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Esporte

PA: Paysandu se agiganta e vence o Sport no Mangueirão pela Copa do BR

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Paysandu marcou presença na área do Sport ao longo do primeiro tempo

O time pode estar na Série C, mas o futebol apresentado pelo Paysandu na noite desta quarta-feira, 4, foi de superação e, por isso, venceu o Sport por 2 a 1, pela partida de ida da Copa do Brasil. E o resultado foi pouco. Pelo futebol mostrado, o Papão poderia sair de campo com um placar mais largo, colocando um pé nas oitavas de final.

Nem o mais otimista bicolor poderia imaginar o grande futebol que o Paysandu apresentou no primeiro tempo contra o Sport (PE). Desde o inicio do jogo, a equipe bicolor não tomou conhecimento do adversário pernambucano e buscou o ataque, tanto que quase sai o primeiro gol do Papão no primeiro minuto, com um chute forte de Rafael Oliveira, que acabou desviando na defesa, batendo no travessão e saindo.

O time visitante entrou apático na partida, tentando dominar o jogo no toque de bola, mas o volante bicolor Neto anulou Marcelinho Paraíba, principal articulador rubro-negro. E cada bote que Neto dava já puxava os contra-ataques a favor do Papão. Em dois lances, a equipe alviceleste teve a chance de ampliar. Uma com Magrão, que dentro da pequena área chutou prensado com o marcador e outra com Kariri, as duas oportunidades aos 30 minutos. O castigo de perder tantos gols veio no final, com o gol de Jael, aos 46.

O segundo tempo veio e a vontade bicolor não diminuiu. Logo aos quatro minutos, Yago Pikachu entrou como uma flecha na área e acabou sendo derrubado pelo zagueiro Tobi. Pênalti para o Papão. O próprio Pikachu foi para cobrança com a chance de fazer o segundo gol, mas chutou fraco e Magrão defendeu.

Porém, aos 8 minutos, em cobrança de escanteio, Adriano Magrão subiu sozinho para marcar o seu primeiro gol com a camisa bicolor e colocou o Paysandu na frente, mais uma vez. Depois do gol bicolor, o Sport acordou e equilibrou a partida, passou a pressionar e quase empatou com dois chutes na trave, um de Ailson, aos 28; e outro de Jael, aos 36. O Papão deu o troco no mesmo minuto com Thiago Potiguar.

De forma dramática, a partida chegou ao fim com vários jogadores caindo no gramado com cãibra e várias chances sendo criadas pelo Paysandu. Agora é aguardar a partida de volta, no dia 11 de abril, em Recife, na Ilha do Retiro.

Pikachu foi o destaque do jogo

Foi na garra, na vontade e com um futebol refinado que o Papão venceu o Sport (PE) por 2 a 1, no Mangueirão. Agora o Paysandu viaja para Recife precisando de um empate para passar de fase e ir, pela primeira vez, às oitavas de final.

Nesta partida, um jogador foi símbolo do que foi o bicola em campo: Yago Pikachu. O jovem lateral direito jogou bem, e não teve ninguém que pudesse pará-lo. Pikachu, marcou, passou, lançou, fez gol, sofreu pênalti, perdeu pênalti e fez o cruzamento para segundo gol, mostrando uma disposição até então não vista com a camisa bicolor, tanto que foi amplamente aplaudido pelo torcedor bicolor que foi ao Mangueirão.

Humilde como é, Pikachu credita o seu bom futebol ao forte trabalho que vem fazendo nos treinamentos, dedicação à vida de atleta e ainda dividiu a vitória de ontem com os companheiros de equipe. “Eu venho trabalhando para isso. Todos nós jogamos bem, graças a Deus”, comemorou.

Além de Pikachu, o atacante Adriano Magrão desencantou e conseguiu marcar o gol da vitória bicolor. “Eu nunca desisti, e esse gol foi na hora certa, no momento que o Paysandu precisou”, declarou o jogador. (Diário do Pará)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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