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quarta-feira, 25 / maio / 2022
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PARÁ: Polícia Civil desarticula esquema de tráfico de drogas em Marabá

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Quatro meses de investigações resultaram na desarticulação de um esquema de venda de drogas e na prisão do principal distribuidor de pedras de “óxi” no município de Marabá, sudeste do Estado. O tráfico de entorpecentes envolvia criminosos em três Estados brasileiros. Sob coordenação da Superintendência Regional da Polícia Civil no sudeste do Pará, a “Operação Piolho” teve início na sexta-feira passada e ganhou esse  nome em alusão ao apelido do líder da quadrilha, Kelson Olegário dos Santos.

Além de “Piolho”, foram presos os comparsas dele no esquema criminoso: Edson Paulo da Rocha, de apelido “Loirinho”; Doriel Dias dos Santos; Oziel Porto Dias; Tatiane de Souza Santos; Carla Barbosa de Souza, conhecida por “Loirinha”; Wallysson Jansen da Silva, conhecido por “Gina”; Teugenílio Coutinho Marinho, de apelido “Oto” e Sidinei dos Santos Viana. Junto com eles, foi apreendido um adolescente.

Em poder da quadrilha, a polícia apreendeu aproximadamente um quilo de “pedra de óxi”, duas balanças digitais, uma arma de fogo de grosso calibre, munição, apetrechos usados no processo de produção de drogas, três carros, uma motocicleta, R$ 1.280 em dinheiro, talões de cheque e ainda diversos documentos relacionados à movimentação financeira do bando.

Os acusados foram presos em locais distintos no município. O delegado Alberto Henrique Teixeira de Barros, titular da unidade, explica que após dias de campana e intenso trabalho investigativo, a Polícia Civil conseguiu localizar o paradeiro de Kelson Olegário dos Santos, apontado como líder do esquema de tráfico de drogas no sudeste do Pará e indicado pelos comparsas do bando como o distribuidor da droga em Marabá. “A quadrilha era investigada há quatro meses e durante um exaustivo trabalho de investigação foi possível pleitear junto ao Poder Judiciário de Marabá medidas cautelares de busca e apreensão nas residências dos investigados”, relatou o delegado.

As ordens judiciais foram concedidas pelo juiz Celso Quim Filho, titular da 5ª Vara Penal de Marabá. De acordo com as investigações, foi possível constatar que alguns dos componentes da quadrilha já tinham passagens pela polícia por outros tipos de crimes, como roubo, homicídio, porte e soma várias passagens pela polícia. Aos 27 anos, ele ostenta um patrimônio pessoal incompatível com a atividade que exerce. “Vamos peticionar ao Poder Judiciário o confisco dos bens dele e da quadrilha, que são oriundos do crime de tráfico de drogas”, ressaltou o delegado.

Com a prisão de “Piolho” e seus comparsas, na avaliação de Alberto Teixeira haverá diminuição nos índices de criminalidade ligados ao tráfico de drogas no município. “A quadrilha é de porte interestadual e responsável por um intercâmbio criminoso entre os Estados do Pará, Maranhão e Tocantins”, assegurou o delegado. Os presos vão responder por tráfico e associação ao tráfico de drogas, formação de bando ou quadrilha, posse ilegal de arma de fogo e munição e corrupção de menores. Além desses crimes, Kelson responderá por maus tratos de animais, de acordo com a lei de crimes ambientais, já que também é responsável por promover “rinhas de galo” em sua propriedade, localizada na zona rural de Nova Ipixuna, também no Sudeste do Pará.

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