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Pará

PARÁ: Falta de cinto de segurança é a infração mais cometida

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Os dados divulgados esta semana pelo Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), em nível nacional, mostram que a falta do uso do cinto de segurança é a terceira infração mais cometida por veículos fora do estado de emplacamento. O Renainf é coordenado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Dentro do Pará, no entanto, a falta do uso do cinto de segurança chama mais a atenção, pois essa infração, segundo levantamento do Departamento de Trânsito do Estado (Detran), vem sendo a mais frequente entre as irregularidades praticadas pelos condutores. Até outubro deste ano, segundo os dados do Detran, 34. 299 pessoas foram autuadas por deixar de usar o cinto. Entre os infratores, estão inclusos também, os passageiros – ou do banco do carona ou os que estavam atrás.

Em segundo lugar, aparece o não uso do capacete pelo condutor: 33.735 autuações e, em seguida, transitar com o excesso de velocidade – 31.060. O avanço do sinal vermelho (29.032) e dirigir utilizando o celular (21.998) aparecem, também, entre as infrações mais frequentes, segundo o levantamento do Detran.

Crescimento

A falta do uso do cinto de segurança sempre apareceu entre as infrações mais frequentes registradas no Pará. Mas, o excesso de velocidade vinha se mantendo em primeiro lugar até julho. No levantamento feito em agosto, o não uso do cinto de segurança já aparecia em primeiro lugar. Nesse período, os dados do Detran mostraram que havia o registro de 19.782 autuações em cima de condutores que foram flagrados sem o cinto de segurança.

De acordo com o coordenador de planejamento do Detran, Carlos Valente, muita gente pensa, ainda, que as autuações só ocorrem quando o condutor ou o carona do banco da frente não estão utilizando o cinto. Mas, como lembrou, as autuações podem ocorrer, também, em função do não uso do cinto de segurança pelos passageiros do banco de trás.

Segundo o Detran, quase 10 mil passageiros foram flagrados pelos agentes de fiscalização sem o cinto de segurança. Essa infração é de natureza grave, com o registro de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa no valor de R$ 127,69.

As 10 infrações mais comuns até outubro deste ano

Deixar de usar o cinto de segurança – 34. 299

Conduzir motocicleta sem o capacete – 33.735

Transitar com o excesso de velocidade – 31.060

Avançar o sinal vermelho – 29.032

Dirigir utilizando celular – 21.998

Conduzir moto com passag sem capacete – 15.811

Conduzir veículo sem licenciamento – 15.343

Desobedecer as ordens agente trânsito- 10.896

Estacionar sobre faixa de pedestre – 9.967

Dirigir sem CNH ou Permissão – 8.817

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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Pará

DOM ELISEU: Mais de 106 mil latas de cerveja

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Equipe de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) apreendeu, na madrugada deste domingo (29), 106.656 latas de cerveja, na unidade de Coordenação de Mercadorias em Trânsito do Itinga, no município de Dom Eliseu, na região de Carajás, no estado do Pará, na divisa com o Maranhão.

A carga foi localizada em um caminhão oriundo do Centro-Oeste do Brasil com destino ao município de São Sebastião da Boa Vista, no Arquipélago do Marajó. O transportador apresentou nota fiscal incompatível com a mercadoria. A equipe de fiscalização vistoriou a carga e encontrou as latas da bebida, com valor estimado em R$ 255 mil.

O imposto e a multa totalizaram R$ 85.741,30. Com esta apreensão, a unidade de controle de mercadoria em trânsito do Itinga somou 300 toneladas de bebidas apreendidas em um ano, por

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