- Publicidade -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
terça-feira, 05 / julho / 2022
- Publicidade -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
- Publicidade -spot_img
Array

PARÁ: Alimentação ficou mais barata na capital em maio

Mais Lidas

Uma boa notícia que envolve um dos principais gastos das famílias paraenses: a cesta básica. Recente pesquisa divulgada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) mostra queda, pelo segundo mês consecutivo, no custo da alimentação dos paraenses. Os dados são referentes ao mês de maio. Neste período a cesta, composta por 12 produtos, foi vendida, na região metropolitana, a R$ 229,62, com queda de 0,77% em relação ao mesmo período do ano passado, quando custava R$ 231,40. A pesquisa contempla 17 capitais brasileiras e mostra que apenas cinco apresentaram queda de preços. Nas demais houve reajustes.

As maiores quedas de preço foram registradas no tomate, com 6,27%; seguido do arroz, 2,74%; farinha de mandioca, 1,82%; e o óleo de cozinha, com queda de preço no mês de 1,27%. Ainda com base na pesquisa do mês de maio, vários produtos da cesta básica tiveram alta de preço, como o café, com alta de 5,82%; o leite, com 4,02%; manteiga, com 2,62%; e o açúcar, com 1,48%. Com isso, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 688,86, sendo necessários, portanto, cerca de 1,26 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação.

Para garantir as necessidades básicas da família, portanto, o trabalhador paraense comprometeu 45,80% do salário mínimo de R$ 545,00, tendo que trabalhar 92 horas e 41 minutos das 220 horas previstas em Lei.

12 meses

No que ser refere aos últimos 12 meses, o cenário é diferente, com reajuste acumulado de 3,55%. Isto deve-se ao fato da maioria dos produtos apresentarem alta de preços, entre eles o óleo de cozinha, com alta de 26,83%; seguido da carne bovina, com 22,03%; da manteiga, 11,99%; banana, 10,21%; açúcar, 6,61%; e o café, com alta de preço acumulada no período de 6,46%. Também no mesmo período, alguns produtos apresentaram queda de preços. Os mais expressivos foram: feijão, com recuo de 28,02%; tomate, com queda de 8,61%; leite, com queda de 3,72%; e farinha de mandioca, com queda de 3,24%.

A pesquisa mostra ainda que, com base no maior custo apurado para a cesta básica nacional e levando em consideração o preceito Constitucional, que estabelece que o salário mínimo deva ser suficiente para alimentar o trabalhador e sua família, suprindo suas necessidades com alimentação, educação, moradia, saúde, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. 

No mês de maio, o salário mínimo oficial foi de R$ 545,00, mas o necessário para atender os preceitos constitucionais para uma família deveria ter sido de R$ 2.293,31. Este valor é cerca de quatro vezes maior que o mínimo em vigor. O valor necessário é calculado de acordo com a determinação da Lei, que estabeleceu os valores da cesta básica nacional e também com base os preceitos Constitucionais que norteiam o salário mínimo.

Das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese, São Paulo foi quem apresentou o maior valor da alimentação básica com R$ 272,92; seguida de Porto Alegre, com o valor de R$ 265,70; e Vitória, com o custo de R$ 260,59. Em termos de variação, no mês de maio, Recife, com 2,79% de crescimento, apresentou a maior variação positiva em relação a abril, seguida por Fortaleza, com crescimento de 2,54%; e Rio de Janeiro. (Portal ORM)

- Publicidade -spot_img
Assinar
Notificar-me
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimas Notícias