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Pará

PARÁ: Enchentes podem atingir mais de 30 mil em Marabá

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Com base no relatório de vazões da Eletronorte, a Defesa Civil de Marabá prevê que a enchente deste ano possa atingir mais de 30 mil pessoas no mês de fevereiro. Ontem, o nível do Rio Tocantins já havia chegado aos 8,40 metros, quase três metros acima do registrado no mesmo período de ano passado.

Em 2009, a régua fluviométrica chegou a marcar 12,70 metros e as águas atingiram 7.800 famílias. Este ano, caso alcance mais de 13 metros, poderá aumentar esse número em até 30%, quando o Marabá poderá declarar Estado de Calamidade Pública. Desde o final do ano, a média que vem sendo registrada é de 60 centímetros de aumento por dia.

Ainda segundo o boletim divulgado no final do ano passado, o nível do rio pode chegar à casa dos 12,55 metros no mês de fevereiro, com uma margem de erro de 1,10 metros para mais ou menos.

A situação vem sendo encarada com preocupação por causa do nível que o rio já alcançou ainda no início do mês de janeiro, quando o período de chuva está apenas começando. A enchente já é vista pela população como uma questão cultural, mas a Defesa Civil alerta que o fenômeno precisa ser visto de uma forma diferente.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Joab Pontes, por estar habituado a lidar com as enchentes todos os anos, o marabaense vê a situação com naturalidade por se tratar de um efeito natural de um rio. Entretanto, para a Defesa Civil, o fenômeno acontece na maioria dos casos porque foi a população que construiu suas casas numa área baixa, além de atribuir a outros efeitos como o desmatamento na beira do rio, que acaba causando o assoreamentos das margens e, consequentemente, a invasão das águas. “Em 1980 quando foi criada a área da Nova Marabá definiu-se uma área segura, que acabou não sendo respeitada por algumas famílias. Se a população tivesse seguido os níveis estipulados, hoje não sofreria, mas o crescimento do município de maneira descontrolada acabou causando os transtornos de todos os anos”, lembra o coordenador, ressaltando que a Secretaria de Planejamento definiu um novo limite, com a cota 82 que compreende uma área segura onde o nível do rio dificilmente alcança.

O órgão garante que a população que está fora do limite também será assistida, advertindo que a estrutura que a prefeitura monta para quem está numa área legal não será a mesma porque seria uma forma de incentivar a ocupação irregular.

Ele lembra que somente as pessoas desabrigadas receberão apoio total, inclusive com cestas básicas, enquanto aquelas que foram apenas atingidas pela cheia terão a disposição um caminhão para fazer o transporte da mudança para acomodação em outros lugares.

Baseado na cooperação, que é tida como fundamental no momento de desespero das famílias, o tema dos trabalhos deste ano é “A Defesa Civil somos todos nós”, que busca envolver todos os setores de Marabá. “Nosso papel é trabalhar na prevenção, atuar no desastre e agir na reconstrução durante as enchentes, mas precisamos da colaboração de toda a sociedade para, mais uma vez, enfrentarmos essa época difícil”, salienta o coordenador. (Diário do Pará)

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Pará

PARAUAPEBAS: Bairros Tropical e Jardim Ipiranga recebem mutirão de limpeza

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Dando continuidade ao mutirão de limpeza realizado na cidade, as equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb) estão nesta semana nos bairros Tropical I, II e Jardim Ipiranga. 

Antes de iniciar o mutirão nesses locais, a equipe de educação ambiental juntamente com os fiscais de urbanismo desenvolveram uma ação educativa de porta em porta para comunicar aos moradores sobre o mutirão e também falar a respeito do acondicionamento correto do lixo e ainda sobre limpeza dos lotes.


De acordo com o coordenador de educação urbana da Semurb, Daniel Barros, a ação tem a proposta de intensificar a limpeza geral na cidade, com a colaboração dos moradores. “Estamos nos bairros tropical I e II e Ipiranga. Uma semana antes de iniciar os serviços percorremos os bairros avisando nas residências e também colocamos carro som nas ruas sobre ação”, explicou o coordenador. 

