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Pará

PARÁ: Belém sediará V Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária

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Belém sediará, de 13 a 17 de novembro, no Hangar – Centro de Convenções, o V Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária (V Simbravisa), promovido pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), por meio do seu Grupo Temático de Vigilância Sanitária (GTVisa).

O evento tem patrocínio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde e Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz); e apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Com o tema “Vigilância Sanitária no Século XXI: compromisso com a saúde”, o V Simbravisa debaterá os desafios da contemporaneidade, face às necessidades de proteção e promoção da saúde no mundo atual.

Para isso, terá sua discussão embasada em três eixos temáticos: “Regulação Sanitária e Proteção da Saúde”; “Políticas, Sistemas e Práticas para a Proteção da Saúde”; e “Participação e Controle Social para a Proteção da Saúde”.

A programação científica começará, no sábado (13), com os Cursos Pré-Simpósio sobre os seguintes assuntos: “Procedimentos administrativos em Vigilância Sanitária”, “Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde”, “A Promoção do Uso Racional de Medicamentos”, “Investigação de Surtos de Doenças Transmitidas por Água e Alimentos”, “Fundamentos da Gestão da Qualidade Laboratorial”, “Toxicologia aplicada à Vigilância Sanitária”, “Controle de Qualidade e Regulamentação dos Produtos para Diagnóstico de uso in vitro para HIV, HTLV, Hepatite B e C, Doença de Chagas e Sífilis”.

A solenidade de abertura está agendada para as 19h do domingo (14) e contará com autoridades de saúde nacionais, estaduais e locais.

Conforme os organizadores do Simpósio, “o processo contínuo de internacionalização dos mercados e globalização como fenômenos difusos nas relações econômicas e também políticas, culturais e comunicacionais, entre outras, traz implicações para as políticas de proteção social e de desenvolvimento e revela a área da Vigilância Sanitária como a interface mais sensível às contradições entre as tensões sociais e as funções do Estado contemporâneo”.

“Assim, no atual contexto, mostra-se relevante debater um conjunto de questões em torno das políticas e atividades regulatórias em saúde, o papel da política científica e tecnológica, face à configuração do sistema de saúde brasileiro e os desafios para ampliar as conquistas na área da saúde”.

O V Simbravisa pretende, ainda, “reafirmar que o controle dos riscos à saúde no escopo da Vigilância Sanitária, como direito do cidadão, compromisso e responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS), passa pelo reconhecimento da essencialidade das ações de Vigilância Sanitária, mobilização dos gestores e participação da sociedade em seus diversos segmentos, para a formulação e implementação de políticas públicas e organização de sistemas, serviços e práticas para a efetiva proteção da saúde e qualidade de vida”.

O Simpósio é destinado aos profissionais de Vigilância Sanitária e da Saúde Coletiva em geral e àqueles que atuam em áreas de conhecimento e práticas afins, de instituições de ensino, pesquisa, serviços e laboratórios.

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Pará

MARABÁ: Foram sepultadas nesta terça, 1º, ex-secretária de Turismo e filha mortas por pistoleiros

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Os corpos de Vanuza Barbosa, 41 anos, e sua filha, Jackciane Barbosa, 25 anos, foram enterrados na manhã desta terça-feira (1º) em um cemitério no núcleo São Félix, no bairro Novo Progresso, em Marabá, na região de Carajás, no estado do Pará.

As vítimas foram assassinadas na noite de domingo (29) em uma chácara que fica no núcleo São Félix. De acordo com informações preliminares colhidas pela Polícia Civil, Vanuza foi assassinada com um tiro no rosto e a Jackciane com um tiro no rosto e outro no peito.

Vanuza Barbosa foi secretária de turismo do município no período de 2009 a 2012. Jackciane Barbosa é bacharel de Direito e passou recentemente na proba da OAB.

Polícia Civil informou que investigação do caso segue em sigilo e que nenhum suspeito foi preso ainda.

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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