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Pará

PARÁ: Empresários de transporte reclamam de Transamazônica

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Os empresários João Paulo Chopek e Chico Neto denunciaram à imprensa a  situação precária em que se encontre a Rodovia  BR- 230, a Transamazônica. Ambos são proprietários de transportadora e diariamente têm seus caminhões atolados no trecho entre a Vila Cajazeiras e Vila Arataú.

De acordo com João Paulo, também proprietário de carvoaria e madeireira em Pacajá, há uma dificuldade cada vez maior em entregar suas mercadorias com segurança e dentro do período necessário. “Temos problemas para escoar produtos. Os caminhões vivem atolados”, reclama. Ele conta que na sexta-feira (20), quando vinha de Pacajá para Marabá, se deparou com aproximadamente 50 caminhões esperando na fila para atravessar os atoleiros. Os motoristas dependem do serviço prestado por alguns tratores, que puxam as carretas. “Essa estrada é vital no acesso aos municípios daquela região”, acrescenta.

Gastos

Os tratores cobram entre R$ 50 e R$ 100 para guinchar um caminhão ou ônibus, enquanto os condutores de carros pequenos precisam desembolsar R$ 20 para não ficarem atolados na lama. “Todo mundo reclama, mas precisamos nos sujeitar porque não podemos ficar sem utilizar a estrada”, afirma o empresário.

Chico Neto, que reside em Marabá, destaca que a má conservação da estrada acarreta em uma série de outras dificuldades que afetam não apenas os empresários, mas principalmente a população. “As vans que fazem o transporte intermunicipal de passageiros pararam de circular. A Transbrasiliana suspendeu os ônibus e não nos parece que haja interesse por parte do Poder Público. Não há nenhuma iniciativa dos governos Municipal, Estadual ou Federal, o grande responsável pela estrada”, diz.

A rodovia ainda está praticamente intransitável para o transporte de cargas vivas e alimentícias, que fica comprometido por se tratar de carregamentos que não podem ficar parados. “Há alguns dias, eu soube de um caminhão carregado com gado, onde morreram bois enquanto ele permanecia parado no lugar”, revela João Paulo.

Mais descaso

Outro trecho também foi alvo de reclamações por parte dos usuários. Neste final de semana, Marília Tavares, moradora de Marabá, decidiu percorrer 120 km para viajar a Palestina do Pará, mas passou parte da viagem desviando dos buracos na estrada.

De acordo com ela, alguns trechos estão altamente perigosos, pois os veículos invadem a pista ao lado para fugir das crateras, colocando em risco quem vem na contramão. “A noite é ainda pior porque não dá para ver os buracos. Cruzamos com pelo menos dois carros quebrados”, conta.

DNIT

O supervisor regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Marabá, engenheiro Dilson Gouveia, concordou que a situação no trecho entre Vila Cajazeira e Vila Arataú está realmente ruim e garantiu à Reportagem que duas frentes de trabalho começarão a fazer a revitalização ainda hoje (24). “Através de licitação, foi contratada uma empresa do Mato Grosso que vai iniciar amanhã a restauração e o revestimento primário do trecho, atacando os pontos críticos”.

O engenheiro explica que desde dezembro não havia uma empresa contratada para atuar no local e, por isso, a situação chegou ao estado lamentável em que se encontra. Em relação ao trecho Marabá-Palestina do Pará ele afirma que desde o dia 18 uma operação tapa buracos já está sendo realizada e o problema deve ser resolvido em breve. (Correio do Tocantins)

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Pará

MARABÁ: Bolsonaro faz entrega de títulos de terra

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O presidente Jair Bolsonaro cumpriu agenda nesta sexta, 18, na cidade de Marabá, região de Carajás, no Pará, onde participou da entrega de títulos de propriedade para famílias beneficiárias do Programa Nacional da Reforma Agrária.

Segundo o Governo Federal foram entregue entregou 50 mil títulos fundiários.

Bolsonaro estava acompanhado do senador Zequinha Marinho (PSC), de deputados ferais e estaduais, prefeitos e vereadores.

Líderes religiosos como Silas Malafaia e Marcos Feliciano, também acompanharam a comitiva do presidente.

