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domingo, 14 / agosto / 2022
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PARÁ: Órgãos fiscalizam procedência da carne vendida em Marabá

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Uma ação da Vigilância Sanitária e com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) fiscalizou nos últimos dois dias mercados, açougues e matadouros dos bairros São Félix e Morada Nova. A atuação aconteceu reivindicada pelo Ministério Público e não tem data definida para acabar. A Adepará é responsável por vistoriar os matadouros e a Vigilância Sanitária por fiscalizar estabelecimentos comerciais.

Na terça-feira (5) à noite, um matadouro clandestino foi interditado em Morada Nova. O local não possuía credenciamento e apresentava total falta de condições de higiene para abater animais com a finalidade de consumo. Já no dia seguinte, quarta-feira (6), os fiscais tiveram problemas para adentrar aos estabelecimentos, isso porque a maioria deles fechou as portas assim que a notícia da passagem dos órgãos pelo local se espalhou.

A ação teve início às 10 horas, e uma hora e meia depois já havia sido concluída, isso porque apenas quatro estabelecimentos puderam ser inspecionados. Num deles foram apreendidos mais de 100 quilos de carne sem o carimbo que regula e permite a comercialização. “Para a carne poder estar própria para o consumo, ela precisa ser comprada de matadouros legalizados, com símbolo de inspeção estadual, municipal ou federal”, explica a médica veterinária Rosilane Soares de Maria, fiscal da Adepará.

Ela alerta que é grande a incidência de animais doentes mortos em locais de abate clandestinos. As doenças portadas por eles podem ser transmitidas aos humanos via alimentação, e o problema é justamente o consumidor não saber o que está comprando.

Segundo o médico veterinário Orlando Rocha de Lobo, da Vigilância Sanitária de Marabá, esta ação é um trabalho normal de fiscalização do órgão e será estendida a toda a cidade de Marabá. “Como já houve uma ação anterior, quando foi interditado o matadouro em Morada Nova, vamos atuar em todos os núcleos”, informa. Ele destaca que o papel do órgão é fiscalizar locais que vendem carne sem procedência e apurar se o produto de origem animal ela está sendo comercializado corretamente.

A carne moída, por exemplo, não pode ser processada antecipadamente; o procedimento deve ocorrer na frente do consumidor.

“Estamos solicitando também o licenciamento de cada estabelecimento. Antes de comercializar a carne, ele precisa primeiramente do licenciamento, que é retirado na Divisão da Vigilância Sanitária, na Secretaria Municipal de Saúde”, acrescenta. As inspeções contaram com o apoio dos policiais militares cabo V. Fernandes, cabo S. Rocha, soldado Rocha Santos e soldado Jairo, todos do Grupo Tático Operacional (GTO). (Correio Tocantins)

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