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Esporte

PA: No sufoco, Paysandu vence Figueirense e deixa Z-4

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Na zona de rebaixamento desde a última rodada, ao Paysandu só interessava a vitória, que pareceu distante quando Tchô abriu o placar para o Figueirense aos 28 do primeiro tempo. Mas a virada dos paraenses teve inicio ainda na etapa inicial, de pênalti, com Marcelo Nicácio, que ainda virou o jogo em um lance de oportunismo. Foi assim que o Papão venceu o Figueira nesta terça-feira, dia 30, no Estádio da Curuzu, em Belém, pelo placar de 2 a 1.

Com o resultado, o Paysandu deixou o Z-4 e, agora, ocupa a 15ª posição da Série B do Brasileirão 2013, com 12 pontos. A equipe se prepara para enfrentar outro catarinense. Dessa vez a “batalha” será contra o Avaí, que também venceu na rodada e está logo abaixo na tabela. Já o Figueirense se manteve em quarto, beneficiado pelo empate sem gols entre Paraná e Bragantino. A equipe terá o Joinville pela frente na 12ª rodada. Ambos jogam fora de casa no próximo sábado.

Figueira sai na frente, e Papão empata de pênalti

A dinâmica inicial do jogo mostrou um Paysandu partindo para cima do adversário, tentando impor seu ritmo de jogo. O Figueirense, por outro lado, logo equilibrou e mostrou uma equipe mais entrosada, com toques rápidos pelas laterais e chegadas com facilidade ao gol de Marcelo, principalmente com Tchô e Ricardo Bueno. Pikachu, pelo Papão, também levava perigo à meta do alvinegro já que atuava como uma espécie de ala pela direita.

Depois dos 25 minutos do primeiro tempo, a postura do time paraense parecia outra, reavaliada pelo interino Rogerinho Gameleira e os avanços ao ataque aconteciam com cuidado excessivo. O castigo veio depois que Janilson, que não goza do prestígio da torcida bicolor, falhou no meio-campo e permitiu o contra-ataque dos catarinenses, que foi concluído por Tchô depois da falha de dupla da defesa do Paysandu: 1 a 0 Figueira.

O Figueirense continuou jogando certinho. Não se atirava ao setor ofensivo, apertava a marcação e apostava nos contra-ataques, sempre levando muito perigo ao gol do Paysandu. Teve até a chance de ampliar, mas acabou levando o empate num momento inesperado, pois era melhor em campo. Yago Pikachu sofreu pênalti que foi convertido por Marcelo Nicácio: 1 a 1, e a torcida paraense voltava a se atiçar nas arquibancadas.

Ex-Figueira faz a diferença para o Paysandu

O segundo tempo começou parecido ao primeiro e o Paysandu foi ao ataque. Antes do primeiro minuto, Iarley fez o que ainda não havia feito na etapa inicial: apareceu para o jogo com boa assistência. Pouco para o que se esperava dele. Depois disso, o Figueirense voltou a explorar os contra-ataques e as jogadas de bola parada, também sem sucesso. Quando a partida parecia apática, um ex-alvinegro voltou a mostrar faro de gol. Nicácio desempatou.

O gol animou o Paysandu e o time tentou aproveitar o melhor momento. Teve chance de ampliar com Marcelo Nicácio e Diego Barboza, mas Tiago Volpi conseguiu evitar nos dois lances. Em seguida, a partida mudou de cenário e o Figueira deixou o meio-campo, já com Rafael Costa no lugar de Tchô, mais livre para tentar forçar um novo empate no placar. Já o Papão se segurava, mesmo com Rogerinho Gameleira, até então, sem alterar o esquema tático.

No começo da reta final, por volta das 35 minutos, o time da casa sofreu ainda mais quando o artilheiro do jogo, Marcelo Nicácio, deixou o gramado com dores musculares. Contudo, o jogo ficou mais movimentado, lá e cá, como se diz na gíria do futebol. O Figueirense queria o empate a todo custo, jogava com cinco homens na frente. Enquanto isso, o Paysandu tentava aproveitar o erro adversário para sair com os três pontos e acabou conseguindo.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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