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Pará

PARÁ: Convênios garantem mais de R$ 5,5 milhões para o setor pesqueiro

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Quatro convênios firmados entre a União e o governo do Estado, totalizando R$ 5.541.663,00, para investimentos no setor pesqueiro do Pará, foram o tema da reunião ocorrida na manhã desta quinta-feira (4), na sede da Colônia de Pescadores Z20, em Santarém, município do Baixo Amazonas. Do total de recursos, R$ 625.190,00 é a contrapartida do governo do Estado, via Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq). O encontro contou com a presença do ministro Altemir Gregolin, da Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca, do secretário adjunto da Sepaq, Constantino Alcântara, e de representantes de colônias de pescadores da região.

Antes da reunião, a comitiva visitou a Feira do Tablado, espaço reformado e entregue recentemente pela Prefeitura de Santarém, para a comercialização de pescado. A visita seguiu até o Mercado Modelo, reformado pelo governo do Estado em 2007, e chegou à Estação de Piscicultura Santa Rosa, localizada na comunidade Santa Rosa, na estrada de Curuá-Una, KM-32.

Durante o encontro, também foram mostrados detalhes de outro convênio, no valor de R$ 740 mil, com contrapartida de R$ 500 mil do Estado, já em fase de execução, destinado à construção na Estação Santa Rosa de um laboratório e uma bateria de viveiros escavados, exclusiva para a pesca do pirarucu. Segundo Constantino Alcântara, a ação dará suporte ao desenvolvimento da criação de pirarucu, desenvolvendo tecnologia para potencializar a atividade no Estado. “Esse convênio está permitindo a criação da infraestrututura necessária para a pesca do pirarucu”, garantiu o secretário adjunto.

Um dos quatro convênios assinados, em vias de liberação, permitirá a ampliação da Estação de Piscicultura Santa Rosa e a transição da entidade, que será o Centro Integrado de Aquicultura (Ciaq). Com a nova estrutura, que inclui laboratório de pesquisa, alojamentos e refeitório, a estação funcionará também como um centro de pesca e capacitação. A expansão permitirá a diversificação do pescado, melhorando a qualidade dos filhotes, fomentando qualquer modalidade de aquicultura e promovendo, futuramente, a produção de jacarés e quelônios (tartarugas e tracajás).

Desenvolvimento

O investimento da União na Estação de Santa Rosa, em Santarém, é de R$ 2.217.431,00, sendo que R$ 221.743,00 são de responsabilidade do governo do Estado. Além dela, as outras estações são as de Terra Alta e Curuçá, municípios da Região de Integração do Guamá.

A Estação de Curuçá, localizada na Vila Curuperé, será beneficiada com R$ 1.734.000,00 do governo federal, com repasse de R$ 192.710,00 do Executivo. Em Terra Alta, o investimento da União foi R$ 1.090.241,00, com contrapartida de R$ 121.137,00 do governo estadual.

O outro convênio assinado nesta manhã visa a expansão do desenvolvimento da malacocultura (criação de moslucos), em especial de ostras, que beneficiará os municípios de São Caetano de Odivelas, Maracanã, Curuçá, Salinópolis e Augusto Correa. O investimento da União é de R$ 499.991,00, e do Estado, R$ 89.600,00.

Para o ministro Altemir Gregolin, os resultados positivos alcançados no setor pesqueiro paraense são consequência das políticas do governo do Pará, que criou em 2007 a Sepaq, passando a dar mais atenção ao setor pesqueiro.

Constantino Alcântara lembrou que o governo do Pará olhou com responsabilidade para o setor da pesca, abandonado em outros governos. Segundo ele, ao criar a secretaria, a governadora Ana Júlia Carepa demonstrou sua preocupação com os profissionais do setor. “Quando a governadora criou a Sepaq, ela entendeu que a pesca e a aquicultura têm uma importância tão grande que podem constituir um eixo do desenvolvimento socioeconômico no Estado”, afirmou o ministro. (Luciane Fiúza)

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Pará

MARABÁ: Foram sepultadas nesta terça, 1º, ex-secretária de Turismo e filha mortas por pistoleiros

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Os corpos de Vanuza Barbosa, 41 anos, e sua filha, Jackciane Barbosa, 25 anos, foram enterrados na manhã desta terça-feira (1º) em um cemitério no núcleo São Félix, no bairro Novo Progresso, em Marabá, na região de Carajás, no estado do Pará.

As vítimas foram assassinadas na noite de domingo (29) em uma chácara que fica no núcleo São Félix. De acordo com informações preliminares colhidas pela Polícia Civil, Vanuza foi assassinada com um tiro no rosto e a Jackciane com um tiro no rosto e outro no peito.

Vanuza Barbosa foi secretária de turismo do município no período de 2009 a 2012. Jackciane Barbosa é bacharel de Direito e passou recentemente na proba da OAB.

Polícia Civil informou que investigação do caso segue em sigilo e que nenhum suspeito foi preso ainda.

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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