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Pará

PARÁ: Atletas de todo o mundo já começam a treinar no Mangueirão

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A preparação dos atletas do mundo inteiro para o Gp de atletismo Caixa Governo do Pará GP começou na tarde desta segunda-feira (17) após a chegada dos desportistas na capital paraense e nesta terça de manhã. Os atletas de todo mundo já começam a treinar no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Há treinamentos das modalidades de salto em altura, 400 metros com barreira, arremesso de martelo e salto em distância.

O treinamento é o caminho para os bons resultados no GP de atletismo Caixa Governo do Pará que será disputado nesta quarta-feira (19) às partir das 18h. O governo do Estado por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, Seel é quem realiza o evento.

Segundo o superintendente técnico, Martinho Nobre dos Santos, o GP que a cidade de Belém sediará tem a mesma importância que teve nas edições anteriores. “Todos os GPs pontuavam, mas devido ao cancelamento da competição que classificava para o mundial, não existe mais a pontuação para essa competição. Porém o GP é a oportunidade dos atletas melhorarem sua participação no ranking mundial”.

No Pará, o GP já é tradição. O público que chega a ser um dos maiores em todas as etapas, como já aconteceu em 2004, com a presença de 42 mil pessoas, faz com que brilhe ainda mais o esporte no Estado. “Nenhum país realiza 5 GPs internacionais seguidos. O Brasil é o único do mundo a realizar essas competição. É a oportunidade para os atletas mostrarem seu potencial esportivo. Além de que Belém reúne sempre um público muito bom”, acrescenta.

Atletas

O primeiro treinamento no Mangueirão teve a participação de aproximadamente 40 pessoas. Para o atleta que compete a prova de velocidade 400 metros com barreira, Thiago Sales, o objetivo de competir em Belém é a busca do aperfeiçoamento durante a prova. “Aqui a pista é muito boa, o que vai colaborar para chegar a bons resultados. Outro fator importante também é o clima, pois não vamos ter o calor que tem aqui em Belém durante o dia. Acho que isso irá ajudar”, afirmou.

Thiago foi o 5º lugar no PanAmericano de 2005 na categoria juvenil, vice campeão SulAmericano em 2008, foi o 4º lugar no troféu Brasil de Atletismo nos anos de 2007 e 2008, e na última competição do GP em Fortaleza, ocorrido no último domingo (16), o sétimo lugar. O treinamento teve também a participação do atleta paraense Alan Fonteles. Para Alan, os atletas que irão competir no GP é um espelho para a carreira que pretende seguir. Alan Fonteles irá participar da prova de 100 metros que antecede as provas oficiais da disputa.

“Já tive a oportunidade de participar de provas da programação do GP duas vezes, e é com muita alegria que vou novamente participar. Essa prova pra mim já serve como preparação para o Campeonato Brasileiro de Atletismo que vai acontecer no final do mês em Fortaleza”, declara. Alan Fonteles faz parte do projeto Papo Cabeça, desenvolvido pelo governo do Estado por meio da Seel. Ao todo 40 alunos têm aulas de atletismo durante a semana.

Um dos destaques que estão em Belém é o atleta americano Jamie Nieto, que irá participar da prova na capital paraense pela terceira vez. Para Jamie o objetivo é vencer os próprios desafios. O atleta nunca venceu a prova de salto em altura em GPs disputados em Belém, e espera agora conquistar essa vitória. “O horário da prova aqui era muito cedo, e não estava acostumado com as mudanças de horário, mas agora pretendo vencer com a ajuda noturna, já que este ano as provas serão a noite”, disse.

Antidoping

No Mangueirão haverá um lugar reservado para que após as provas os atletas possam fazer o teste antidoping. A escolha dos atletas que passarão pelo exame é feita através de um sorteio. Primeiro sorteia-se 10 provas de todas as que serão disputadas, após isso se faz o sorteio das colocações. O atleta que for sorteado de acordo com a prova e com a colocação será encaminhado a oficial de controle de doping para que seja coletado o material para posteriormente ser encaminhado a análise laboratorial. Os atletas que disputaram o GP na quarta-feira (19) tiveram treino marcado para 16h30 de hoje no Estádio Olímpico do Pará, Mangueirão. O onibus sai 16h do Hotel Crawne Plasa.

Congresso técnico

Nesta terça-feira, às 19h, no Hotel Crowne Plaza irá acontecer o congresso técnico para esclarecer as regras das competições, e como funciona. O congresso é destinado aos técnicos e preparadores de atletas. No GP Caixa Governo do Estado do Pará, 65 árbitros locais vão fazer parte da arbitragem. Destes, cinco são do interior do Estado.

