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terça-feira, 05 / julho / 2022
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PARÁ: Depois de sete meses de altas, preço da cesta básica cai

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Depois de sete meses consecutivos de alta, o preço da cesta básica dos paraenses apresentou um pequeno recuo no mês de abril de 2011. De acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira (4) pelo Dieese no Pará (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a alimentação básica, composta de 12 produtos, custou R$ 231,40, com queda de 0,58% em relação ao mês de março, quando o preço chegou a R$ 232,76.

O custo da cesta básica em abril para uma família padrão paraense, composta por dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 694,20 sendo necessários, portanto, cerca de 1,27 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação. Ainda com base na pesquisa, para comprar os 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu 46,15% do novo salário mínimo de R$ 545,00 que está em vigor desde o dia 1º de março, e teve que trabalhar 93 horas e 25 minutos das 220 horas previstas em lei.

Para suprir as necessidades previstas em Constituição, como alimentação, educação, moradia, saúde, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o salário mínimo deveria ter sido de R$ 2.255,84, valor é cerca de quatro vezes maior que o novo salário de R$ 545,00 em vigor.

Quedas

Nesse período, a maioria dos produtos que compõem a cesta básica apresentou quedas nos preços, o destaque ficou para o açúcar, com recuo de 3,23%, seguido do tomate com queda de 2,23%. Já o preço do arroz caiu 2,01% e do feijão 1,86%. Apesar disso, a análise mostrou que alguns produtos da cesta continuaram sua trajetória de elevação dos preços, como a manteiga, com alta de 1,52%, e a banana, como crescimento de 1,39%.

Último doze meses

Desde maio de 2010, o preço da cesta básica mostrou aumento acumulado de 1,92%. Nesse período os maiores vilões da alimentação do paraense foi a carne bovina, com elevação de 21,21%, seguido do óleo de cozinha, com alta de 27,42%.

Real

Desde a implantação do Plano Real em julho de 1994, até hoje, a alimentação do trabalhador paraense já foi reajustada em 267,59%. Entretanto, neste mesmo período, alguns itens da cesta básica tiveram aumentos bem superiores a esta média, ultrapassando inclusive o índice da Inflação do Real (em torno de 294%), como é o caso da farinha de mandioca, com um reajuste de preço de 568,29%, seguida do tomate, com alta acumulada de 401,43%. (Portal ORM)

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