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sexta-feira, 20 / maio / 2022
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PARÁ: Número de mortes por Aids não para de crescer

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O número de óbitos por Aids não para de crescer no Pará. No ano passado, as mortes no Estado decorrentes da doença alcançaram o maior patamar desde o primeiro registro, em 1980. Foram 480 óbitos, cerca de três vítimas pelo vírus do HIV a cada dois dias. Em 2009, a quantidade de mortes foi 12% inferior, com 432 casos. Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério da Saúde e contabilizam um total de 4.186 óbitos no Estado, ao longo desses 30 anos. Em todo o País, o número de mortes chega a 241,4 mil.

De acordo com o levantamento, o Pará tem a sexta maior taxa de mortalidade entre todos os Estados brasileiros. A cada grupo de 100 mil paraenses em 2010, 7,2 morreram em razão da doença. No anterior, essa marca era de 6,6 a cada 100 mil habitantes e, em 1998, quando iniciou essa metodologia de cálculo, o índice do Estado era de 2,3 óbitos. Rio Grande do Sul aparece como a unidade federativa com a maior coeficiente de mortalidade, são 13 mortes a 100 mil gaúchos. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (9,7/100 mil); Amazonas (8,9/100 mil); Roraima (8,5/100 mil); e Santa Catarina (8,5/100 mil). A média nacional e nortista a cada 100 mil ficou em 6,3 e 6,5, respectivamente.

A quantidade de mortes entre jovens de 15 a 24 anos também é crescente no Estado. De acordo com a Pasta da Saúde, 34 contaminados pelo vírus do HIV nessa faixa-etária faleceram no ano passado. É um caso a mais que o apontado em 2009 e 3,4 superior à marca de 1998. A taxa de mortalidade é de 2,2 a cada 100 mil jovens, o quarto maior índice do País, atrás, apenas, do Rio de janeiro (3,2/100 mil), Rio Grande do Sul (3,1/100 mil) e Amazonas (2,4/100 mil).

Em relação aos novos contaminados, o Estado teve uma discreta queda nas taxas de incidência. Em 2009, a cada 100 mil moradores do Pará, 21,5 tinham contraído a doença, já, no último ano, esse índice caiu para 19. Entre os dois anos diminuíram 121 casos, saiu de 1.597 novas pessoas com Aids para 1.476. No acumulado, desde 1980, o Estado registra 12.532 pessoas com a doença – já contabilizados, inclusive, os dados preliminares do primeiro semestre deste ano, que indicam 589 novos habitantes com Aids. No Brasil, chega a 608.230 a parcela da população com o vírus, sendo 28.248 delas da região Norte. (O Liberal)

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