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Esporte

PA: São Caetano vence, respira e puxa Paysandu para perto da degola

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Depois de rodadas em queda livre, o São Caetano voltou a se reencontrar com a vitória na Série B do Campeonato Brasileiro, na noite deste sábado, no estádio Anacleto Campanella. A vítima foi o Paysandu, que, com a derrota por 3 a 1, ficou mais perto da zona de rebaixamento, local onde ainda está o Azulão, mas agora em 17º, com 27 pontos – o Papão tem 28, em 16º.

Com um a menos por quase todo o segundo tempo, o São Caetano conseguiu abrir boa vantagem, mas levou um susto no fim da partida, precisando reforçar a defesa para que não sofresse o empate. O time paraense ainda não venceu fora de casa na competição.

Na próxima rodada, o São Caetano, como visitante, faz duelo estadual contra o Guaratinguetá. A partida será na terça-feira, às 19h30m (horário de Brasília), no Vale do Paraíba. Já o Paysandu, no mesmo dia, mas às 21h50m, recebe o Boa Esporte, na Curuzu.

Desperdício incrível

Com o mesmo objetivo, de se livrar do rebaixamento, São Caetano e Paysandu pareciam atuar em campo neutro. Isto porque, devido ao baixo número de torcedores do Azulão, as dezenas de torcedores paraenses puderam ecoar livremente seus gritos de apoio ao Papão. Com isso, os visitantes começaram melhor na partida. Até os 20 minutos, houve uma amplo domínio da equipe bicolor.

A melhor chance do time de Belém aconteceu aos 14 minutos de jogo, quando Max fez boa jogada, chutou e, no rebote, Alex Gaibu colocou perigo ao time paulista. O São Caetano começou a aparecer no campo de ataque somente após aos 20 minutos.

Aos 21, Jardel perdeu um gol de forma inacreditável. O volante do Azulão invadiu a área adversário, ficou livre, próximo à pequena área, mas isolou a bola. Nenhuma oportunidade foi tão boa quanto esta até o fim do primeiro tempo, que terminou sem gols.

Falha corrigida

A grande chance perdida pelo Azulão no primeiro tempo foi compensada logo aos sete minutos da etapa final, com grande colaboração do goleiro adversário, Paulo Rafael. O zagueiro Fred, de longe, chutou rasteiro e abriu o placar para os donos da casa. Em vantagem, o São Caetano ficou mais confiante e conseguiu ampliar em menos de dez minutos. Aos 16, Douglas Grolli desviou cruzamento de Anderson Pimenta e fez o segundo da equipe paulista.

Os mandantes quase ampliaram em um belo lance de Jael. O atacante tocou por cima de Paulo Rafael. A bola acabou batendo direto no pé da trave. No rebote, a zaga do Papão aliviou e evitou o terceiro gol adversário. Apesar da vitória, o Azulão perdeu o volante Jardel para a próxima partida. O atleta levou dois cartões amarelos na partida e foi expulso. Mesmo em menor número em campo, o São Caetano conseguiu se segurar no fim.

Aos 39, o atacante Careca diminiu para os visitantes. A única igualdade conseguida pelo Paysandu foi no número de jogadores. Nos acrésimos, Vanderson levou vermelho direto e fez as duas equipes terminarem a partida com dez em campo. Ainda sobrou tempo para o zagueiro Luiz Eduardo fazer um belo gol de cobertura, no último minuto de jogo. O defensor viu o goleiro do Papão adiantado e fechou o placar: 3 a 1.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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