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PALMAS: Programa “FAET em ação” é lançado

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Na tarde desta segunda- feira, 16, a Federação da Agricultura e Pecuária do estado do Tocantins (FAET) lançou em Palmas, o programa “FAET em Ação”, que visa proporcionar auxílio aos produtores rurais em diversas áreas. Alguns dos serviços que serão ofertados no programa contam com a parceria da Receita Federal e o Banco da Amazônia.

Com uma sala exclusiva na sede da instituicao, alguns dos serviços que serão oferecidos aos produtores são: Declaração de Imposto de renda; Declaração de Imposto territorial; Emissão de Cadastro Ambiental; Elaboração de projeto para captação de recursos financeiros, emissão de guias, entre outros.

Segundo o Presidente Paulo Carneiro, esse programa vem de encontro as necessidades reais dos produtores. ” Firmamos aqui duas parcerias fortes com o Banco da Amazônia e Receita Federal. Estaremos atendendo o produtor na parte burocratica, tirando suas dúvidas, facilitando e agilizando seu dia a dia. ” comentou.

Presente no evento, a senadora Kátia Abreu, comemorou mais essa ação da FAET “Tenho certeza do sucesso desse programa que irá atender principalmente o pequeno produtor em questões trabalhistas e de sua propriedade”. Finalizou.

O termo de cooperação técnica foi assinado pelo Delegado adjunto da Receita Federal Ricardo Wagner Magalhães e pelo Superintendente do Banco da Amazônia Marivaldo Melo. A cerimônia de lançamento contou a presença de autoridades da cidade e estado, produtores rurais e presidentes de Sindicatos Rurais.

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Tocantins

12,3% dos tocantinenses fizeram teste para Covid19 até setembro, aponta IBGE

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A edição mensal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid19 (PNAD Covid19), divulgada nesta sexta-feira, 23, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima que no Tocantins o número de pessoas que fizeram algum teste para saber se estavam infectadas pelo novo coronavírus aumentou 27,4% em setembro frente ao mês anterior, chegando a aproximadamente 195 mil, o equivalente a 12,3% da população do estado. Entre todas as pessoas que fizeram o procedimento em setembro, 28,7% foram diagnosticadas com o novo coronavírus, cerca de 56 mil pessoas (12 mil ou 27,2% a mais em um mês). Quanto ao comportamento diante da pandemia 34 mil pessoas (2,1%) não adotaram qualquer medida de restrição de contato.

A pesquisa aborda três tipos de testes: o SWAB, exame em que o material é coletado com cotonete na boca e/ou nariz; o teste rápido com coleta de sangue por um furo no dedo; e o exame com sangue retirado na veia do braço. O Distrito Federal (22,2%) foi a Unidade da Federação com maior percentual de pessoas que fizeram testes, seguido por Piauí (17%) e Goiás (16%). Tocantins figurou em 6º lugar e Pernambuco registrou a menor proporção (6,8%).
Conforme a PNAD Covid19, dos tocantinenses testados 53,2% eram mulheres e 46,8% eram homens. A maioria tinha faixa etária de 30 a 59 anos de idade (49,4%) e 20 a 29 anos (24,6%).

Os demais tinham entre 10 a 19 anos (10,3%), 60 anos ou mais (10,1%) e 0 a 9 anos (5,6%). Em relação ao nível de instrução, 37,4% tinham ensino médio completo ou superior incompleto, 26,8% não tinham instrução ou apenas fundamental incompleto, 23,2% superior ou pós-graduação e 12,6% possuíam fundamental completo ou ensino médio incompleto. Já o rendimento domiciliar per capita de 64,7% era de meio até dois salários mínimos.

Em setembro, na população tocantinense, haviam cerca de 304 mil pessoas, ou seja, 19,2% do total, com alguma doença crônica entre as pesquisadas, sendo a hipertensão a mais frequente (11%). As demais prevalências foram: asma ou bronquite ou enfisema (4,9%); diabetes (4,2%); depressão (2,3%); doenças do coração (1,8%) e câncer (0,5%). Alguns entrevistados citaram mais de uma comorbidade. O percentual de pessoas com alguma dessas doenças e que testou positivo para a Covid-19 foi de 4,4% (cerca de 13 mil). Do total da população do estado, a proporção ficou em 0,8%. No mês de agosto foram registrados 3,1% e 0,5%, respectivamente.

Conforme o IBGE, cerca de 81 mil tocantinenses (5,1% do total da população) apresentaram algum dos 12 sintomas de síndrome gripal pesquisados (febre, tosse, dor de garganta, dificuldade de respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de cheiro ou de sabor e dor muscular.). Em comparação ao mês de agosto (7,3%) houve queda. Os meses de maio (9,4%) e junho (7,6%) registraram os maiores percentuais, julho teve proporção de 6,2%.

