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Esporte

PA: Santa Cruz vence Águia de Marabá por 3 a 2

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Sem títuloAinda não foi desta vez que o Santa Cruz retornou ao G-4, mas a derrota para o Fortaleza e as reclamações da torcida coral ficaram no passado com a vitória deste domingo sobre o Águia de Marabá. O Tricolor venceu o rival por 3 a 2, com gols de Everton Heleno (no primeiro tempo) e André Dias e Dênis Marques (na segunda parte do jogo). Os paraenses descontaram com Keno, ainda na etapa inicial, e Mael nos acréscimos. Os donos da casa ainda marcaram o quarto, com André Dias novamente, mas o lance foi invalidado pela arbitragem.

O Santa Cruz respira um pouco mais no Grupo A da Série C com a vitória deste domingo. O Tricolor foi a 24 pontos, segue na parte intermediária da tabela de classificação e com uma proximidade perigosa da zona de rebaixamento (o Cuiabá, que abre o Z-4, tem 21 pontos), mas pelo menos não perdeu o G-4 de vista (o Brasiliense, quarto colocado, tem 26 pontos). O Águia-PA segue com os mesmos 25 pontos de antes do duelo, mas deixou a vaga entre os quatro melhores times da sua chave.

A 15ª rodada do Grupo A da Série C ocorrerá no próximo domingo. O Santa Cruz tentará uma vitória contra o Baraúnas, às 16h, no estádio Nazarenão, no Rio Grande do Norte. Uma vitória, dependendo da combinação de resultados, pode recolocar o time no G-4.

O Águia de Marabá voltará a jogar longe dos seus domínios e vai à Boca do Jacaré, no Distrito Federal, enfrentar o Brasiliense às 17h. Também perto do G-4, à frente do Santa Cruz, o time precisará da vitória para não se distanciar das primeiras colocações do Grupo A.

Times iguais

Sobrou vontade no início do embate entre Santa Cruz e Águia-PA com as duas equipes buscando o ataque a todo momento. Mas quem primeiro estufou as redes foram os donos da casa. Após receber um bom passe de Raul, o volante Everton Heleno, que voltou ao time titular neste domingo, “encheu o pé” e abriu o placar aos sete minutos. Aos 14, Júnior Timbó ficou na cara frente do gol e só não conseguiu empatar porque o goleiro Tiago Cardoso saiu bem e fechou o espaço antes que o rival conseguisse chutar.

Parecia que o jogo iria ficar quente devido a um princípio de confusão entre os jogadores do Santa Cruz e do Águia-PA e às muitas faltas de um e outro time no meio-campo, mas os ânimos se acalmaram no decorrer do jogo. Com a bola rolando normalmente, melhor para os visitantes. Aos 24 minutos, Júnior Timbó lançou a bola para Keno garantir o empate com um forte chute. Aos 31, quase ocorreu a virada em cobrança de falta de Diego Palhinha. O goleiro Tiago Cardoso apareceu bem e colocou a bola para escanteio.

Antes do fim do primeiro tempo, as duas equipes tiveram chance de ficar à frente do placar. A melhor oportunidade de todas, no entanto, foi do Santa Cruz. Aos 41 minutos, Raul cobrou escanteio e Dênis Marques, de cabeça, mandou a bola no canto esquerdo. O goleiro Jair fez uma excelente defesa para garantir a igualdade do resultado.

Festival de gols no segundo tempo

O segundo tempo começou com uma falta perigosa a favor do Santa Cruz. Em vez de chutar a gol, os jogadores tentaram uma tabela curta e a jogada, mal ensaida, resultou no desarme do Águia-PA. Logo os corais voltariam recompensar o erro. Aos 10 minutos, Raul tocou para André Dias deslocar o goleiro e recolocar o time na frente com um chute fraco, mas certeiro. Aos 25, o atacante coral voltou a balançar as redes. No entanto, o árbitro viu impedimento e invalidou o lance.

Mais disposto em campo, o Santa Cruz adiantou a marcação e passou a encurralar o Águia-PA, que quase não oferecia perigo ou resistência. Aos 27 e 29 minutos, o Tricolor esteve bem perto de ampliar a vantagem em jogadas ofensivas de André Dias. O terceiro gol saiu aos 34 minutos dos pés de Dênis Marques, o outro atacante coral em campo. O artilheiro coral chutou sem força, mas o suficiente para desviar na zaga  e enganar o goleiro Jair. O quarto gol não saiu por pouco quando Panda cruzou para Flávio Caça-Rato cabecear nas mãos do camisa 1 rival. Satisfeitos com a vitória, os pernambucanos baixaram a guarda e Mael, nos acréscimos, diminiu o placar pra 3 a 2.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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