Connect with us

Pará

PARÁ: Altamira ganha Unidade de Pronto Atendimento e IML

Publicado

em

A governadora Ana Júlia Carepa inaugurou a Unidade de Pronto Atendimento, no município de Altamira, bairro do Mutirão, que oferecerá 300 atendimentos de urgência qualificado durante 24h do dia. Na UPA ainda poderão ser feitas consultas médicas em regime de pronto atendimento em casos de menor gravidade, desafogando as unidades básicas de saúde e o Hospital Regional de Altamira.

Com investimentos na ordem de R$ 150 mil, o governo reativou a unidade, fazendo obras de revitalização e adaptação do espaço para receber a UPA, que além de atendimento de urgência e emergência, a população também vai realizar exames de raio-x, laboratoriais e terapêuticos. E para atender à população, foram contratados 107 servidores, sendo, em sua maioria, aprovados no concurso público da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

A governadora visitou as dependências da UPA e conheceu as salas de observação, com alas separadas entre homens e mulheres; sala para imobilizações e aplicação de gesso; laboratório, onde serão realizados exames de sangue, urina, fezes, entre outros, dos pacientes atendidos na UPA; consultórios médicos; salas para higienização pessoal, entre outras alas.

Ana Júlia Carepa foi recebida pelos servidores da unidade e agradeceram pela oportunidade do emprego, tanto daqueles contratados via concurso público, como os prestadores de serviço.

A governadora ressaltou a importância da comunidade ter a compreensão de que a UPA não é um hospital ou consultório médico. “Trouxemos hoje aqui para Altamira essa Unidade de Pronto Atendimento para somar aos serviços já existentes na área da saúde no município, como as Unidades Básicas de Saúde, Hospital Municipal e Hospital Regional de Marabá, onde investimos R$ 4,6 milhões só para compra de equipamentos”, disse Ana Júlia Carepa, que ainda informou que só para manutenção mensal do Hospital Regional de Altamira, são empenhados mais de R$ 2 milhões.

“Precisou eleger a sra. como governadora para que as coisas pudessem acontecer”, disse Antônia Martins, presidente da Associação de Mulheres de Altamira. “Não basta a vontade pessoal, é preciso ter vontade política de fazer serviços para a população, como essa unidade que hoje a senhora está entregando pra gente”, reconheceu a líder comunitária.

IML

Em Altamira também foi implantando um Instituto Médico Legal, que vai funcionar como Unidade Regional do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. “A ideia é descentralizar os atendimentos que antes eram feitos apenas na capital e em outras cidades pólo”, explica Raimundo Humberto Sena, diretor geral do CPC Renato Chaves. “O objetivo é termos 13 unidades regionais, como essa de Altamira, e as já instaladas em Belém, Abaetetuba, Castanhal, Marabá, Santarém, além do Núcleo Avançado de Bragança”, disse Sena.

Loredan Melo (PMDB), presidente da Câmara de Vereadores de Altamira, que também é médico, parabenizou a vontade e coragem do governo do Estado em investir na saúde. “Hoje é motivo de alegria e muita emoção para todos nós, em especial para mim, que sou médico, divido o sonho que há anos estamos lutando pela instalação do CPC”, disse o vereador. “Mais do que construir um prédio, o sucesso só vem se o serviço oferecido tem continuidade. E a senhora, governadora, está fazendo as duas ações: construção de obras e manutenção dos serviços”, agradeceu Melo, que finalizou dizendo que “a saúde não tem pressa e a senhora veio imediatamente nos atender. Sua presença honra muito o nosso município”.

“Se esse IML tivesse chegado aqui antes, muitos daqueles jovens poderiam ter sido reconhecidos, acalentando a angústia dos familiares que não puderam enterrar suas crianças”, disse Antônia Martins, da Associação de Mulheres, sobre as vítimas do caso dos emasculados de Altamira, que em sua maioria, pela ausência de um centro de perícias, não tiveram suas identidades reconhecidas.

A governadora Ana Júlia Carepa agradeceu a receptividade calorosa dos moradores de Altamira e destacou que essas obras (IML e UPA) são apenas a continuidade dos serviços e ações que o governo do Estado vem fazendo em Altamira e em todos os outros 142 municípios. A governadora ainda anunciou a construção de mil unidades habitacionais, do por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, a chegada de mais 65 novos policiais militares para Altamira e ressaltou a importância dos 3 infocentros do programa NavegaPará e o ponto de internet livre, instalado na orla da cidade.

