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quarta-feira, 18 / maio / 2022
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PARÁ: Guarda Municipal de Marabá deve estar nas ruas em três meses

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Os 129 agentes da Guarda Municipal, criada no ano passado, estão a três meses de concluír o treinamento pelo qual estão passando antes de assumir seus postos nas ruas de Marabá. A expectativa do Comando Geral, o qual tem à frente o coronel PM Marques, é de que em mais três meses eles estejam aptos para começar. O curso tem duração de seis meses e na primeira metade desse período as aulas foram totalmente teóricas, sendo que no início de 2012 começa também a parte prática.

De acordo com o major PM Marino, um dos instrutores, o conhecimento que eles estão adquirindo faz parte de matriz curricular nacional montada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e obrigatória para todas as Guardas Municipais. “Eles estudam sociologia da violência, técnicas operacionais e de abordagem, armamento, enfim, todas as disciplinas necessárias para trabalhar junto à população”, disse.

As aulas estão ocorrendo na Faculdade Metropolitana de Marabá, onde os agentes foram dividos em três turmas que assistem às aulas entre segunda-feira e sábado, durante todo o dia. O curso é aplicado pelo Instituto Estadual de Segurança Pública (Iesp) que fechou convênio com a prefeitura e é quem aplica a parte pedagógica, ministrada por de policiais civis, militares, bombeiros e cidadãos cadastrados como professores na área no órgão.

O major explicou que está previsto pela Constituição Federal que a Guarda Municipal é responsabilidade dos municípios e tem como objetivo atuar na proteção dos bens, serviços e patrimônio local, ainda assim a atuação dela vai além. A Senasp vê as Guardas Municipais como órgãos que conseguem maior proximidade com a sociedade e que podem intervir na realidade social, tanto trabalhando na prevenção, por meio de projetos, como também protegendo cidadãos. “Fala-se em bens, mas o povo é o maior bem que um município tem”, destacou o major.

Para ele, a prevenção apresenta melhores resultados que a atuação das forças de segurança pública na repreensão. “Hoje, a segurança precisa estar mais focada na prevenção do que no combate ao crime, quando já se está combatendo a consequência. Quando se está trabalhando na resolução de conflitos, atua-se na causa, e isso deve trazer bons frutos em médio e longo prazos”, acrescentou.

Marino acredita que simples a presença dos guardas na rua já deve servir como prevenção, inibindo as ações criminosas. “Será mais uma força que estará fardada, equipada e armada para proteger a sociedade”. Os agentes deverão utilizar armamento letal em serviço de acordo com o que o comando decidir ser a melhor maneira. A proposta de orçamento de 2012 do governo municipal é de R$ 1,5 milhão para sustentar todas as despesas para o órgão. (Correio Tocantins)

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Aarlindo G M Junior

Muito bom saber, que teremos mais uma força policial atuante na area de segurança pública. E muito bom e coerente o comentário do Major Marino. Dentro da visão correta, falando de segurança pública.

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