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quinta-feira, 18 / agosto / 2022
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PARÁ: MST promove invasões em Eldorado e Xinguara

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PA3Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deixaram um rastro de destruição em diversas propriedades no sul do Pará, numa ação realizada na madrugada desta quarta-feira, 4. As fazendas Maria Bonita, em Eldorado dos Carajás; e Rio Vermelho, em Sapucaia; foram atacadas. Na ocasião, funcionários foram agredidos e obrigados a deixar as suas residências.

PA2Os manifestantes também interditaram a rodovia PA 150 na região, impedindo o trânsito na estrada. Segundo informações da administração da fazenda Rio Vermelho – localizada a 874 km de Belém – a invasão ocorreu por volta de 3h em um dos núcleos, denominado Quamasa, e teria durado aproximadamente duas horas. Homens armados teriam chegado à propriedade de caminhão, arrombando porteiras, correntes, cadeados, e rendendo funcionários e suas famílias – inclusive mulheres e crianças.

Ainda segundo a administração da propriedade, os invasores teriam ateado fogo no recinto de leilão da fazenda e promovido um verdadeiro quebra-quebra. Foram destruídas sacas de sementes que ali estavam depositadas, botijões de sêmem, os móveis dos funcionários foram todos depredados, e janelas e pias de cozinha arrancadas.

Xinguara

Em outra frente, o MST invadiu também a sede de uma das maiores fazendas do município de Xinguara, de propriedade da empresa Agro Santa Bárbara. Também há relatos de violência. Equipes das Polícias Militar e da Civil tentam controlar a situação no local estão no local.

O site do MST divulgou sua versão sobre os ataques. Segundo a entidade, a fazenda está em terras griladas e as invasões se dão em função da lentidão da reforma agrária.PA1

De acordo com Maria Raimunda, integrante da coordenação nacional do MST, mais de 300 famílias estão se concentrando na Curva do S – palco do Massacre de Eldorado dos Carajás – onde devem fazer um grande ato em denúncia contra “o uso de milícias armadas pelo latifúndio e pela desapropriação de terras griladas no estado”. Os manifestantes devem permanecer até dia 13 no local, quando terminarem as negociações.

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