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Esporte

PA: Remo começa bem e quase vence Corinthians na Copa SP

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corinthians_remo1_ae_becaviquioliO Corinthians começou 2014 com um traço comum à sua história – o sofrimento – e uma sina que o perseguiu na temporada passada – a de empatar. Contra um Remo guerreiro, o Timão também mostrou seu lado valente para arrancar no fim o empate por 1 a 1 na estreia da Copa São Paulo de Futebol Júnior, na noite deste domingo, no Estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira. Os paulistas perdiam até os 42 minutos do segundo tempo, quando Malcom salvou uma atuação pouco inspirada do time. Para os paraenses, Biro marcou em cobrança de falta, também na etapa final.

Quem pensou que a tradição e o favoritismo do Corinthians, maior campeão da Copinha, com oito títulos, assustariam o Remo, se enganou. Apesar do cansaço de mais de 40 horas de viagem para chegar à cidade de Limeira, a equipe paraense se superou e jogou de igual para igual, mas não teve forças para segurar a vitória. Em um time com dois ‘profissionais’ (Léo e Lucão), coube ao atleta mais jovem do grupo alvinegro impedir a derrota. Aos 16 anos, Malcom aproveitou falha da defesa remista para garantir a igualdade. Os garotos do Timão iniciam a campanha tal qual os profissionais se acostumaram a fazer em 2013. Foram nada menos que 17 empates no Brasileirão, um recorde entre os 20 participantes.

O Corinthians controlou as ações no primeiro tempo, mas não empolgou. A estratégia do Remo de congestionar o meio de campo dificultou a criação de jogadas. Lucão e Léo, ‘puxados’ do profissional, eram as principais opções do Timão, porém, nenhum deles correspondeu à expectativa na etapa inicial.

Sem inspiração, o Corinthians só ameaçou a meta de Jáder em cobranças de falta. Na primeira, o volante canhoto Ayrton obrigou o goleiro do Remo a defender com a ponta dos dedos no ângulo esquerdo. Depois, Léo também tentou, mas mandou para fora.

Do lado do Remo, a espera era por uma bola. Seja ela num contra-ataque fatal ou em uma falha individual corintiana. O goleiro Henrique quase contribuiu para os paraenses coroarem o primeiro tempo. Em um cruzamento, ele deixou a bola escapar e por pouco Alan Marley não aproveitou para colocar o Remo na frente.

Pelo menos na postura, o Corinthians voltou diferente para o segundo tempo. Ainda que sem uma evolução tática, era mais incisivo, rondava com frequência a área do Remo. A consequência foi o número maior de oportunidades. Zé Paulo parou em Jáder em chute de dentro da área. Na sequência, Léo levou perigo ao pegar sobra da entrada da área e depois ao buscar o ângulo em batida cruzada.

Mas o Remo, apesar de priorizar a marcação, respondeu à altura. Max e Tsunami chegaram perto de abrir o placar. O camisa 10 apareceu livre na ponta esquerda e soltou a bomba para Henrique defender. Na cobrança do escanteio, Tsunami aproveitou o bate e rebate na área e emendou. Um desvio na zaga corintiana impediu o gol.

Aos 24 minutos, porém, nem a trave ajudou o Corinthians. Da ponta esquerda, Biro cobrou falta com força e abriu o placar. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. Osmar Loss ainda tentou mudar o cenário com as entradas de Kalil e Leandro. O Corinthians foi para cima, na base da pressão. Faltava caprichar no último toque. Léo que o diga. O atacante recebeu livre, cara a cara, com Jáder, mas mandou por cima.

Capricho que também faltou ao lateral-direito André, do Remo, para a sorte do Timão. Após cruzamento de Lucão, ele falhou ao tentar cortar e deixou a bola limpa para Malcom soltar a bomba e empatar, aos 42 minutos. Se não deu na técnica, foi na raça.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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