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Pará

MARABÁ: Motoristas de aplicativo já podem se regularizar

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Durante sessão da Câmara de vereadores desta quarta-feira (16), foi aprovada proposta do executivo municipal de alteração da Lei 17.949/19, onde ficou definido que todos os motoristas das empresas de operadora de tecnologias (EOPTs), as chamadas plataformas de transporte de passageiros por aplicativos, possam ser cadastrados no âmbito do município.

A partir da aprovação desta proposta, onde alterou o inciso segundo da Lei, ficou estabelecido que os motoristas por aplicativos das plataformas (EOPTs) que não mantém uma matriz ou filial em Marabá, já podem realizar o seu cadastramento no órgão de trânsito competente (DMTU) e exercer sua atividade amparado legalmente.

“Esse projeto é fruto de um consenso entre todas as categorias que trabalham com o transporte alternativo por aplicativo e gera uma democratização de atendimento para a regularização do trabalho em Marabá . Tínhamos uma legislação que travava isso, que obrigava que as plataformas se cadastrassem junto ao órgão de trânsito e agora a Lei altera isso e faz com que o próprio condutor procure o órgão de trânsito para fazer o registro. E a partir daí tenha a sua atividade regularizada”, destacou o vice prefeito de Marabá, Dr. Luciano Lopes Dias.

De acordo o vereador Pedro Corrêa, presidente da Câmara, essa alteração na Lei veio trazer mais alternativas para que os motoristas por aplicativos possam obter e decidir qual a melhor forma de atender a população com mais economia e tempo.

“É importante ressaltar que a Lei já havia sido aprovada em sessão na câmara. A Lei obrigava que as plataformas fizessem o cadastramento e algumas não realizaram esse cadastramento e houve a polêmica. Ontem aprovamos a alteração na Lei, uma proposta do executivo, para que todas as plataformas fossem contempladas e todos possam trabalhar”, informou o vereador.

O texto da alteração da Lei revogou o inciso II para a exclusão do texto legal da exigência de que as empresas de operadora de tecnologias (EOPTs) deveriam estabelecer matriz ou filial no município de Marabá, reconhecendo que as EOPTs são de caráter mundial.

Entre os profissionais há ainda uma divisão quando o assunto são as plataformas de aplicativos. Alguns concordam que apenas as empresas com sede no município continuem a operar e outros que no mercado deve haver mais opções, tanto para os usuários quanto para os profissionais.

“A nossa reivindicação foi atendida e essa proposta do executivo contempla os profissionais a partir do uso de todas as plataformas. Nós não defendemos a plataforma em si, defendemos o direito do motorista trabalhar onde ele quiser”, destacou Félix Fonseca, motorista por aplicativo. (Victor Haôr / Fotos: Paulo Sérgio)

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Pará

PARAUAPEBAS: Obra emergencial de construção da nova ponte na rua 11 está adiantada

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Iniciada dia 28 de abril, a obra de construção da nova ponte da rua 11 – que interliga os bairros Liberdade I e União, avança. De acordo com o engenheiro civil, Roginaldo Rocha, mais de 50% do cronograma já foi executado. A obra é realizada de forma emergencial e vai garantir a segurança do trânsito na ponte.

“Nós estamos trabalhando de domingo a domingo para que, o mais breve possível, volte à normalidade aqui para a população que transita no local”, afirma Roginaldo. A obra integra o Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap).

A contratação emergencial do serviço e a respectiva antecipação da obra que estava prevista no cronograma do Prosap ocorreu em função de problemas estruturais decorrentes das fortes chuvas do início do ano. O contrato prevê um prazo de 120 dias para a conclusão da ponte, mas a meta da equipe é reduzir esse tempo e entregar a ponte na segunda quinzena de julho.

Estrutura da ponte

A nova ponte terá 45 metros de comprimento por 11 metros de largura, com calçada dos dois lados, corrimão e guarda-corpo. Dez pilares de concreto darão suporte às vigas que estão em construção.

“As vigas estão sendo concretadas em um espaço próximo da ponte e já estão praticamente todas prontas. Quando os pilares estiverem finalizados vamos conduzir essas estruturas utilizando um caminhão munck para levá-las até o local da obra e assim fazer o encaixe nos pilares”, detalha Roginaldo. (Karine Gomes / Fotos: Renato Resende)

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