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Esporte

PA: Paysandu despacha o Sport no Recife e avança na Copa do Brasil

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Assim como ocorreu na semana passada no estádio Mangueirão, em Belém, o Sport foi envolvido pelo Paysandu e dessa vez acabou perdendo por 4 a 1. A equipe paraense, que podia até empatar para se classificar às oitavas de final da Copa do Brasil – vencera por 2 a 1 em casa -, definiu a classificação com estilo no segundo tempo.

Para o técnico Lecheva, a vitória teve gosto de vingança. Em 2006, durante a final do Pernambucano entre Sport e Santa Cruz, o treinador, que na época era jogador tricolor, perdeu um pênalti e fez a alegria do Leão. O adversário do Paysandu na próxima fase será o Coritiba. O primeiro confronto entre o Coxa Branca e o Papão ainda não tem data definida.

A próxima partida do Sport será contra o Santa Cruz no próximo domingo na Ilha do Retiro. O Clássico das Multidões, como o embate é conhecido em Pernambuco, vale a liderança do estadual para o Leão. Basta empatar para garantir a primeira colocação na fase classificatória e ter o direito de fazer os últimos jogos da semifinal e final diante de sua torcida.

O Paysandu volta as atenções para a semifinal do Campeonato Paraense. No primeiro jogo, perdeu por 1 a 0 para o Águia de Marabá e agora terá a chance de dar o troco no rival em casa, no estádio Mangueirão, no próximo sábado.

Yago Pikachu marcou gol do Paysandu e abriu a goleada (Foto: Aldo Carneiro)

Papão intimida o Leão

Pressionado pela busca de um resultado positivo, já que o empate não lhe era favorável, o Sport partiu para cima do Paysandu e nos minutos iniciais já estava marcando presença na área adversária. A disposição do Leão abriu espaço para o Bicolor tentar os contra-ataques e os paraenses não se intimidaram. Aos cinco minutos, os visitantes deram o primeiro chute a gol em cobrança de falta.
A ofensividade do Paysandu, inclusive, pôde ser vista ao longo de boa parte do primeiro tempo. Os paraenses surpreenderam quem esperava uma postura mais defensiva e chegaram ao ataque em vários momentos. Aos 12 minutos, os visitantes tiveram uma excelente chance de abrir o placar com Thiago Potiguar. O jogador ficou cara a cara com o goleiro Magrão, mas chutou fraco e possibilitou a defesa.

Paysandu foi melhor do que Sport no primeiro

O Sport também arriscou subidas ao ataque, mas sem muito ímpeto. Os chutes do Leão no primeiro tempo saíram dos pés do atacante Willians e do lateral Renê. Antes do intervalo, o técnico Mazola Júnior se viu obrigado a realizar uma substituição: Willians, machucado, precisou sair e deu lugar a Jheimy.

Jael balança as redes, mas gol é anulado

A alteração não resultou em benefícios táticos para o Sport e a equipe continuou chegando ao ataque, mas sem qualidade no arremate final. Nem mesmo Marcelinho Paraíba, artilheiro do time na temporada, com 13 gols, e destaque em quase todas as partidas, estava inspirado. Os donos da casa até conseguiram abrir o placar com Jael, mas o juiz Paulo César de Oliveira viu toque de mão do atacante e anulou o gol.

A partir dos 35 minutos, o desespero começou a rondar o time do Sport e os jogadores rubro-negros passaram a arriscar chutes de longa distância. Naldinho e Marcelinho Paraíba tentaram, mas estavam com o pé descalibrado. O Paysandu foi mais contundente e quase marcou com Rafael Oliveira. O camisa 11 recebeu um belo passe de Thiago Potiguar e só não fez o gol graças ao goleiro Magrão.

Antes do apito final, o Sport ainda assustou com Marcelinho Paraíba. Em cobrança de falta, ele obrigou o goleiro Paulo Rafael a se esticar todo para agarrar uma bola no canto. O jogo foi até os 49 minutos por conta de uma paralisação. O árbitro Paulo César de Oliveira interrompeu a primeira etapa nos minutos finais para que a polícia tentasse identificar o torcedor do Leão que estava usando um laser para atrapalhar o camisa 1 do Bicolor.

Atacante Jael não teve muitas oportunidades no setor ofensivo (Foto: Aldo Carneiro)

Cinco gols no segundo tempo

Para o segundo tempo, o Sport entrou em campo modificado. O técnico Mazola Júnior tirou Rivaldo e colocou Marquinhos Paraná. O Paysandu voltou ao gramado com a mesma formação da etapa inicial e tomou um susto aos dois minutos de jogo. Em uma jogada envolvendo Jael e Renê, o goleiro Paulo Rafael foi obrigado a tirar a bola da área com os pés. Um minuto depois, foi a vez de Marcelinho Paraíba chutar a gol.

Mazola Júnior foi obrigado a fazer a terceira mudança no Sport, pois Naldinho pediu para sair. Dessa maneira, Ruan entrou no jogo e o Leão ensaiou crescer na partida. Aos 14 minutos, Marcelinho Paraíba quase pega o goleiro Paulo Rafael de surpresa. Um minuto depois veio o balde de água fria. Yago Pikachu avançou no contra-ataque e tocou na saída de Magrão para abrir o placar. Três minutos após o primeiro gol, Hellinton, que havia acabado de entrar no Paysandu, ampliou a favor dos visitantes.

Apesar da desvantagem no placar, o Sport não arrefeceu os ânimos e se lançou ao ataque. Teve boas chances, mas o gol só saiu aos 31 minutos dos pés do zagueiro Bruno Aguiar. Depois de diminuir a diferença, a equipe pernambucana seguiu em cima, mas foram os atletas do Paysandu que voltaram a sorrir. Aos 39 minutos, em um vacilo da defesa dos donos da casa, Hellinton marcou o terceiro gol e aos 49 minutos Rafael Oliveira sacramentou a classificação dos paraenses.

Paysandu se mostrou superior na maior parte do jogo e saiu feliz de campo (Foto: Aldo Carneiro)

 

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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