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Pará

PARÁ: O quarto Re x Pa do ano é azulino

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Domingo no Mangueirão: dia de Re x Pa! Tudo pronto para o quarto clássico Rei da Amazônia, mas, antes do jogo, cerca de 40 torcedores foram detidos por tentarem entrar no Olímpico com rojões e bebidas alcoólicas. Eles foram encaminhados para a Seccional da Marambaia para averiguações e liberados em seguida.

Após o susto, a alegria! De maneira certa as torcidas explodiram com a entrada dos times em campo e o jogo começou. Como futebol é mesmo a tal caixinha de surpresas, o Paysandu começou com a bola e Landu fez a primeira falta antes do primeiro minuto. O Paysandu foi ao ataque e a bola ficou com Adriano. Ele pôs para frente e Gian conseguiu arrancar o primeiro escanteio. Bola cobrada por ele mesmo e Marlon, aos três minutos, surgiu sozinho dentro da área para cabecear e marcar. 1 a 0 para o Remo.

O Paysandu, então tentou responder, mas o Remo se mantinha atacando e permaneceu assim até os dez minutos, quando o Paysandu cresceu no jogo e se lançou à meta do goleiro Adriano. Mas Potyguar recebeu a bola na esquerda e encarou San. O meia bicolor driblou e cruzou à meia altura para Bruno Rangel, dessa vez, surgir por de trás da zaga azulina e empurrar para dentro do gol. Foi o empate bicolor.

Na súmula os nomes das duas revelações do segundo turno, tanto pelo lado do Remo, quanto pelo Paysandu. Marlon e Bruno Rangel já estavam nos times durante o primeiro turno, mas foi no segundo turno que ambos conseguiram espaço e atuações elogiáveis.

Bola em jogo e o Paysandu assumiu as rédeas da partida, principalmente, com os lances de Sandro pelo meio. Mas o Leão, apesar de recuado, não esqueceu que tinha a volta de Landu no ataque e, depois de uma falta mal cobrada pelos bicolores, Marciano fez jogada e conseguiu escanteio. Gian cobrou e a zaga bicolor afastou, deixando a redonda nos pés de Marlon, que levantou na área para a chegada de Landu, de cabeça – isso mesmo! de cabeça – marcar e aumentar para o Leão, aos 35 minutos.

A torcida azulina ainda comemorava o placar quando Sandro recebeu na esquerda e, após colocar a bola entre as pernas de Raúl, foi derrubado por trás com um carrinho de Gian. O príncipe azulino foi expulso aos 39 minutos.

O Paysandu subiu ao ataque e o Remo sentiu a falta do camisa 10, mas nada aconteceu. Primeiro tempo encerrado e os times desceram para o vestiário.

2º tempo

A chuva apertou no Mangueirão e os times subiram para o segundo tempo do jogo. O Paysandu pressionava o Leão com jogadas pelas laterais e pelo meio, ainda com Sandro. Pelo lado do Remo, Vélber entrou para dar qualidade no passe azulino, mas o máximo que conseguiu foi efetuar lançamentos de longa distância para Landu brigar sozinho contra Paulão e Leandro Camilo.

O Paysandu, então, cresceu no jogo e encurralou o time do Remo na defesa, quando, por reclamação, Sandro recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo, aos 25 minutos. O primeiro cartão amarelo do capitão também tinha sido por reclamação.

Então, o jogo ficou igualado, mas na falta de criação. A redonda pareceu ficar um tanto murcha e o jogo esfriou. Faltas no meio de campo e lançamentos longos sem resultado foram o panorama da partida. Salvo o lance de Allax, do Paysandu, que pela direita, puxou para o meio, entrou na área azulina e ficou cara a cara com Adriano para chutar de esquerda nas mãos do camisa 1 do Leão.

Aos 49 minutos, o juiz apontou o meio de campo e decretou o final da partida. 2 a 1 para o Remo, que vai à segunda colocação do campeonato, com nove pontos, e deixa o Paysandu em terceiro, com sete. (Portal ORM)

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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Pará

DOM ELISEU: Mais de 106 mil latas de cerveja

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Equipe de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) apreendeu, na madrugada deste domingo (29), 106.656 latas de cerveja, na unidade de Coordenação de Mercadorias em Trânsito do Itinga, no município de Dom Eliseu, na região de Carajás, no estado do Pará, na divisa com o Maranhão.

A carga foi localizada em um caminhão oriundo do Centro-Oeste do Brasil com destino ao município de São Sebastião da Boa Vista, no Arquipélago do Marajó. O transportador apresentou nota fiscal incompatível com a mercadoria. A equipe de fiscalização vistoriou a carga e encontrou as latas da bebida, com valor estimado em R$ 255 mil.

O imposto e a multa totalizaram R$ 85.741,30. Com esta apreensão, a unidade de controle de mercadoria em trânsito do Itinga somou 300 toneladas de bebidas apreendidas em um ano, por

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