebe o Icasa. Antes, na quarta, o Palmeiras encara o Atlético-PR pela Copa do Brasil.

Sonolento, Palmeiras vê Paysandu abrir o marcador

De um lado, uma equipe displicente e que não repetiu o bom futebol das últimas partidas. Do outro, um adversário que, tecnicamente inferior, foi aplicadíssimo taticamente e que, quando teve a chance de marcar, não desperdiçou. As principais peças do Alviverde praticamente não entraram em campo e sofreram com a boa produção dos paraenses.

Apesar de a equipe estrear na Copa do Brasil na quarta, Kleina mandou força máxima a campo. Mas o que se viu foi um time fora de foco e que errou praticamente tudo o que tentou nos 45 minutos iniciais. O primeiro lance bom foi uma cobrança de falta de Luis Felipe, que exigiu grande defesa de Marcelo. No mais, o Palmeiras teve mais posse de bola, mas abusou do direito de errar passes e, principalmente, de forçar o jogo pelo meio, onde a marcação do Paysandu foi eficiente. Em vários lances, os dez atletas de linha do time paraense se postaram atrás do meio-campo.

A defesa alviverde acompanhou o ataque na tarde infeliz. O Paysandu assustou aos 13, quando perdeu uma chance com Vanderson e não perdoou no minuto seguinte. Após erro de passe de Luis Felipe e falha de Vilson, Marcelo Nicácio tocou para Pablo, que invadiu a área e marcou. Em desvantagem, o Verdão mostrou vontade, mas sem jogadas pelas laterais e sem coordenação pelo meio, criou muito pouco.

Na última chance do primeiro tempo, a melhor oportunidade para os donos da casa. Mendieta invadiu a área pela esquerda e tentou jogada individual. Após dividir com o marcador, o paraguaio rolou para Leandro, que quase dentro da pequena área obrigou Marcelo a fazer a defesa e manter a vantagem dos visitantes antes do intervalo.

Papão abre vantagem, mas Verdão vai buscar

O Verdão voltou com uma alteração para o segundo tempo. Apagado, Charles saiu para a entrada de Felipe Menezes. No Paysandu, Tallys entrou na vaga de Marcelo Nicácio. Com apenas cinco minutos, Kleina foi obrigado a mexer novamente no Alviverde, já que Vilson sentiu lesão e foi substituído por Tiago Alves, que fez sua estreia. Com dois meias de criação, a expectativa era que o time paulista conseguisse se soltar em campo.

Não foi o que aconteceu. O Palmeiras, mesmo abrindo o jogo pelas pontas, seguiu displicente em campo. Algumas peças, como Leandro e Wesley, pouco acertavam o que tentavam. Quando o time conseguia criar, Marcelo trabalhava bem na meta paraense. No momento em que Gilson Kleina chamou Ronny para entrar na vaga de Leandro, o Paysandu fez o segundo gol. Em rápido contra-ataque, Pikachu recebeu de Iarley e, cara a cara com Prass, bateu por cobertura. Um golaço: 2 a 0 no placar.

Kleina, então, partiu para o tudo ou nada, colocando Ronny, mas sacando Márcio Araújo. O time, mesmo sem organização, conseguiu diminuir a vantagem com Alan Kardec, após belo cruzamento de Luis Felipe. Com o gol, os paulistas se animaram e foram para cima. Aos 33, no entanto, uma confusão generalizada na lateral esquerda parou o jogo por cinco minutos. Vários atletas se estranharam e o árbitro Gilberto Rodrigues Castro Júnior expulsou Wesley e Fábio Sanches.

Quando o jogo recomeçou, o Verdão achou o empate aos 39, com Mendieta, que aproveitou sobra da defesa paraense e, de fora da área, mandou de primeira, no canto esquerdo de Marcelo. Mais um golaço. Logo após, o goleiro do Paysandu agrediu Alan Kardec, mas não foi expulso.

Os ânimos continuaram exaltados até o fim, quando o Verdão conseguiu a virada. Após cobrança de falta, Henrique dividiu pelo alto com Marcelo. A bola ficou viva na grande área e sobrou para Leandro, que completou para o fundo do gol. Explosão da torcida paulista no Pacaembu e liderança cada vez mais isolada para o Palmeiras.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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