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sexta-feira, 01 / julho / 2022
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PARÁ: Greve de professores estaduais pode chegar ao fim hoje

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Uma audiência hoje, sexta-feira, 28, a partir das 9 horas, na 1ª Vara Cível de Belém, pode por fim a greve dos professores da rede pública estadual, que já dura mais de uma mês. O juiz Elder Lisboa deverá conduzir as negociações sobre o pagamento do piso salarial da categoria. A expectativa do governo do Estado é que a greve se encerre ainda hoje. Participam da audiência a secretária de Estado de Administração, Alice Vianna; o procurador geral do Estado, Caio Trindade e o secretário de Estado de Educação, Cláudio Ribeiro. Do lado dos professores, foi designada uma comissão de três coordenadores do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp) para participar da audiência. Enquanto a reunião estiver sendo realizada, os professores farão um ato em frente ao Fórum Cível de Belém visando chamar a atenção para a situação da categoria.

Os professores do Estado reinvindicam do governo o piso salarial estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em abril deste ano, de R$ 1.187, e por isso estão em greve desde o mês passado. Atualmente, o vencimento base dos professores do estado é de R$1.121, segundo dados do Sintepp. Na última quarta-feira (26), os professores ocuparam o prédio da Secretaria de Estado de Administração (Sead) para cobrar o pagamento do piso. O governo do Estado já pagou 30% do valor do piso nacional em setembro e propôs aos professores o complemento do valor integral do piso nacional em um prazo de até 12 meses, considerado muito longo pela categoria. ‘O piso já foi aprovado em lei e tem que ser implantado. Nós não vamos aceitar um parcelamento tão longo. Já era para estarmos recebendo este valor há muito tempo’, disse a coordenadora do Sintepp, Conceição Holanda.

A secretária de Administração do Pará afirmou estar otimista quanto ao resultado da reunião e adiantou que o governo está disposto a entrar em um consenso com os professores. ‘Os professores suspendem a greve e o governo se compromete em quitar o pagamento do piso em até 12 vezes, a partir de janeiro de 2012, isso caso o MEC [Ministério da Educação] nos repasse a verba para integralizar o pagamento’, disse a secretária. Alice explicou que, embora a diferença entre o vencimento base de um professor do estado e o piso nacional do STF seja pequeno, de pouco mais de R$60, o impacto na folha de pagamento do Estado é grande – cerca de R$12 milhões mensais. (O Liberal)

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