O Instituto ainda estimou que 16 mil pessoas que moram no Tocantins (1% da população) apresentaram sintomas conjugados (simultâneos) de síndrome gripal que podiam estar associados à Covid19 (perda de cheiro ou sabor e tosse – febre, tosse e dificuldade de respirar – febre, tosse e dor no peito). Em relação ao mês anterior (1,4%) o indicador ficou estável.

Dos tocantinenses que apresentaram algum dos 12 sintomas de síndrome gripal, cerca de 29 mil (35,6%) procuraram atendimento em estabelecimento de saúde e 52 mil (64,4%) não buscaram assistência médica. Por outro lado, das pessoas que tiveram um conjunto de sintomas associados à Covid19, a maioria (aproximadamente 12 mil ou 73,5%) procurou atendimento, os demais (4 mil ou 26,5%) não foram a postos de saúde, UPAs, pronto-socorros nem hospitais públicos ou privados.

Isolamento social

Quanto ao comportamento diante da pandemia, o IBGE estima que 34 mil pessoas (2,1% da população) não adotaram qualquer medida de restrição de contato em setembro. Em agosto esse contingente era de 23 mil ou 1,4%. De acordo com os resultados, 579 mil (36,6%) reduziram o contato mas continuaram saindo de casa; 714 mil (45,2%) ficaram no domicílio e só saíram em caso de necessidades básicas e 236 mil (14,9%) ficaram rigorosamente isolados. Esse último indicador frente a agosto (271 mil ou 17,2%) registrou queda.

Na comparação por sexo, as mulheres registraram percentuais maiores que os verificados para os homens em medidas mais restritivas de isolamento, em setembro. Em relação aos grupos de idade, crianças e idosos respeitaram mais o distanciamento social: dos que ficaram no domicílio saindo apenas em caso de necessidade 27,1% tinha de 0 a 13 anos de idade e 14,2% 60 anos ou mais. Já dos que ficaram rigorosamente em casa 52,7% era da primeira faixa etária e 16,4% da segunda. Por outro lado, os tocantinenses com idade entre 14 a 29 anos e 30 a 49 anos se destacaram por não terem adotado qualquer medida de restrição de contato (45,1% e 28%, respectivamente).

Indicadores escolares

No Tocantins, aproximadamente 405 mil pessoas de 6 a 29 anos de idade estavam matriculadas em escola ou universidade em setembro, representando 61,3% da população desta faixa etária. Em relação à disponibilização de atividades escolares, 27,3% dos estudantes não tiveram atividades, 69,9% tiveram e 2,7% não tiveram porque estavam de férias. Em agosto, os resultados foram 38,6%, 56,3% e 5,1%, respectivamente. O que significa que houve aumento na disponibilização de tarefas.

Segundo a pesquisa, cerca de 29,6% dos estudantes tocantinenses do ensino fundamental e 21,6% dos alunos do ensino médio ficaram sem atividades escolares para realizar durante o mês de setembro. Na graduação a proporção foi de 26,5%. Em relação a agosto, nota-se que houve aumento na disponibilização de tarefas em todos os níveis escolares: de 51,5% para 67,7%, no ensino fundamental; de 66% para 76,9%, no ensino médio; e de 61,4% para 69,1%, no ensino superior.

Empréstimos

A PNAD Covid19 também registra dados de pedidos de empréstimos. No estado, do início da pandemia até setembro em aproximadamente 28,1 mil domicílios (5,8% do total) algum morador solicitou dinheiro emprestado (pode ocorrer que mais de uma pessoa da mesma casa tenha feito o pedido). O IBGE estima que em 23,1 mil domicílios (4,7%) os pedidos foram atendidos e nos demais (4,6 mil ou 1%) o crédito não foi concedido. Isso significa que 82,2% dos lares tiveram a solicitação atendida. Em relação a agosto, esses indicadores ficaram estáveis.

Na análise dos pedidos de empréstimos segundo as fontes, a categoria banco ou financeira foi a mais frequente (77,1%). O percentual de domicílios onde algum morador conseguiu empréstimo com amigos ou parentes ficou em 24,5%, com outra pessoa ou local 2,1% e com empregador ou patrão 0,8%.

Itens de higiene

Outro tema abordado foi a existência de itens básicos de limpeza e proteção. Os dados mostram que em quase todos os lares tocantinenses haviam sabão ou detergente (99,5%), máscara (99,6%) e água sanitária ou desinfetante (98%). O álcool 70% ou superior estava presente em 96,2% dos domicílios, enquanto as luvas descartáveis estavam presentes em somente 28,3% das unidades domiciliares. Em agosto, esse índice era de 31%, ou seja, houve queda.

Assim como nos meses anteriores, a pesquisa revela que os itens básicos de limpeza e proteção estão mais presentes em domicílios com rendimento mais elevado. Destacam-se no Tocantins a menor presença de álcool 70% ou superior em lares com menos de meio salário mínimo per capita (93,9%) e de luvas descartáveis (21,9%). Esses materiais registraram índices de 99,1% e 52,8%, respectivamente, nos domicílios com renda per capita de quatro ou mais salários mínimos.

