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Esporte

PA: Remo joga bem mas é eliminado da Série D pelo Mixto

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Mais de 25 mil torcedores no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, assistiram a vitória do Remo sobre o Mixto por 2 a 1, resultado que não foi suficiente para classificar o time paraense, que precisava vencer por três gols de diferença e não levar nenhum. Raphael Andrade, logo no início do jogo, abriu o placar. Ratinho aumentou a vantagem na etapa complementar, mas Igor descontou para o Mixto, garantindo a classificação para a fase seguinte, onde enfrentará o vencedor do confronto entre Sampaio Correa e Vilhena.

Remo domina o primeiro tempo

Antes do primeiro minuto de jogo, o Mixto chegou com muito perigo. Furlan recebeu em profundidade e chutou com força, obrigando o goleiro Gustavo a fazer boa defesa. Contudo, precisando do resultado, o Remo foi para cima e chegou ao primeiro gol logo aos três minutos. Depois de bola alçada na área, o zagueiro Raphael Andrade subiu para cabecear e colocar a bola nos fundos da rede do goleiro Heverton Perereca. Remo 1 a 0 no Mixto.

Após o primeiro gol, a torcida do Remo, que tomou conta do Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, incendiou as arquibancadas e entoava gritos de incentivo. Aos oito minutos, o Leão teve mais uma chance de aumentar o placar. Ratinho recebeu, tentou Cassiano, mas o toque saiu longo demais e a bola acabou ficando com o goleiro do Mixto. A equipe, do Mato Grosso, no entanto, tocava a bola com cuidado e parecia não ter sentido o gol.

Outro lance importante aconteceu aos 16 minutos da etapa inicial. O Mixto conseguiu o escanteio depois de boa jogada de Furlan. Na cobrança de Furlan, a zaga remista afastou e bola e o time conseguiu o contra-ataque com Ratinho que lançou Laionel, mas o meio-campista não aproveitou a oportunidade e acabou errando o chute. O time de Belém tinha maior volume de jogo, com Ratinho comandando as ações de ataque.

Mesmo o Remo jogando no 4-4-2, o lateral Tiago Cametá atuava como um ala pela esquerda, com muita velocidade, passando pela marcação e cruzando para os atacantes. Em um bom lance, o jogador conseguiu o lançamento na área, mas antes que Fábio Oliveira chegasse, o zagueiro Cal se antecipou e afastou o perigo. Paulo Almeida, Robinho e Furlan eram os jogadores mais acionados pelo lado do mato-grossense.

Até os 40 minutos do primeiro tempo era o Remo quem dominava o jogo. O Mixto se defendia com o zagueiro Cris e Cal, com Paulo Almeida fazendo a proteção dos defensores e saindo bem para o jogo. Contudo, foi o Remo, mais uma vez, que chegou com muito perigo. Ratinho pegou a sobra de fora da área e chutou forte. Perereca se esticou todo, conseguiu a defesa parcial e a bola ainda bateu na trave.

Mixto matou o jogo num lance

A bola rolou na etapa complementar e o sistema de drenagem do estádio do Mangueirão disparou, deixando o jogo parado por, aproximadamente, três minutos. Restabelecido, o jogo voltou e o foi o Mixto que chegou por duas vezes consecutivas. Primeiro com Nonato que tentou o chute, de frente para o gol, mas foi travado por Alceu. No lance seguinte, a defesa do Remo falhou e a bola sobrou para Paulo Almeida que chutou e a bola passou perto do gol remista.

A resposta paraense veio na cobrança de escanteio do lateral-direito Dida no segundo pau. Ávalos subiu e fez o cabeceio fraco, pelo alto, e a bola ainda bateu no travessão. Até os quinze minutos, o Remo ainda não havia se encontrado em campo. Por outro lado, o Mixto tentava se aproveitar dos passes errados, mas não conseguia penetrar na área do remista com objetividade, apesar do maior volume de jogo àquela altura da partida.

A equipe do Remo conseguiu equilibrar o jogo aos vinte minutos. Ratinho voltou a aparecer e a torcida também incentivava nas arquibancadas. Parecia sentir a proximidade do segundo gol. Em uma bola quase perdida, o atacante Fábio Oliveira conseguiu o cruzamento na cabeça de Ratinho, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes. Remo 2 a 0 aos 22 minutos do segundo tempo.

O banho de água fria, no entanto, veio aos 34 minutos. O paraense Nonato, autor dos dois gols em Cuiabá, dessa vez fez o papel de garçom. Recebeu a bola, levou até a linha de fundo e fez o cruzamento para Igor, que apenas teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol de Gustavo. 2 a 1. Naquele momento, o Leão precisava de dois gols para conseguir a classificação. Já o Mixto poderia levar até mais um que passava de fase. Mas ficou nisso mesmo. Final de jogo em Belém 2 a 1. Mixto classificado. (Globo Esporte)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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