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Esporte

PA: Recuperado, Rayro volta ao Águia de Marabá

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Afastado mais de um mês por conta de uma lesão no tornozelo, resultado de um acidente com moto, Rayro volta ao time principal do Águia de Marabá para a partida decisiva do returno do Parazão contra o Remo.

Antes de se machucar, o lateral esquerdo marabaense vivenciava a melhor fase da sua carreira. Mas, como ainda não conseguiu recuperar o mesmo ritmo, ele aposta na superação para ajudar o Azulão a vencer com pelo menos dois gols de diferença e assim conquistar o título da Taça Estado do Pará.

O retorno de Rayro ao time foi acelerado por conta da suspensão de Mocajuba, que recebeu o terceiro cartão amarelo no último jogo contra o Remo. Ele se diz clinicamente recuperado do ferimento e torção no tornozelo, que foram causados durante um acidente de moto. Porém, acredita que recuperou apenas 70% do condicionamento físico.

“Fiquei sete rodadas sem jogar e volto justamente na decisão do título. Estamos numa situação difícil na disputa, mas acredito que existe algum propósito maior para que eu volte nesta decisão”.

O lateral esquerdo atuou pela última vez no jogo contra o São Raimundo, quando inclusive chegou a marcar gol no empate em 2 a 2, em jogo válido pela 3ª rodada do segundo turno do Parazão. Após o acidente, ele precisou se afastar quando deu lugar ao novato Mocajuba.

Como perdeu o jogo em casa por 1 a 0, o Águia precisa vencer o Remo com pelo menos dois gols de diferença para ficar com o título da Taça Estado do Pará. O time marabaense tem a obrigação de balançar as redes do rival, mas Rayro destaca que a responsabilidade é de todos os jogadores da equipe e não apenas do ataque. “Tão importante quanto fazer os gols é não levar também. Esse será mais um jogo da superação, felizmente ele acontecerá no Mangueirão, onde contaremos com um gramado de qualidade”.

Trio no ataque O Águia de Marabá arma o seu esquadrão de frente e vai para o tudo ou nada na decisão do returno do Parazão contra o Remo neste domingo. Se quiser ficar com o título e consequentemente brigar para ser campeão estadual, o Azulão precisa vencer o Leão com pelo menos dois gols de diferença, por isso, o técnico João Galvão deve escalar a equipe com três atacantes. Nos últimos dois coletivos ele lançou Branco, Valdanes e Wando no time titular e gostou do resultado.

Após ter abandonado o até então preferido esquema 3-5-2, Galvão manteve o 4-4-2 em praticamente todos os jogos do Parazão 2012. Porém, por conta da atual situação adversa do time na final do returno, o comandante azulino acredita que é hora de mudar e deve confirmar para o jogo de domingo contra o Remo a formação no esquema 4-3-3, com três atacantes.

No coletivo realizado na tarde de ontem, no Zinho Oliveira, Galvão voltou a montar o time com a presença de Valdanes, Branco e Wando, que pinta como novidade na equipe. Alexandre Carioca é quem sai para dar lugar ao terceiro atacante no time.

Após se recuperar de uma lesão muscular na coxa, Wando começou a voltar aos poucos, sendo lançado no segundo tempo das partidas. O jogador acredita que está preparado para assumir a responsabilidade de começar jogando na decisão contra o Remo. Apesar da qualidade e experiência, o jogador que teve passagem marcante pelo Vila Nova (GO) não conseguiu se firmar como titular na equipe, muito em função de lesões.

Com a volta de Marquinhos ao meio campo, o treinador marabaense ganhou mais tranquilidade para escalar três atacantes e não deixar a defesa exposta. Isso porque o jogador é peça fundamental no sistema ofensivo mais também auxilia na marcação. (Diário do Pará)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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