“Vamos construir, em parceria com o presidente Lula, mil casas de 39 m² para dar um novo lar e nova vida para os moradores de Altamira, inclusive os do bairro Paixão de Cristo, que foram desalojados”, disse a governadora, muito aplaudida por moradores do bairro Paixão de Cristo. (Renata Biondi)

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Pará

Governo do Pará regulamenta lei para regularização fundiária e combate à grilagem e ao desmatamento

Publicado

em

Estabelecer critérios técnicos e procedimentos para regularização fundiária em áreas urbanas e rurais e, consequentemente, combater o desmatamento e a ocupação irregular de terras. Com esse objetivo, o governador Helder Barbalho assinou, na tarde desta quarta-feira (25), em solenidade no Palácio dos Despachos, em Belém, os decretos 1.190 e 1.191, que regulamentam a Lei Estadual nº 8.878, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) em 2019.

Os novos decretos permitem ao Estado avançar na regularização de terras já ocupadas por pequenos, médios e grandes produtores, desde que estes estejam dentro do perfil e atendam aos critérios estabelecidos. A medida não vale para processamento e análise dos pedidos de regularização fundiária de áreas rurais compostas integralmente com cobertura florestal primária, que deverão ser submetidos a outros procedimentos para concessão do uso sustentável.

As competências para coordenar, normatizar e supervisionar o processo de regularização fundiária de áreas rurais em terras do território paraense, e também para expedir os instrumentos de titulação, serão de responsabilidade técnica do Instituto de Terras do Pará (Iterpa). A regularização em Assentamentos Sustentáveis (AS), Assentamentos Extrativistas (AE) e remanescentes das comunidades quilombolas (TEQ) serão previstas em decretos próprios.

Dependendo do tamanho da área, o processo de regularização de terras públicas estaduais só será validado com aprovação da Alepa e do Congresso Nacional. Solicitação de regularização em área rural de até 1.500 hectares será feita pelo Iterpa. A aprovação de regularização de área entre 1.500 e 2.500 hectares será processada pelo Iterpa e validada com prévia autorização da Assembleia Legislativa. Já os pedidos de regularização acima de 2.500 hectares serão processados pelo Instituto de Terras e a expedição do título dependerá de autorização do Congresso Nacional.

Demanda histórica – O governador Helder Barbalho ressaltou que, além da preservação do meio ambiente e da possibilidade de identificar e punir quem explora os recursos naturais de forma predatória e irregular, os decretos, associados a outras ações do governo do Estado, auxiliarão o desenvolvimento sustentável do Pará.

“Estamos cumprindo uma etapa fundamental para a consolidação de uma missão estratégica de nosso governo. Uma demanda histórica. Fato que é um assunto complexo, que atrai a pluralidade de opiniões. Porém estamos sinalizando para a sociedade paraense que, efetivamente, estamos no caminho para garantir direitos e um futuro melhor, priorizando o desenvolvimento sustentável em nosso Estado” – Helder Barbalho.

 para evitar qualquer tipo de possiblidade de regularizar grileiros de terras ou mero especuladores. Essa legislação é para quem, de fato, produz e quer ajudar a desenvolver o Estado”, reiterou.

“A partir de agora, consolidamos entendimentos e estabelecemos os novos procedimentos para tornar a regularização fundiária, as atividades agrárias e não agrárias, mais eficientes. Essa lei é extremamente moderna e traz conceitos que trabalham a valorização da floresta em pé. O conceito da década de 1970, que orientava desmatar 50% da área para obter o título, agora não se exige mais. A floresta serve para realização de novos negócios sustentáveis previstos no Código Florestal”, completou Bruno Kono.

Decisão coletiva – O empresário Carlos Fernandes Xavier, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará (Faepa), disse que o tema é um antigo objeto de debate do setor agropecuário. “Temos hoje uma quantidade significativa de pequenos, médios e grandes produtores. Esse decreto de hoje é fruto de uma grande discussão. Portanto, é uma decisão tratada de forma coletiva, onde o produtor terá o seu título e vai fazer com que a terra cumpra sua obrigação e papel fundamental de produzir e, por consequência, gerando desenvolvimento e renda para o Estado, principalmente em um momento de pandemia, em que o mundo está precisando de alimento”, reforçou.

Para o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O’de Almeida, a regularização fundiária é uma ferramenta estratégica para a preservação e conservação do meio ambiente.

“Para fazer a regularização ambiental é necessária a regularização fundiária. Elas andam juntas. Portanto, cada vez mais que conseguirmos fazer a regularização fundiária mais conseguiremos fazer a correção dos passivos ambientais de áreas de reservas legais e, por consequência, o plano de recuperação de áreas degradadas” – Mauro O’de Almeida, titular da Semas.

