Connect with us

Esporte

PA: Paysandu enfrenta o Sport disposto a quebrar tabu

Publicado

em

Pode até gerar polêmica, mas para a maioria dos torcedores bicolores o jogo de hoje, contra o Sport (PE), em Recife, é o mais importante do Paysandu na temporada de 2012, ao menos neste primeiro semestre. A expectativa é grande para este jogo válido pela segunda rodada da Copa do Brasil, principalmente pelo que o Papão apresentou no primeiro jogo, quando a equipe venceu por 2 a 1 – e poderia ter sido mais –, na quarta-feira passada.

Porém, a grande preocupação de quem acompanha o bicolor de perto é saber qual Paysandu entrará em campo logo mais, às 22h, no estádio da Ilha do Retiro. Se for o Papão vibrante, rápido e muito perigoso que venceu o Leão pernambucano no meio da semana passada, a expectativa é de uma possível classificação, mas se for o time apático, cansado e sem vontade que perdeu para o Águia de Marabá no final de semana que passou, pela semifinal do Campeonato Paraense do segundo turno, o tabu de o bicolor paraense nunca ter passado pela segunda fase da Copa do Brasil perdurará por mais um ano.

A chance de retornar a Belém classificado é grande, o Paysandu joga por dois resultados: empate ou vitória. Entretanto, os confrontos do Papão contra equipes do nordeste nesta fase da competição não é muito boa. Até agora foram três jogos e três eliminações, sendo a mais dolorosa em 2007, quando foi derrotado por 5 a 0 pelo Náutico (PE). Então, o momento agora é esquecer o passado e fazer de tudo para trazer essa classificação para o torcedor bicolor que se acostumou com grandes conquistas.

É a grande chance dos bicolores

O Papão entra em campo hoje à noite com a grande chance de passar à terceira rodada da Copa do Brasil pela primeira vez. Para chegar a esta marca histórica, o Paysandu precisa evitar a derrota para o Sport fora de casa, quebrando um tabu chato.

No retrospecto de confrontos contra equipes do nordeste na segunda rodada, a equipe bicolor pegou o Ceará em 2005. Venceu em casa por 2 a 0, mas foi goleado em Fortaleza por 4 a 0. Em 2007 foi a vez do Náutico (PE). Jogando em Belém, o Paysandu venceu o Timbu com a contagem mínima, porém foi massacrado pelo alvirrubro pernambucano por 5 a 0, no jogo da volta.

Mas, ano passado, o bicola pegou o Bahia e, por pouco, não conseguiu passar de fase. Depois de um 0 a 0 em Belém, o Paysandu foi para Salvador podendo empatar com gols ou uma vitória simples que traria a vaga para casa, mesma condição deste ano. Apesar de o Papão ter saído do primeiro tempo com dois tentos atrás, o segundo tempo veio e o zagueiro Marcos acabou marcando um gol contra a favor do Paysandu e o time alviceleste pressionou até o final, mas não conseguiu marcar o gol de empate.

Para o técnico Lecheva, o tabu existente não prejudica o time em nenhum momento. “Eu acho que na verdade esses tabus servem para incentivar. Tínhamos o tabu de mais 51 anos que não vencíamos o Sport e quebramos esse tabu. E o grupo está bastante focado em busca de mais uma quebra (tabu)”, explicou o técnico, que prometeu, no mínimo, o mesmo comportamento que a equipe teve no primeiro jogo. “Sabemos que as coisas lá tendem ser um pouco mais difíceis, mas eu acho que depende muito da gente, também”, completou.

No esquema tático de Lecheva, sai Brayan e entra o zagueiro Pablo

De opção no banco de reservas durante os jogos, o zagueiro Pablo ganhou a posição do lateral esquerdo Brayan e iniciará entre os onze titulares esta importante partida contra o Sport Clube Recife. Como o lateral de ofício não vinha correspondendo às expectativas há alguns jogos, Pablo foi acionado para o lado esquerdo bicolor na primeira partida, na quarta-feira passada, em Belém.

Para o jogo de hoje, valendo a classificação à terceira rodada da Copa do Brasil, Pablo tem a missão de parar o veloz Moacir, que fez o seu companheiro Brayan de gato e sapato. Porém a intenção do técnico Lecheva é utilizar Pablo pelo lado esquerdo e variar a equipe taticamente durante o jogo – recuando Pablo para compor um sistema de três zagueiros e liberando o lateral Yago Pikachu como ala pela direita e o meia Leandrinho pela esquerda, pressionando a saída de bola dos donos da casa.

Quando era jogador da base, Pablo já atuou como lateral esquerdo. “Eu acho que muda. O Brayan é um lateral de origem, apesar de eu ter jogador bastante tempo de lateral esquerdo. Só que muda é que eu não subo muito, não dou um apoio pelo lado”, explicou Pablo.

Clima anda arretado no Sport

Para o confronto contra o Paysandu pela Copa do Brasil, o Sport (PE), líder absoluto do Pernambucano, vai para o jogo em um clima nada agradável. Não relacionado para o jogo do estadual no final de semana, o meia-armador Marcelinho Paraíba faltou ao treino de domingo para os atletas que não participaram da partida contra o Porto e, por isso, causou questionamentos por parte de alguns atletas para a diretoria.

Querendo resolver o assunto da forma mais rápida possível, o presidente do rubro-negro pernambucano Gustavo Dubeux multou o Marcelinho Paraíba no valor de R$ 1 mil. “Atrasos e faltas existem demais no mundo do futebol e lógico que quando isso acontece os jogadores se manifestam. Mas o que ocorre no Sport fica aqui dentro. Não tem porque externar qualquer tipo de fragilidade”, minimizou o diretor executivo Cícero Souza. “Nas vésperas de uma partida decisiva pela Copa do Brasil temos que usar a inteligência para não atrapalhar o grupo num jogo que vale classificação. Infelizmente aconteceu”, completou.

Para o goleiro Magrão nenhuma perturbação deverá incomodar os atletas rubro-negros para este jogo contra o Papão, porque, segundo ele, cada jogador sabe o que tem que fazer dentro de campo para sair vitorioso. “A equipe do Paysandu está na vantagem. A nossa equipe vai ter que reverter isso”, alertou. (Diário do Pará)

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

Publicado

em

img-20150530-wa0061_1

Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

Continue lendo

Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

Publicado

em

taca7

Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

Continue lendo

Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

Publicado

em

imperatriz_campeao

Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

Continue lendo
publicidade
publicidade Bronze