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Pará

Governo do Pará regulamenta lei para regularização fundiária e combate à grilagem e ao desmatamento

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Estabelecer critérios técnicos e procedimentos para regularização fundiária em áreas urbanas e rurais e, consequentemente, combater o desmatamento e a ocupação irregular de terras. Com esse objetivo, o governador Helder Barbalho assinou, na tarde desta quarta-feira (25), em solenidade no Palácio dos Despachos, em Belém, os decretos 1.190 e 1.191, que regulamentam a Lei Estadual nº 8.878, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) em 2019.

Os novos decretos permitem ao Estado avançar na regularização de terras já ocupadas por pequenos, médios e grandes produtores, desde que estes estejam dentro do perfil e atendam aos critérios estabelecidos. A medida não vale para processamento e análise dos pedidos de regularização fundiária de áreas rurais compostas integralmente com cobertura florestal primária, que deverão ser submetidos a outros procedimentos para concessão do uso sustentável.

As competências para coordenar, normatizar e supervisionar o processo de regularização fundiária de áreas rurais em terras do território paraense, e também para expedir os instrumentos de titulação, serão de responsabilidade técnica do Instituto de Terras do Pará (Iterpa). A regularização em Assentamentos Sustentáveis (AS), Assentamentos Extrativistas (AE) e remanescentes das comunidades quilombolas (TEQ) serão previstas em decretos próprios.

Dependendo do tamanho da área, o processo de regularização de terras públicas estaduais só será validado com aprovação da Alepa e do Congresso Nacional. Solicitação de regularização em área rural de até 1.500 hectares será feita pelo Iterpa. A aprovação de regularização de área entre 1.500 e 2.500 hectares será processada pelo Iterpa e validada com prévia autorização da Assembleia Legislativa. Já os pedidos de regularização acima de 2.500 hectares serão processados pelo Instituto de Terras e a expedição do título dependerá de autorização do Congresso Nacional.

Demanda histórica – O governador Helder Barbalho ressaltou que, além da preservação do meio ambiente e da possibilidade de identificar e punir quem explora os recursos naturais de forma predatória e irregular, os decretos, associados a outras ações do governo do Estado, auxiliarão o desenvolvimento sustentável do Pará.

“Estamos cumprindo uma etapa fundamental para a consolidação de uma missão estratégica de nosso governo. Uma demanda histórica. Fato que é um assunto complexo, que atrai a pluralidade de opiniões. Porém estamos sinalizando para a sociedade paraense que, efetivamente, estamos no caminho para garantir direitos e um futuro melhor, priorizando o desenvolvimento sustentável em nosso Estado” – Helder Barbalho.

 para evitar qualquer tipo de possiblidade de regularizar grileiros de terras ou mero especuladores. Essa legislação é para quem, de fato, produz e quer ajudar a desenvolver o Estado”, reiterou.

“A partir de agora, consolidamos entendimentos e estabelecemos os novos procedimentos para tornar a regularização fundiária, as atividades agrárias e não agrárias, mais eficientes. Essa lei é extremamente moderna e traz conceitos que trabalham a valorização da floresta em pé. O conceito da década de 1970, que orientava desmatar 50% da área para obter o título, agora não se exige mais. A floresta serve para realização de novos negócios sustentáveis previstos no Código Florestal”, completou Bruno Kono.

Decisão coletiva – O empresário Carlos Fernandes Xavier, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará (Faepa), disse que o tema é um antigo objeto de debate do setor agropecuário. “Temos hoje uma quantidade significativa de pequenos, médios e grandes produtores. Esse decreto de hoje é fruto de uma grande discussão. Portanto, é uma decisão tratada de forma coletiva, onde o produtor terá o seu título e vai fazer com que a terra cumpra sua obrigação e papel fundamental de produzir e, por consequência, gerando desenvolvimento e renda para o Estado, principalmente em um momento de pandemia, em que o mundo está precisando de alimento”, reforçou.

Para o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O’de Almeida, a regularização fundiária é uma ferramenta estratégica para a preservação e conservação do meio ambiente.

“Para fazer a regularização ambiental é necessária a regularização fundiária. Elas andam juntas. Portanto, cada vez mais que conseguirmos fazer a regularização fundiária mais conseguiremos fazer a correção dos passivos ambientais de áreas de reservas legais e, por consequência, o plano de recuperação de áreas degradadas” – Mauro O’de Almeida, titular da Semas.

