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Esporte

PA: Salgueiro e Paysandu empatam em 1 a 1 em jogo sem muitas emoções

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Tudo igual no interior pernambucano. Salgueiro e Paysandu empataram em 1 a 1 neste domingo, dia 19, no estádio Cornélio de Barros, em jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. Vanderson de cabeça abriu o placar para os paraenses aos 15 do segundo tempo. O empate do Salgueiro aconteceu dois minutos mais tarde com o atacante Junior Ferrim, também de cabeça.

Agora, o Carcará segue para três partidas fora de casa, sendo a primeira no próximo domingo, dia 26, contra o Cuiabá. Já o Paysandu volta a campo no sábado, dia 25, em Belém, na Curuzu, quando enfrentará o Icasa, que perdeu o clássico cearense para o Fortaleza por 2 a 0. Com o resultado, Salgueiro sobe uma posição e é o terceiro colocado na tabela de classificação. O Papão é quarto colocado.

Primeiro tempo de poucas emoções

O jogo começou agitado e logo aos dois minutos o Salgueiro abriu o placar com Elvis, só que não valeu. O bandeirinha já havia assinalado o impedimento. Sem se abater, o Paysandu respondeu com Thiago Potiguar depois de boa jogada pela direita, ele tentou o cruzamento, mas pego mal na bola. O atacante Rafael Oliveira esperava na área sem qualquer marcação dos zagueiros do Carcará.

Outro lance de perigo aconteceu aos sete minutos do primeiro tempo. Em rápido contra-ataque, Washington lançou Rafael Oliveira que tentou o chute e ganhou o escanteio. No lance seguinte, o Papão saiu errado, Edmar dominou e chutou forte, de fora da área e a bola passou muito perto da meta do goleiro Dalton. Aos 15, Leandrinho fez falta perigosa, na meia lua. Elvis cobrou no canto e a bola passou perto.

Na metade do primeiro tempo, o jogo se mostrava equilibrado, com as duas equipes alternando bons momentos. O Paysandu sofria com o meio-campo Thiago Potiguar, que não conseguira entrar no jogo e armar as jogadas, ficando apenas Harison na criação. Já o Salgueiro sentia a falta de Clebson, um dos principais jogadores do Carcará que foi cortado antes do jogo, e de Marcos Tamandaré, substituído aos 13 minutos da etapa inicial, lesionado.

O time paraense chegou com perigo novamente aos 30 minutos com Harison em cobrança de falta. A bola viajou, passou por todo mundo na área até cair nas mãos no goleiro Luciano. O Paysandu quase abre o placar aos 40 minutos. Harison fez boa jogada, tocou para Potiguar que cruzou na área para Rafael Oliveira. O goleiro do Salgueiro se antecipou e fez a defesa, salvando o que seria o primeiro gol do jogo. Fim de primeiro tempo: 0 a 0.

Dois gols em dois minutos

Enquanto o Salgueiro voltou com o time, o técnico Givanildo Oliveira promoveu a primeira alteração. Tirou o meio-campo Washington e colocou o Alex William, deixando, assim, o time mais ofensivo. Mas foi o Carcará que chegou com perigo através de Elvis que ganhou, por conta desse lance, três escanteios seguidos em favor do time pernambucano. Em outro lance de bola parada, o Salgueiro por pouco não abriu o placar com Pio de cabeça.

A primeira mudança do Carcará na etapa complementar aconteceu aos nove minutos. Neco tirou Edmar, que não fazia uma grande partida, e colocou o atacante Junior Ferrim. A alteração começou a fazer efeito no minuto seguinte. Junior Ferrim fez boa jogada e tocou para Elvis que perdeu a chance. A resposta do Papão veio aos 15 minutos. Em contra-ataque rápido, Thiago Potiguar cruzou para Vanderson, que raspou de cabeça para o fundo do barbante: 1 a 0 Paysandu.

O Salgueiro chegou ao empate dois minutos mais tarde com Junior Ferrim, ex-jogador do Remo, maior rival do Papão da Curuzu. Pery cruzou na cabeça do atacante, que não teve trabalho para empurrar para o fundo das redes do goleiro Dalton. Depois do gol, o técnico Neco tirou o atacante Marciano, artilheiro da equipe com cinco gols, e colocou o meio-campista Kassio, isolando Ferrim, na frente.

Aos 30 minutos, o jogo era equilibrado. O Carcará chegava com Rodolfo e Elvis. Já o Papão tentava com Potiguar e Harison. Givanildo Oliveira, que fazia sua estreia no comando do time paraense, tirou Rafael Oliveira e colocou Pantico que, no último jogo contra o Cuiabá, deu o passe para o gol da virada do Paysandu. A tentativa era dar velocidade ao ataque bicolor. (Globo Esporte)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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