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segunda-feira, 23 / maio / 2022
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PARÁ: Jatene visita obras de implantação da siderúrgica Alpa

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O governador Simão Jatene visitou a área de 1.035 hectares onde será implantada a Alpa (Aços e Laminados do Pará), no Distrito Industrial de Marabá. Com um investimento estimado de US$ 3,7 bilhões, a Alpa deverá gerar 16 mil empregos na fase de implantação, e na fase operacional, mais 5.300 empregos diretos e outros 16 mil indiretos.

A primeira fase da obra é a preparação do terreno, já iniciada por 120 máquinas,que estão no local e realizam 37 mil metros cúbicos de terraplanagem por dia. O cronograma está rigorosamente em dia, fato que chamou a atenção de Simão Jatene. “É uma satisfação ver o quanto o empreendimento está avançando e o cronograma correspondendo ao previsto. A expectativa é que continue a ser cumprido, e em 2015 a fábrica esteja em plena produção, pois é um projeto que tem um significado econômico importante, mas também é um empreendimento que pode contribuir efetivamente para mudar um pouco a face do processo de ocupação da Amazônia, fazendo com que os recursos naturais extraídos da região sejam processados aqui no Estado, e que se agreguem valores a esses recursos”, ressaltou o governador.

O diretor-presidente da Alpa, José Carlos Soares, agradeceu o apoio do governo do Estado na implantação do projeto. “Sem dúvida, sem a participação efetiva do governo do Pará nós não estaríamos no estágio que estamos hoje. A presença do governador aqui está sendo uma demonstração de que a gente vai contar com a colaboração deste governo”, afirmou.

José Carlos Soares disse ainda que a instalação da Alpa em Marabá é o início da industrialização no sudeste do Pará, como acontece em alguns Estados. “Minas Gerais e Rio de Janeiro iniciaram o projeto de industrialização com a implantação de uma siderúrgica, produzindo aço para indústrias que consomem aço. Aqui em Marabá não será diferente”, concluiu.

A usina siderúrgica terá capacidade anual de produção de 2,5 milhões de toneladas de placas, e compreende um sistema integrado: a construção de um ramal ferroviário para receber o minério extraído em Carajás, e a construção de um terminal fluvial no Rio Tocantins, para receber carvão mineral e calcário, e fazer o escoamento da produção siderúrgica até o porto de Vila do Conde, em Barcarena.

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