Continue lendo

Pará

Pará registra 269.057 casos e 6.892 óbitos de Covid-19

Publicado

em

A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou nesta quinta-feira (26) mais 533 novos casos de infectados com o novo coronavírus e 8 óbitos. Agora, são 269.057 casos e 6.892 óbitos no estado.

De acordo com o boletim, são 77 novos casos de Covid-19 e 3 óbitos cadastrados dos últimos sete dias. Em relação à subnotificação das prefeituras, foram confirmados mais 456 casos e 5 óbitos acontecidos em dias anteriores.

O Pará possui, até então, 251.449 recuperados, 37.034 casos descartados e 732 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 35% dos leitos clínicos e 57% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

De acordo com a Sespa, já foram realizados 437.419 testes rápidos e 97.457 testes de PCR para Covid-19, até então.

Continue lendo

Pará

Pará lidera geração de empregos formais na região Norte em outubro

Publicado

em

O Pará foi o maior gerador de empregos formais entre todos os estados da região Norte em outubro deste ano. Pelo quinto mês consecutivo, o Estado voltou a apresentar crescimento com a geração de 9.480 postos de trabalhos em vários setores econômicos, com destaque para o comércio, serviços e indústria. A pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foi divulgada nesta quinta-feira (26). 

“Todos nós sabemos do choque que a pandemia da Covid-19 gerou sobre a economia brasileira, os baixos níveis de ocupação e a elevada taxa de desocupação. Apesar deste cenário, o Pará tem se destacado com a manutenção de um cenário positivo com aumento de postos de trabalho formais e o melhor resultado entre os estados da região Norte. Isso se dá em função da iniciativa posta pelo governo do Estado através do Retoma Pará que, com muita responsabilidade e cautela, possibilitou que obras fossem iniciadas, que empresas que estavam em processo de abertura de loja ou contratação retomassem as contratações, e que atividades de serviço fossem desenvolvidas. O saldo de 9.480 postos de trabalho é resultado de um trabalho em conjunto, que ao longo deste ano o governo do Pará conseguiu manter, pensando em um único agente: o povo paraense”, destaca Inocêncio Gasparim, titular da Seaster.

Segundo o estudo do Dieese/PA, em outubro deste ano, pelo quinto mês consecutivo, foram feitas em todo o Pará, 29.442 admissões contra 19.962 desligamentos, gerando um saldo positivo de 9.480 postos de trabalhos formais. No mesmo período do ano passado, o Estado também apresentou crescimento, só que bem menor que o verificado este ano. Naquela oportunidade, foram 24.558 admissões, contra 21.837 desligamentos, gerando um saldo positivo de 2.721 oportunidades.

Ainda de acordo com o estudo, no mês passado, todos os setores econômicos do Estado apresentaram crescimento na geração dos empregos formais, com destaque para o comércio, com a criação de 3.179 postos de trabalhos, seguido do setor serviços com a geração de 2.879 postos. Logo em seguida aparece a indústria, com a criação de 1.636 novas vagas, construção civil com 1.346 postos de trabalhos, e setor agropecuário com a geração de 440 postos.

Entre todos os estados da região Norte, o Pará lidera a geração de empregos com a criação de 9.480 postos de trabalhos, seguido do Amazonas com a geração de 5.669 postos de trabalhos; Rondônia, com a geração de 1.635 postos de trabalhos; Tocantins, com a geração de 1.504 postos; Acre, com a geração de 860 novos postos; Amapá, com a geração de 837 postos, e Roraima, com a criação de 673 novos empregos. Em todo o Norte, foram feitas 67.752 admissões contra 47.094 desligamentos em outubro, gerando saldo positivo de 20.658 postos de trabalhos formais.

“Estes dados colocam o Pará como o 10º estado brasileiro na criação de empregos formais. Quando nós comparamos essa somatória do período de janeiro até outubro deste ano, o Pará já gerou 32 mil postos de trabalho. É fundamental e importante esses números porque, em tempos de pandemia, todos os grandes setores da economia paraense conseguiram apresentar resultados positivos de empregos formais. Não podemos esquecer que o Pará tem o melhor resultado entre os estados da região Norte e os protocolos de segurança que o Estado adotou logo no começo da pandemia deram um fôlego para essa retomada, então, a expectativa é que cada vez mais tenhamos uma abertura maior da economia e, consequentemente, mais pessoas chegarão ao mercado de trabalho”, observa Everson Costa, técnico do Dieese/PA. 

Continue lendo
publicidade Bronze