“Também conversamos sobre o lixo domiciliar, pois algumas pessoas ainda colocam pra fora nos dias e horários inadequados, por isso pedimos a colaboração dos moradores para que façam o acondicionamento nos dias e horários corretos. E ainda falamos sobre a limpeza dos lotes”, concluiu Daniel.  

Além da retirada de entulhos e galhadas, as ruas recebem capina e roçagem. O mutirão segue em outros locais do município, conforme cronograma que será divulgado pelo Semurb. (Liliane Diniz / Foto: Oril Lima)

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MARABÁ: Km7 e Transmangueira recebem serviço de tapa-buraco

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Na manhã desta terça-feira (4), as equipes estavam divididas na Nova Marabá, nas proximidades da UBS Mariana Moraes e no KM 7. Quatro ruas do bairro receberam recuperação da camada de asfalto e também recuperação das sarjetas, melhorando o escoamento da água pluvial.

Do km 7, a equipe seguiu para a Transmangueira, área de divisão entre a Velha Marabá e Nova Marabá. Na programação desta semana, há ainda os bairros de Belo Horizonte e São Félix.

Manoel Penha, responsável pela equipe Tapa-Buraco da Sevop, diz que os serviços seguem uma programação semanal que visa atender todos os bairros.

“Com o serviço melhora o tráfego e vamos fazendo de acordo com a demanda. É uma questão de segurança e agora com o verão vamos aumentando os serviços”, disse Manoel Penha.

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Pará

MARABÁ: Novo Decreto aumenta flexibilização

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O Decreto Municipal n° 195, que entrará em vigor amanhã, dia 6, flexibiliza abertura de bares, comércio de rua, atividades físicas, aulas de danças ao ar livre, a serem realizadas em espaço público, como também das arenas de futebol, academias de ginásticas e escolinhas de todas as modalidades esportivas. Entretanto, as fiscalizações continuam intensas quanto às restrições de limite de público e respeito aos protocolos sanitários estabelecidos pela Divisão de Vigilância Sanitária do município. Essa abertura só ocorreu após a apresentação de um plano de trabalho de protocolos de prevenção e precaução à Covid-19 apresentado pelos donos de bares.

De acordo com o decreto, o funcionamento do comércio de rua deve obedecer o horário de 8 às 18 h, de segunda à sábado. No caso das arenas de futebol, academias de ginásticas e escolinhas de todas as modalidades esportivas ficam restringidas a funcionarem até 22 horas, respeitando o limite de público de 30% da capacidade total. As competições amadoras e amistosos estão proibidos, bem como a presença de torcidas nesses espaços.

 “Assim como as academias e depois as escolinhas de futebol, dessa vez conseguimos incluir as arenas de futebol neste novo decreto. Sempre com muito respeito e cuidado com a saúde pública e cobrando todos os protocolos sanitários. Mais um passo em direção à normalidade”, destaca o secretário municipal de esporte e lazer, Thiago Miranda.

Os cinemas ficam autorizados a funcionar com 30% (trinta por cento) da capacidade total, respeitado o protocolo sanitário estabelecido pela Vigilância Sanitária do Município de Marabá. Desta feita, os bares, restaurantes, lanchonetes, pizzarias e congêneres ficam limitados a funcionar com 30%(trinta por cento) de sua capacidade total, com horário de funcionamento até o limite de 23 (vinte e três) horas, sob pena de cassação de Alvará de Funcionamento, respeitado o devido processo legal. 

Apesar da flexibilização, a Divisão de Vigilância Sanitária de Marabá (Divisa) seguirá com as ações de fiscalização com equipes, em cada núcleo realizando rondas nesses estabelecimentos que já constam nos dados do órgão.

“Nós fazemos fiscalizações que já resultaram, inclusive, em interdições de alguns espaços. Com o novo decreto, nosso monitoramento continua sempre buscando cumprir com as determinações sanitárias e de capacidade máxima desses locais”, ressalta Daniel Soares, coordenador da DIVISA. O decreto municipal n°195 entra em vigor a partir desta quinta-feira, 6 de maio.

O leitor acompanha em anexo o conteúdo completo do decreto, clicando AQUI

(Emilly Coelho e Ronaldo Palheta)

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