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Esporte

PA: Remo é um campeão invicto no returno

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Fazia três anos. Tempo que para o torcedor azulino parecia ter virado uma eternidade. Três anos sem ganhar sequer um turno do Campeonato Paraense. O último, por coincidência, foi justamente contra o mesmo Águia em 2008. Mas, na tarde de ontem, o martírio chegou ao fim. Com o placar de 2 a 0, o Clube do Remo voltou a erguer uma taça estadual. A vitória consagra uma campanha invicta.

A era Flávio Lopes foi benéfica. Em 11 jogos, seu time se tornou campeão com seis vitórias e cinco empates; saldo de 19 gols feitos e oito sofridos. Assim, o Leão foi o time com maior potencial de aproveitamento do turno: 69%. 21% a mais que o Paysandu, o segundo melhor nesse quesito. A campanha foi oposta ao primeiro turno.

A era Sinomar Naves, por sinal, é um dos fatores para o título de ontem ter um sabor especial. No primeiro turno, o Clube do Remo viveu uma crise quando foi desclassificado das semifinais sob o comando de Naves. Naquele momento, os objetivos: ser campeão paraense e conquistar a vaga na série D, se distanciaram de uma forma a causar calafrio no mais otimista torcedor. Além da eliminação, o time não passava confiança com um futebol desorganizado, de vitórias por 1 a 0 e gols de bolas paradas.

Poderia ser um título como outro qualquer, mas a Taça Estado do Pará erguida pelo capitão Diego Barros coroou uma campanha em que o Leão superou o Águia até na classificação geral com 36 pontos. Os três pontos de diferença vieram justamente com a vitória de ontem. O que parecia improvável na etapa inicial do Parazão se tornou realidade.

Torcida bateu recorde e ajudou Leão a vencer

O jogo já havia começado. Mas bastava um olhar em direção às rampas para ver que muita gente ainda subia para as arquibancadas. O final do lado B (espremido entre a torcida do Remo e do Águia), que a princípio tinha sido programado para ficar sem torcedores, teve que ser aberto.

Um mar azul marinho tomou conta do Mangueirão. Desde a sexta-feira, essa cena era previsível. Já haviam sido vendidos cerca de cinco mil ingressos em dois dias de funcionamento de bilheterias do Estádio Baenão e sede da Federação Paraense de Futebol (FPF). Ainda veio sábado, domingo…

O valor do ingresso também era convidativo, apenas R$ 10,00. O resultado foi satisfatório: 40.139 torcedores transformaram o Colosso do Benguí nesse mar azul marinho que vibrou apenas em doisgols, mas o suficiente para ir embora feliz.

Com um primeiro tempo sem grandes emoções, a torcida só agitou na etapa complementar. No segundo tempo, os azulinos, das arquibancadas, demonstravam que acreditavam no título.

A primeira grande manifestação foi aos 24 minutos quando Charles, zagueiro do Águia, foi expulso: vibraram como se fosse um gol. Parecia um presságio. Oito minutos depois veio, enfim, o gol. Fábio Oliveira abriu o placar. Era o que faltava para a torcida não para de cantar e empurrar o time o restante do jogo.

O ‘mar azul marinho’ ainda se agitou mais uma vez. Aos 35 minutos, Jonhatan selou a vitória e o título. A festa estava pronta. “O Leão é campeão, o Leão é campeão! Isso que importa. Agora vamos conquistar o título”, gritava o torcedor Eliton Martin, no meio de tantos outros ao final do jogo, na descida para casa. (Diário do Pará)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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