Cenário nacional

O IBGE estima que até setembro, cerca de 21,9 milhões de brasileiros (10,4% da população) haviam feito algum teste para saber se estavam infectadas pelo coronavírus (até agosto esse número estava em 17,9 milhões de pessoas, ou 8,5% da população). Entre essas pessoas, 22,1% (ou 4,8 milhões) testaram positivo.

Entre os 211,4 milhões de residentes, cerca de 6,4 milhões (3%) não fizeram qualquer medida de restrição em setembro; 84,1 milhões (39,8%) reduziram o contato mas continuaram saindo de casa; 85,3 milhões (40,3%) ficaram em casa e só saíram em caso de necessidades básicas; e 34,5 milhões (16,3%) ficaram rigorosamente isolados. A região Norte apresentou o maior percentual de pessoas que não fizeram restrições (6,6%), seguida da região Nordeste (3,2%), Sudeste (2,8%), Centro-Oeste (2,4%) e Sul (1,6%).

Na comparação entre os estados, o Pará (10,2%) apresentou o maior percentual de pessoas que não adotaram qualquer medida de restrição, seguido do Amapá (7,9%) e do Maranhão (5,8%). Tocantins, com proporção de 2,1%, figurou em 17º lugar no ranking e o Acre registrou o menor percentual (0,8%). (Wendy Almeida de Araujo)

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Tocantins

Tocantins acumula 74.184 casos de Covid-19 e 1.084 óbitos

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Neste domingo, 25, o Tocantins contabilizou 68 novos casos confirmados da Covid-19, sendo 13 das últimas 24h. O restante é de exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Dos 68 novos casos 29 foram detectados por RT-PCR, 03 com sorologia e 36 através testes rápidos.

Atualmente, o Tocantins contabiliza 229.556 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 74.184 casos confirmados. Destes, 61.614 pacientes estão recuperados, 11.486 pacientes seguem em isolamento domiciliar ou hospitalar e 1.084 pacientes foram a óbito.

Os dados contidos no boletim são consolidados com resultados de exames realizados no Lacen e notificações recebidas dos municípios até as 23h59 do último dia.

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ARAGUAÍNA: Laboratório para testagem molecular da Covid-19 é estruturado

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria do Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (Lacen/TO), finalizou a montagem da estrutura do laboratório de análises moleculares da Covid-19, em Araguaína. A Unidade é fruto da união de várias instituições e viabiliza o atendimento da população de 54 municípios da Região Macro Norte do Tocantins.

A diretora do Lacen/TO, Jucimária Dantas celebra a entrega. “A unidade do Lacen/TO, em Araguaína, foi estruturada com a soma de forças de várias instituições públicas e privadas, que doaram os equipamentos, móveis, computadores, além das adequações na estrutura física do laboratório. Estamos trabalhando agora no  treinamento da equipe, com assistência integral de 20 profissionais biomédicos, farmacêuticos-bioquímicos e técnicos envolvidos na realização dos exames na unidade. A capacitação é ministrada pela equipe do LACEN/Palmas”, disse.

A Diretora explicou ainda que, “neste primeiro momento, o treinamento é voltado para o diagnóstico molecular da Covid-19, e deverá ser ampliado para outros agravos de interesse da Saúde Pública, como as Arboviroses (Dengue, Zika e chikungunya) entre outros vírus respiratórios.”

A previsão é que o início das análises no Lacen de Araguaína ocorra na primeira semana de novembro, atendendo as demandas dos pacientes internados nos hospitais públicos e privados, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), hospital municipal e de campanha da região macro norte.

Lacen/TO

O Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (LACEN-TO) é o responsável pela realização de diagnósticos laboratoriais de agravos de interesse de saúde pública, controle de qualidade das análises de saúde pública realizados nos municípios, controle de qualidade ambiental e de produtos, capacitação de profissionais multidisciplinares e supervisão na rede estadual de laboratórios.

Durante a pandemia do novo Coronavírus, o Lacen/TO é responsável, na rede pública, pelos testes de RT-PCR (Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real), que identifica a presença do gene do vírus SARS-CoV-2. Esta metodologia é reconhecida e recomendada pelo Ministério da Saúde (MS) como “padrão ouro” para o diagnóstico da doença.

A Unidade do Tocantins já realizou 93.343 testes de RT-PCR para diagnóstico da Covid-19 e conta com a capacidade de testagem diária de dois mil testes, além de ser considerada, pelo Ministério da Saúde, como um dos laboratórios públicos mais céleres do Brasil. Segundo a publicação recente do órgão federal, o Lacen/TO liberou 99,10% dos resultados das amostras em menos de dois dias, o que garante o diagnóstico precoce e oportuno da doença. ( Laiany Alves / Foto: Nielcem Fernandes)

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