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Pará

Pará registra 269.057 casos e 6.892 óbitos de Covid-19

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A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou nesta quinta-feira (26) mais 533 novos casos de infectados com o novo coronavírus e 8 óbitos. Agora, são 269.057 casos e 6.892 óbitos no estado.

De acordo com o boletim, são 77 novos casos de Covid-19 e 3 óbitos cadastrados dos últimos sete dias. Em relação à subnotificação das prefeituras, foram confirmados mais 456 casos e 5 óbitos acontecidos em dias anteriores.

O Pará possui, até então, 251.449 recuperados, 37.034 casos descartados e 732 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 35% dos leitos clínicos e 57% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

De acordo com a Sespa, já foram realizados 437.419 testes rápidos e 97.457 testes de PCR para Covid-19, até então.

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Pará

Pará lidera geração de empregos formais na região Norte em outubro

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O Pará foi o maior gerador de empregos formais entre todos os estados da região Norte em outubro deste ano. Pelo quinto mês consecutivo, o Estado voltou a apresentar crescimento com a geração de 9.480 postos de trabalhos em vários setores econômicos, com destaque para o comércio, serviços e indústria. A pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foi divulgada nesta quinta-feira (26). 

“Todos nós sabemos do choque que a pandemia da Covid-19 gerou sobre a economia brasileira, os baixos níveis de ocupação e a elevada taxa de desocupação. Apesar deste cenário, o Pará tem se destacado com a manutenção de um cenário positivo com aumento de postos de trabalho formais e o melhor resultado entre os estados da região Norte. Isso se dá em função da iniciativa posta pelo governo do Estado através do Retoma Pará que, com muita responsabilidade e cautela, possibilitou que obras fossem iniciadas, que empresas que estavam em processo de abertura de loja ou contratação retomassem as contratações, e que atividades de serviço fossem desenvolvidas. O saldo de 9.480 postos de trabalho é resultado de um trabalho em conjunto, que ao longo deste ano o governo do Pará conseguiu manter, pensando em um único agente: o povo paraense”, destaca Inocêncio Gasparim, titular da Seaster.

Segundo o estudo do Dieese/PA, em outubro deste ano, pelo quinto mês consecutivo, foram feitas em todo o Pará, 29.442 admissões contra 19.962 desligamentos, gerando um saldo positivo de 9.480 postos de trabalhos formais. No mesmo período do ano passado, o Estado também apresentou crescimento, só que bem menor que o verificado este ano. Naquela oportunidade, foram 24.558 admissões, contra 21.837 desligamentos, gerando um saldo positivo de 2.721 oportunidades.

Ainda de acordo com o estudo, no mês passado, todos os setores econômicos do Estado apresentaram crescimento na geração dos empregos formais, com destaque para o comércio, com a criação de 3.179 postos de trabalhos, seguido do setor serviços com a geração de 2.879 postos. Logo em seguida aparece a indústria, com a criação de 1.636 novas vagas, construção civil com 1.346 postos de trabalhos, e setor agropecuário com a geração de 440 postos.

Entre todos os estados da região Norte, o Pará lidera a geração de empregos com a criação de 9.480 postos de trabalhos, seguido do Amazonas com a geração de 5.669 postos de trabalhos; Rondônia, com a geração de 1.635 postos de trabalhos; Tocantins, com a geração de 1.504 postos; Acre, com a geração de 860 novos postos; Amapá, com a geração de 837 postos, e Roraima, com a criação de 673 novos empregos. Em todo o Norte, foram feitas 67.752 admissões contra 47.094 desligamentos em outubro, gerando saldo positivo de 20.658 postos de trabalhos formais.

“Estes dados colocam o Pará como o 10º estado brasileiro na criação de empregos formais. Quando nós comparamos essa somatória do período de janeiro até outubro deste ano, o Pará já gerou 32 mil postos de trabalho. É fundamental e importante esses números porque, em tempos de pandemia, todos os grandes setores da economia paraense conseguiram apresentar resultados positivos de empregos formais. Não podemos esquecer que o Pará tem o melhor resultado entre os estados da região Norte e os protocolos de segurança que o Estado adotou logo no começo da pandemia deram um fôlego para essa retomada, então, a expectativa é que cada vez mais tenhamos uma abertura maior da economia e, consequentemente, mais pessoas chegarão ao mercado de trabalho”, observa Everson Costa, técnico do Dieese/PA. 

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