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Esporte

PA: Paysandu vence Ceará por 2 a 1

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Foi no sufoco, como na maioria das vitórias do Paysandu nesta Série B do Brasileiro. O time de Belém conseguiu mais três pontos ao vencer o Ceará por 2 a 1 nesta terça-feira, no Estádio da Curuzu, em Belém, em partida válida pela 21ª rodada da competição nacional. Eduardo Ramos abriu o placar com a ajuda do “montinho artilheiro”, Ricardinho empatou para o Vovô, mas Heliton deu a vitória aos bicolores no final do segundo tempo.

Com o resultado, o Papão deixou a zona de rebaixamento, onde passou boa parte do primeiro turno. Agora com seis vitórias e 23 pontos, um a mais que o São Caetano, os bicolores ocupam a 16ª colocação e se preparam para enfrentar o América-RN no próximo sábado, dia 14, no Nazarenão. Já o Ceará caiu para a 13ª colocação (com 26 pontos) e terá o lanterna ABC como próximo desafiante, também no sábado, no Castelão.

“Montinho artilheiro” ajuda Papão no primeiro tempo

O Paysandu aproveitou os minutos iniciais para se beneficiar de um Ceará apagado em campo, sem qualquer poder ofensivo e atuando no campo de defesa. Para complicar ainda mais, os cearenses encontraram o bicolor Aleílson empolgado, correndo por todos os lados do gramado e que, por pouco, não abriu o marcador num rebote de Diego Ivo. Pouco depois, o “montinho artilheiro” ajudou o Papão. Eduardo Ramos arriscou de fora da área, venceu Fernando Henrique e inaugurou o placar.

Depois de sair atrás no marcador, o Ceará tentou reagir, mas a dupla criativa, Lulinha e Rogerinho, parecia não estar inspirada. Magno Alves, então, foi quem se encarregou de levar perigo ao Paysandu, mas esbarrou no goleiro Paulo Rafael, bem posicionado em todas as oportunidades. Na reta final do primeiro tempo, a partida ficou equilibrada, com os dois times bem posicionados em seus campos defensivos e apenas o Vovô conseguia penetrar na área adversária, mas sem sucesso para buscar o empate.

Ceará empata, mas Heliton dá a vitória ao Paysandu

Apagado no primeiro tempo, Lulinha acabou sacado do time na volta para a etapa complementar. O técnico Sergio Soares tirou o meio-campista e colocou mais um atacante. Léo Gamalho entrou para reforçar o ataque cearense e, em seu primeiro toque na bola, teve a chance de empatar o jogo numa saída errada da defesa do Papão. A resposta dos paraenses veio em seguida. Aleílson foi derrubado na área e a arbitragem mandou seguir o lance.

A partida seguiu movimentada até os 25 minutos. Lá e cá. O Paysandu atacava e o Ceará respondia de forma mais perigosa, talvez pela presença de um terceiro homem na frente. Arturzinho, por outro lado, parecia satisfeito com o resultado. Trocou “seis por meia dúzia” ao tirar o velocista Aleílson e colocar outro jogador com característica semelhante: Heliton. A alteração não mudava a equipe taticamente, mas renovava as forças bicolores dentro de campo.

A chuva, que apareceu no começo da etapa complementar, cessou aos 20 minutos, no mesmo momento em que o Vovô chegou ao empate em um lance curioso. A defesa paraense bateu cabeça, a bola subiu e bateu nas costas de Ricardinho antes de entrar. Tudo igual em Belém. Depois de igualar no marcador, foi a vez do Papão tentar restabelecer a posse de bola e voltar a vencer. Conseguiu. Heliton, aos 40, após boa jogada e finalização precisa, deu a vitória aos paraenses e, de quebra, tirou o time da zona de rebaixamento: 2 a 1.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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