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Esporte

PA: Remo empata e garante vaga na final da Taça Estado do Pará contra o Águia

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Qualquer um dos dois times poderia ter saído de campo com a classificação, porque ambos criaram chances para isso, mas ao final dos 90 minutos a vaga ficou com o Leão de Belém. Depois de um primeiro tempo dominado pelo Clube do Remo e de uma segunda etapa controlada pelo São Francisco, as duas equipes empataram em 1 a 1, ontem à tarde, no Baenão, placar que colocou os remistas na decisão do segundo turno do Campeonato Paraense 2012. Como jogavam por um empate para chegar à final, os azulinos vão enfrentar o Águia, em dois jogos, o primeiro será no próximo domingo (22), em Marabá.

Na primeira etapa a superioridade tanto no placar como na atuação foi dos donos da casa. O Remo jogou bem e pouco deixou o São Francisco produzir. Com a maioria das jogadas criadas pela ala esquerda, quase todas bem trabalhadas, em toques rápidos e tabelas de triangulação, o Leão envolveu o adversário por completo, finalizou mais, acertou duas bolas na trave, poderia até ter saído para o intervalo com uma vantagem maior.

Os santarenos até esboçaram uma pressão, entre os 25 e 30 minutos, mas os remistas rapidamente se reencontraram na partida. Aos 41 minutos, os azulinos abriram o placar, em uma linda jogada de Magnum, que tabelou com Jhonnatan, recebeu de volta, driblou três marcadores antes de finalizar rasteiro.

Já no segundo tempo, o roteiro do jogo se inverteu. Com a necessidade única e exclusivamente de vencer para conseguir a classificação, o Leão Santareno não teve outra alternativa a não ser atacar. E os visitantes fizeram isso muito bem, poderiam até ter feito melhor se o goleiro Adriano não estivesse no caminho e se os atacantes da própria equipe tivessem concluído as jogadas com êxito. Acuado no campo de ataque, o Remo pouco atacou, mal conseguiu explorar os contra ataques.

A partir dos 19 minutos, quando Jayme e Perema foram expulsos por terem trocado empurrões, a partida ficou ainda mais veloz, uma vez que o espaço em campo aumentou. Apesar da pressão, o São Francisco só conseguiu empatar aos 43, com Rodrigão. Depois do gol, os santarenos ainda seguiram em busca do gol da classificação, até tiveram oportunidade, mas não houve tempo para isso, e outra fez faltou precisão.

Remo foi bem no 1º tempo. Depois…

Na primeira etapa, só deu Clube do Remo. Os donos da casa pressionaram o São Francisco, não deram espaço e impediram que o adversário jogasse. O segundo tempo, no entanto, foi completamente diferente do primeiro. Os santarenos partiram para cima dos remistas – que se preocuparam mais em tentar as jogadas individuais –, chegaram ao gol de empate e quase saíram do Baenão classificados.

Assim como aconteceu na partida contra o Bahia, semana passada, ontem os azulinos mais uma vez só conseguiram jogar bem em uma parte da disputa. Os donos da casa poderiam ter definido o placar ainda nos 45 minutos iniciais, mas vacilaram e tomaram um sufoco no segundo tempo. “Sabíamos que não teríamos facilidade, isso foi alertado. Tivemos um excelente primeiro tempo, poderíamos ter definido o jogo. Aí no segundo tempo não jogamos como deveríamos, essa que é a realidade, mas isso eu vou corrigir durante a semana”, explica o técnico Flávio Lopes.

Seguindo a análise do treinador, o volante Jhonnatan diz que o jogo foi difícil para o Leão. “Tínhamos uma vantagem de jogar por dois empates, mas no momento todo procuramos vencer. Infelizmente levamos um gol na final, acabou ficando um pouquinho complicado”, avalia.

Para o meio campista Magnum a equipe ainda precisa acertar algumas coisas, mas no geral ele avalia a campanha do Remo de forma positiva. “Fomos bem e conseguimos a classificação. Temos que continuar a fazer o que vínhamos fazendo”, ressalta.

Magnum volta a jogar bem e ganha a confiança da torcida

Pela quarta partida consecutiva, Magnum atuou como titular. Ele fez gol nos dois últimos jogos. O de ontem, aliás, foi um golaço. “A repetição nos treinamentos nos dá a condição de fazer as coisas com perfeição. Foi uma jogada perfeita que a gente conseguiu concluir em gol”, detalha o atleta, em referência ao lance que começou com ele no meio campo, passou pelo volante Jhonnatan, voltou para Magnum e acabou no fundo das redes, depois do drible em três adversários.

No Campeonato Paraense, o meia já marcou três vezes, além de ter deixado a sua marca pela Copa do Brasil, contra o Bahia, resultado do toque de bola envolvente entre os jogadores do meio campo. “Sempre falo para o Jhonnatan olhar a minha movimentação, porque eu saio de trás, sou o homem surpresa. Ele viu bem, tive que me livrar de dois zagueiros, o Fábio também fez a parede legal. Foi um bonito gol, mais um de muitos que eu espero fazer pelo Remo”, avisa.

Depois de ter cumprido suspensão de seis partidas devido ao envolvimento em uma pancadaria no jogo contra o Águia, ainda pelo primeiro turno, Magnum explica que aos poucos tem se readaptado ao futebol local. Antes da punição, o jogador atuou em algumas partidas, porém, mal fisicamente, ele foi pouco produtivo.

Magnum atuou no futebol do exterior por cinco temporadas. Apesar de estar de volta ao Brasil há mais de seis meses, ele explica que ainda está em fase de readaptação. “Eu sabia que o meu retorno para cá seria difícil. As características do futebol japonês são bem diferentes do brasileiro, no caso o paraense. Estou voltando aos poucos a me adaptar a campo pesado, jogadas mais duras, então hoje (ontem) não choveu, o campo estava praticamente perfeito para desenvolver o futebol. Conseguimos fazer o que o professor pediu”, finaliza.

Leão, o de Santarém, lutou demais

Apesar da eliminação no Campeonato Paraense 2012, a sensação de grande parte de jogadores, comissão técnica e diretores do São Francisco é de dever cumprido. O clube, que ficou sem disputar o Parazão por 12 anos, conseguiu chegar às semifinais do segundo turno; saiu da competição sem perder nem um dos dois jogos da reta final, ao contrário de outras equipes mais atuantes que sequer conseguiram chegar à fase decisiva, como, por exemplo, o rival São Raimundo, campeão brasileiro da série D em 2009 e o Independente, atual campeão estadual.

Com uma base formada por jogadores da região do Tapajós, o Leão Santareno se despediu do certame estadual como a principal surpresa positiva do campeonato. “Infelizmente precisávamos da vitória, mas saímos com um empate, ficou de bom tamanho. É um grupo de guerreiros, eles estão de parabéns pelo que fizeram na competição, hoje correram do início ao fim”, valoriza o treinador Serginho Dantas, que irá reunir hoje com a diretoria para saber o futuro da comissão técnica.

Embora não tenha conquistado um dos turnos, o São Francisco conseguiu revelar alguns jogadores, como, por exemplo, o goleiro Jader, o zagueiro Perema e o atacante Ricardinho, todos pretendidos pelo Paysandu, segundo o presidente Luiz Omar Pinheiro, além de outros atletas do elenco. (Diário do Pará)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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