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Pará

Pará apresenta projetos aos chineses

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Missão paraense apresenta projetos na ChinaO Pará será, durante os próximos 10 anos, um dos principais mercados do mundo para a construção de hidrelétrica e para a produção, venda e distribuição de energia. Um mercado que envolverá nada menos que 50 bilhões de dólares. Como os governos federal e estadual não dispõem do montante de recursos para financiar os projetos, buscam parceiros privados, no Brasil e no exterior. Na noite de sábado passado, estes parceiros foram prospectados na China, em reunião envolvendo o governo estadual, a Eletronorte, a Companhia das Docas do Pará e empresários do setor da mineração.

O secretário estadual de Desenvolvimento, Ciência e Energia, Maurílio Monteiro, e o diretor de Novos Negócios da Eletronorte, Wilson Fernandes de Paula, lideraram o grupo que se reuniu com o primeiro secretário da embaixada brasileira na China, Marco Túlio Cabral, e apresentaram 10 projetos envolvendo oito hidrelétricas e duas termelétricas a ser construídas no Pará na próxima década. A reunião, em Chengdu, capital da província de Sichuan, oeste chinês, faz parte dos objetivos da missão que o governo paraense enviou à China com o objetivo de prospectar mercados, assinar acordos de irmandade e buscar investimentos privados para grandes projetos.

Além dos projetos, o grupo apresentou as duas formas de os empresários chineses participarem: como sócios-investidores (com recursos próprios, chamados de equity, e não emprestando dinheiro) e também como fornecedores de suprimentos e serviços. A hidrelétrica de Belo Monte, cujo leilão está previsto para dezembro próximo, é o principal projeto do pacote, a investimentos de 10 bilhões de dólares e previsão de geração de 80 mil empregos diretos e indiretos. Outro destaque é o complexo Tapajós, envolvendo cinco usinas hidrelétricas: duas no rio Tapajós – a São Luís e a Jatobá – e três no rio Jamanxin – a Jamanxin, a Caí e a Cachoeira dos Patos.

“A construção das usinas demandará 30 bilhões de dólares de investimentos e as linhas de transmissão, outros 20 bilhões”, informa o diretor da Eletronorte Wilson Fernandes de Paula. “A estimativa é gerar 238 mil empregos diretos e indiretos”. As duas termelétricas, em Barcarena e Marabá, vão gerar um total de 1,2 milhão de megawatts e serão movidas a gás natural, num projeto que envolve também a construção de um terminal de regaseificação de gás natural liquido em Vila do Conde e que já tem assinado, a partir de iniciativa do governo do Estado, um acordo de viabilidade técnica e econômica entre a Eletronorte e grupos privados da Bahia e do Sudeste brasileiro.

“O presidente Lula se define como um caixeiro viajante e envolveu as embaixadas brasileiras nessa tarefa de divulgar nossas potencialidades e oportunidades de negócios”, disse o secretário Maurílio Monteiro. “É nesse contexto que a embaixada do Brasil na China apoia a missão paraense aqui em Chengdu e se comprometeu a apoiar a busca de parceiros para concretizar os projetos. A China, além de reservas de 2,3 trilhões de dólares, tem know-how na construção de hidrelétricas e distribuição de energia e é um parceiro potencial.”

O secretário Maurílio Monteiro lembrou que o modelo do leilão é seguro, já que a compra da energia estaria garantida pelo mercado brasileiro, e a preços já estabelecidos por três décadas, reduzindo qualquer surpresa. O embaixador Marco Túlio Cabral se comprometeu a apresentar os projetos aos investidores chineses, explicando em detalhes o modelo de leilão praticado no Brasil, e também a disponibilizar no site da entidade as principais informações sobre os empreendimentos e a forma de participação de entes internacionais. Ele também informou que, no início de novembro, o diretor de energia do Itamaraty estará na China e se envolverá pessoalmente nos projetos.

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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Pará

Pará recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19

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O Pará recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), mais uma remessa das vacinas contra a Covid-19. Essa é a 22ª enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro. São 34.200 doses da CoronaVac/Sinovac, vacina que é desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, localizado em São Paulo. No total, o Pará já recebeu 2.687.220 doses, sendo 1.239.440 da CoronaVac, 1.396.300 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

A expectativa é que a distribuição das doses que chegaram hoje, seja realizada já a partir deste sábado (15), para os Centros Regionais de Saúde. O envio será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

“A equipe de logística da Sespa vai se reunir, ainda na tarde de hoje, para organizar o envio das doses para os municípios da Região Metropolitana e interior do Estado. A prioridade é enviar doses aos locais que precisam acelerar a vacinação nos grupos da terceira etapa do plano estadual de vacinação”, explica Marcus Coura, coordenador de Logística da Sespa. 

A aplicação da vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde. “A Sespa está viabilizando a campanha junto aos municípios, mas nós reforçamos que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como distanciamento social, uso de álcool em gel e máscara”, afirma o Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, reforça o secretário.

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Pará

MARABÁ: ARCON coíbe circulação do transporte clandestino

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Com o intuito de coibir a circulação do transporte clandestino, a equipe de fiscalização da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon-Pa) realizou durante esta semana uma  operação de combate ao transporte  irregular de passageiros nas estradas do município de Marabá, sudeste do Estado.

A fiscalização atuou na região sudeste do Estado, no período dos dias 10 a 14/05.  A Arcon vem realizando operações periódicas para impedir a circulação do transporte clandestino nas estradas de todo o Estado. A ação, mobilizada pela equipe de fiscalização da Agência, contou com o apoio da Polícia Militar. 


“O objetivo da operação é garantir a prestação do serviço do transporte intermunicipal de forma segura, e autorizada pelo órgão estadual para a segurança nas viagens da população paraense e a garantia no cumprimento ao protocolo de sanitário de enfrentamento à Covid-19”, explica Ivan Bernaldo – Diretor de Fiscalização da Arcon.

Durante a operação em Marabá, foram apreendidos 10 veículos clandestinos e aplicados 17 autos de infração. Os fiscais da Arcon também observaram o cumprimento do protocolo de segurança por conta da Covid-19 (Decreto nº 800/2020) a capacidade de lotação, dentre outros itens para a segurança da viagem, como, por exemplo, as condições dos veículos.

Serviço: Denúncias e reclamações podem ser feitas presencialmente, nas salas da Ouvidoria da Arcon-Pa localizadas nos terminais rodoviário e hidroviário de Belém, pelo telefone 08000911717, no e-mail [email protected], e através do  aplicativo de celular “Ouvidoria Arcon-Pa”.

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