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quinta-feira, 19 / maio / 2022
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PARÁ: Mulheres se organizam para apoiar a criação de Carajás

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Aconteceu na manhã de sexta-feira, 8, na sala de visitas do jornal Correio do Tocantins da cidade de Marabá a primeira reunião do Movimento Feminino Pró-Emancipação do Estado de Carajás em Marabá. Na ocasião, representantes do novo grupo conclamaram todas as mulheres de Marabá e região a se integrarem ao movimento.

Com diretoria já formada e composta por 12 mulheres, o Movimento Feminino já nasce com mais de 100 integrantes e pretende receber adesão dos 49% da população marabaense, que, como lembrou Magda Alves, cientista da Educação e uma das mentoras do grupo, configura o total de mulheres de Marabá.

Ela, legitimada pelas colegas Mírian Guedes, Marilene Mifarreg, Priscila Veloso e Aurecine Botelho, contou que o grupo pretende ajudar a alavancar a campanha da criação do novo estado.

A ideia, ainda de acordo com elas, surgiu há aproximadamente um mês. Mas, só teve o pontapé inicial na segunda-feira (4), quando foi exposta, informalmente, a alguns membros da Comissão Pró-Carajás, que apoiaram imediatamente a iniciativa. “Estudávamos uma forma de criar um projeto que colaborasse de forma expressiva com a emancipação”, contou Aurenice, ressaltando que a intenção, desde o início, é que o movimento tenha a marca da mulher.

“O Estado de Carajás não vai ser conseguido só pelos homens”, desatacou Magda, acrescentando à sua fala a citação de um filme: “A mão que balança o berço é a mesma que rege o mundo”. Para ela, é necessário que haja união entre as mulheres para que a conquista aconteça.

Já Priscila Veloso, que está grávida, acentua: “A criação de Carajás dará qualidade de vida aos nossos filhos”, acrescentando que o trabalho de conscientização que será feito pelo movimento feminino tem por base o todo.

Além disso, Aurenice Botelho destaca que um dos objetivos é trazer a administração pública para próximo da população. “O que gera justiça social, emprego e qualidade de vida”, frisou.

Elas sustentam ainda que pretendem envolver todas as mulheres, independentemente de classe social, raça, religião ou idade, nessa luta. Tendo em vista que este é um momento ímpar: a criação de um novo estado, no lugar em que já se mora. “Vamos colocar a mulherada na rua, para que isso [criação de Carajás] aconteça”, gesticulou Magda.

O primeiro passo, ainda de acordo com as representantes do movimento, é reunir com o restante da diretoria e traçar metas, tendo em vista a criação de lideranças de bairros, clubes e associações.

Outro ponto a ser trabalhado, ressalta Maria Lourdes Guido, diretora-executiva do CORREIO DO TOCANTINS, é conscientizar àqueles que moram em Marabá, mas ainda não são registrados no Cartório Eleitoral local, a transferirem seus títulos o quanto antes. Isso, devido o grande número de imigrantes no município, que podem alterar o resultado nas urnas.

Para a execução de todos os trabalhos que deverão ser desenvolvidos pelo movimento, serão criadas comissões, um total de 12. Com a finalidade de que haja uma maior organização e eficácia em todos os passos e tarefas feitas pelo Movimento Feminino Pró-emancipação do Estado de Carajás. (Carmem Sevilla – Correio Tocantins)

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Pedro Paulo

Srª Magda Alves é muito bonito seu discurso até emocionante, mais pra Srª vir para o Pará e porque vc não estava satisfeita e nem em condições boas no seu Estado que é Minas Gerais.
Pergunto:
‘Se fosse tão fácil a Srª dividiria e nem precisava sair do seu Estado e vir morar no Pará.
Volte pra sua terra, lá tambem tem muita pobresa, o Brasil tem muita pobresa,todos os Estados Brasileiros estão em dificuldades, se os gestores do municipio de Carajás e Tapajos fessem honestos o Pará seria outro e acho que a Srª faz parte dessa gestão para fazer esse movimento enganando as pessoas pobres e sem esclarecimento, que são indusidas as suas falas tentando convencer os menos esclarecidos com vantages que vão servir só pra Srª e esses politicos corruptos que fazem parte desse circo de palhaços.
Vcs tem que ver que vscb são agregados,não fazem parte da nossa familia, que é a familia Paraense.
A Srª dividiria os seus bens com agregados da sua casa,tenho certeza que não !!!!!!

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