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terça-feira, 05 / julho / 2022
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PARÁ: Helicóptero da PM entra em operação em Marabá

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Com capacidade de voar levando uma guarnição composta por até seis homens, dois na frente e quatro atrás, o helicóptero Gavião 4, do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar (PM), chegou em Marabá e deve permanecer por um mês auxiliando na segurança das regiões sul e sudeste do Estado. Uma operação semelhante foi realizada no semestre passado.

 “A nossa missão aqui é estender mais a segurança pública da capital ao restante do Estado. A intenção também é divulgar a atividade aérea, até porque a segurança pública que não possui essa modalidade está atrasada”, destacou o comandante e piloto da aeronave, o capitão PM Leite.

Para o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Monteiro, a região sudeste é uma área onde circula muito dinheiro e, portanto, os crimes de assalto, principalmente a bancos, são frequentes. “A presença dessa aeronave é sempre bem-vinda porque, caso haja alguma situação complexa, nós temos a possibilidade de mobilizar uma guarnição rapidamente. Além disso, ela é símbolo de prevenção porque, quando há a notícia de que o helicóptero está na região, as quadrilhas pensam duas vezes antes de praticar alguma ação criminosa”, ressalta.

Gavião Exposto

Na manhã desta quinta-feira (4), o capitão Leite fez do Ponto Básico Estratégico (PBE) a pista auxiliar da Rodovia Transamazônica (BR-230), a aproximadamente 200 metros do trevo de acesso aos três núcleos da cidade, onde a aeronave estava pousada.

O tenente-coronel afirma que a intenção é justamente deixar a aeronave exposta para evitar ataques criminosos. “Vamos tentar fazer um rodízio para que os assaltantes pensem bem antes de tentarem realizar um assalto”.

Já o capitão Leite destaca que outros pontos da cidade serão estudados para servirem de PBE. “Procuramos áreas que não venham atrapalhar o trânsito, uma vez que estamos aqui para ajudar, e não atrapalhar. Áreas que proporcionem ostensividade com segurança, acima de tudo”, declara.

O 4º BPM tem autonomia para colocar a aeronave no céu, em ronda, por até uma hora, diariamente. O tempo está sendo dividido em dois turnos, meia hora pela manhã e meia hora à tarde.

Para dar apoio à aeronave, há uma viatura do Grupo Tático Operacional (GTO) colocada em local estratégico, não divulgado por questões de segurança, a postos para qualquer necessidade. “Se houver alguma situação, a aeronave pousa onde está essa viatura, pega o pessoal e se desloca para onde está havendo a situação”, acrescenta o comandante. (Correio Tocantins)

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