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segunda-feira, 16 / maio / 2022
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PARÁ: Operários fazem novos protestos pelas ruas de Belém

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Trabalhadores da construção civil realizam mais um dia de protesto pelas ruas da capital paraense. A manifestação, que teve início às 8h desta segunda-feira (12), leva às ruas cerca de 500 operários.

Os manifestantes pararam em enfrente a uma obra na Avenida Generalíssimo Deodoro, entre Governador José Malcher e Nazaré, e exigem que os operários que estão trabalhando no local saiam e participem do ato. Dois diretores do Sindicato entraram na obra para negociar com o engenheiro responsável a liberação dos trabalhadores.

A categoria já entra no 5º dia de greve e 8º de paralisação, segundo Cléber Rabelo, responsável pelas negociações. O grupo vai para a sede do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção) para tentar mais uma negociação entre a classe dos operários e a patronal. Mais de 100 canteiros de obra estão parados na capital e outras dezenas no interior, segundo dados do sindicato. Com o fracasso das negociações, os trabalhadores reúnem mais uma vez para decidir os rumos do movimento.

Trânsito

A Avenida Governador José Malcher está interditada. Homens da Rotam (Ronda Tática Metropolitana), viaturas da PM (Polícia Militar) e agentes de trânsito ajudam a controlar a situação e orientam o fluxo no local.

Um segundo grupo de trabalhadores da construção civil também realiza um manifesto na Avenida Augusto Montenegro. O trânsito no local está lento, porém fluindo.

Exigências

A categoria espera que os empresários apresentem uma contra-proposta sobre as reinvidicações. Os operários decidiram reduzir os valores propostos inicialmente para negociação, que ficariam assim: de R$ 1.000 para os pedreiros, eles aceitaram reduzir para R$ 950. No caso dos serventes, de R$ 680,00, para R$ 670,00.

A cesta básica, cuja exigência inicial era de R$ 150,00, a proposta agora é de R$ 80,00. Os trabalhadores pedem ainda plano de saúde para a categoria, além de 10% de vagas reservadas para as mulheres.

Salários atuais

Os pedreiros ganham R$ 800,00; serventes, R$ 570,00, sendo que, com a proposta de reajuste de 10% dos empresários, esses valores ficariam em R$ 880,00 e R$ 630, respectivamente. (Portal ORM)

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