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domingo, 07 / agosto / 2022
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PARÁ: Diminui número de paraenses que vivem abaixo da linha da pobreza

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O principal destaque do estudo ‘Índice Paraense de Responsabilidade Social’, divulgado nesta terça-feira, 30, pelo Idesp (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Estado do Pará), foi a redução no número de pessoas abaixo da linha de pobreza. O assunto foi tema da quarta edição do relatório periódico Análise Idesp, sob o tema ‘Mudanças no perfil da pobreza no Estado do Pará’, também divulgado hoje pelo instituto.

Foi utilizado o corte conceitual de pessoas que convivem em domicílios com renda mensal inferior a meio salário mínimo per capita, ou seja, representa R$ 158. Nesse sentido foi constatado que, no Pará, no período de 2004 para 2008, o número de pessoas pobres caiu de aproximadamente 2,9 milhões de pessoas para pouco mais de 2,1 milhões de pessoas, o que representa uma redução da ordem de 26,41%.

Já no período de 2007 para 2008, a queda foi de 10,36%. Isso equivale a dizer que em quatro anos, quase 800 mil pessoas saíram da linha da pobreza sendo que, dessas, praticamente 251 mil pessoas o fizeram em apenas 1 ano (2007-2008). Na região metropolitana de Belém, a redução, de 2004 para 2008 foi de 34,97%, o que equivale a aproximadamente 222 mil pessoas, e de 10,59% (49 mil pessoas) no último ano da série estudada.

O presidente do Idesp, José Raimundo Trindade, ressalta que o estudo apontou um crescimento no Estado. ‘Os indicadores econômicos do Pará, avaliados para o ano de 2009, apresentam os efeitos de contenção da crise econômica mundial, atenuados principalmente pelas medidas tomadas pelos Governos Federal e Estadual, como a desoneração de tributos em setores estratégicos, como a indústria automotiva, de eletrodoméstico, estímulos creditícios ao setor da construção civil, além de investimentos públicos de grande vulto em infraestrutura’, afirma Trindade no documento.

Expectativa de vida

O estudo mostra que, de maneira geral, a expectativa de vida dos paraenses, bem como a dos brasileiros, vem aumentando gradativamente ao longo do tempo. O comparativo mostra que neste período, o estado do Pará se mantém acima da média nacional. Vale ressaltar também que, em algumas Regiões de Integração, essas taxas são bem maiores que a média estadual, como no Marajó e na região do Tocantins, com uma expectativa aproximada de 77,6 e  74,9 anos, respectivamente, para o ano de 2007.

Marajó é a região que atingiu maior crescimento médio. É também a única que cresceu em todos os anos do período analisado. Carajás e Lago Tucuruí são as regiões em que houve a menor média em todos os anos do estudo, mas, em contrapartida, a cada ano há crescimento na esperança de vida da população desses lugares.

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